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quinta-feira, abril 23, 2009

MARCO E APOLO - CRISTINA PORTO



O conto abaixo (Marco e Apolo, de Cristina Porto) foi extraído do livro - MACHADO, Ana Maria et al. Quem conta um conto? Ilustrações de Ricardo Dantas - 1ª ed. São Paulo: FTD, 2001 (Coleção Literatura em minha casa) - p. 16 - 28.
Trabalhei com esse conto em sala de aula. Foi um trabalho muito interessante. A princípio analisamos o título do conto, em seguida, procedeu-se a leitura em voz alta pela professora com a devida entonação e paradas estratégicas para discutir parte a parte do texto lido. Ao final, foram destacados os vários temas apresentados no enredo. Temas esses ligados a questões acerca do emocional dos adolescentes (trabalhando a oralidade).

__ Eu sozinho!
Minha mãe diz que desde pequeno eu sou assim.
— Eu sozinho!
— Eu consigo!
As primeiras frases que consegui articular foram essas duas, que, na verdade, querem dizer a mesma coisa.
Bastou perceber que podia pegar na colher de sopa e...
— Eu como sozinho!
Ficava todo lambuzado, metade da sopa ia fora, mas a outra metade eu conseguia engolir sozinho.
Na hora de tomar banho, conta minha mãe, era o maior sufoco. Pra uma pessoa conseguir lavar minhas orelhas, o pescoço e os cabelos, alguém tinha que ficar me distraindo, com um barquinho de papel, de preferência. Quando enjoava da brincadeira, não adiantava, eu só ficava quieto com a esponja e o sabonete nas mãos. Fazia um mar de espuma, tinha que ser enxaguado por duas pessoas, de novo, mas insistia em enxugar o corpo sem a ajuda de ninguém...
Vestir a roupa? Sozinho, claro, mesmo querendo pôr de trás pra frente, do avesso, as duas pernas no buraco de uma só, a cabeça no buraco da manga e o braço no buraco do pescoço... Isso sem falar no sapato de pé trocado.
Na hora de pentear o cabelo então, nem se fala! Enquanto não me deixavam segurar o pente, eu não dava sossego. O máximo que permitia era que alguém fizesse a risca, o repartido do lado. Daí eu ficava passando o pente, de um lado e de outro, alisava um pouco com a mão e acabava deixando sempre um ninho de rato na parte de trás. Mas, mesmo assim, quando dava por terminado o trabalho, anunciava, orgulhoso:
__ Eu penteei sozinho!
E quando ganhei uma bicicleta? Logo de cara quis sair andando, sozinho, claro, e sem as rodinhas! Só concordei com as ditas cujas depois da primeira ralada no joelho e do primeiro galo na testa. Brinquedos de montar e quebra-cabeças também eram a minha diferença.
Minha mãe sempre comenta as brigas que eu tinha com as pessoas que ousavam me oferecer ajuda quando viam que o difícil da situação estava me deixando nervoso.
— Eu faço sozinho!
— Eu consigo montar sozinho!
— Eu resolvo o quebra-cabeça sozinho!
É. Tudo eu tinha que conseguir sozinho. Se não me deixassem ao menos tentar, eu ficava mortificado.
Desde que me entendo por gente, eu gosto muito, mas muito mesmo, de uma coisa, quero dizer, uma coisa que eu acho que mais parece gente: cachorro. E, no meio deles, um, de cara achatada, que a maioria das pessoas acha feio, mas eu acho lindo, maravilhoso: o bóxer.
Ganhei o meu primeiro cachorro, um bóxer, claro, quando a gente se mudou do apartamento para uma casa com jardim e quintal.
Só assim, dizia minha mãe, o cachorro poderia ter sua casinha de madeira e um bom pedaço de terra pra brincar, comer grama quando sentisse dor de barriga, fazer xixi e cocô e enterrar seus ossos.
Eu e Apolo, Apolo e eu. Companheiros pra tudo. Era o primeiro a me dar a lambida de bom-dia, a me acompanhar até o portão na hora de ir pra escola, a me esperar no portão na hora de voltar (o reloginho dele não falhava)...
De tarde, a pata esquerda pedia pra passear. Comida ele não precisava pedir, porque sempre estava na sua vasilha, na hora certa.
De noite, outra lambida antes de ir pra casinha, no quintal. Só quando eu tive catapora — e deu forte, com febre alta, minha mãe não se esquece —, ele teve permissão pra dormir no meu quarto. Quero dizer, minha mãe teve que ceder — disso é meu pai que não se esquece —, porque Apolo emperrou no tapetinho do lado da minha cama e rosnava pra quem ameaçasse chegar perto.
Ele se negou a comer, enquanto eu recusava comida, e ficou ali, me velando, dia e noite. Quando melhorei e consegui me levantar pela primeira vez, precisaram segurar o Apolo, porque senão ele me derrubava de tanto fazer festa. Depois, esvaziou um pratão fundo de comida e foi pra casinha dele, dormir o prolongado e sossegado sono dos justos.
Ah, o meu Apolo...
Quando a gente saía pra passear então, era o maior orgulho! Se eu chegava na pracinha e tinha gente, era um sucesso! O Apolo se exibia, fazendo as coisas que eu tinha ensinado, depois parece que olhava pros outros, esperando o aplauso! E aquela cara linda e achatada ficava ainda mais despencada, de tanto elogio!
— Esse Apolo é demais!
— Além de inteligente, é muito simpático!
— E manso... Apesar de um pouco cismado, às vezes, né, Apolo?
Verdade. Manso ele era. Mas cismado também. Quando não ia com a cara de alguém, não ia mesmo! E sempre tinha um bom motivo. Eu sabia, porque acabava descobrindo depois.
Um dia, o meu Apolo sumiu. Estou dizendo assim, de supetão, porque não posso nem pensar nos rodeios que o pessoal lá de casa fez pra ter a coragem de me dar a notícia. E nem precisava tudo aquilo! Quando eu não vi o meu Apolo me esperando no portão na volta da escola, gelei por dentro. Alguma coisa grave tinha acontecido.
— Cadê o Apolo? Está doente?
Não. Se não estava doente, tinha desaparecido. Na certa, atrás de alguma namorada... Eu já tinha percebido que muitas cachorras da vizinhança estavam no cio, e o Apolo, claro, tinha farejado isso bem antes de mim. Tá certo. Era uma boa razão. Mas precisava ter fugido, Apolo? Se você achasse um jeito de me dizer isso, eu arrumava uma boa namorada pra você. É... Mas o instinto tinha sido mais forte, claro. Cachorro não pensa. Nem o meu cachorro Apolo pensa! Mas sente. E sentiu mais vontade, quero dizer, mais necessidade de sair atrás de uma namorada do que de me esperar no portão... Ah, Apolo, que traição! Não, desculpe. Sei que você não fez por mal. Claro que não. Eu é que penso, além de sentir, e então, eu é que devia ter sacado isso antes de você ter fugido. Mas eu não saquei. Eu, que pensei conhecer o meu Apolo mais que ele mesmo! Eu, que pensei ser capaz de adivinhar seus desejos, suas vontades, seus sentimentos...
Eu não tinha conseguido.
E agora, sem o meu Apolo? O que é que eu ia fazer sem ele, meu Deus?
E como é que eu ia conseguir achar o Apolo... sozinho? Saindo atrás dele, pelas ruas, gritando seu nome, a esmo, sem saber que direção tomar? Até tentei, confesso, de noite, depois que todo mundo foi dormir, mas no fim do segundo quarteirão fiquei com um pouquinho de medo, estava muito escuro, era noite de lua cheia, uma sexta-feira, e eu, que não sou supersticioso nem nada e que adoro animais, acabei me assustando com o uivo de algum cachorro e voltei pra casa correndo feito um doido!
Pois é... Pela primeira vez na minha vida eu tinha que aceitar:
— Sozinho eu não consigo, não posso, não sou capaz!
E não era capaz de duas coisas: de viver sem o meu Apolo, nem de descobrir onde tinha ido parar o meu Apolo, isso sem falar na outra coisa, anterior a essas duas: eu não tinha sido capaz de adivinhar a vontade-necessidade do meu Apolo.
E agora?
Não sei quanto tempo fiquei sozinho, no escuro, me sentindo um cachorro sem dono, a casa no maior silêncio, todo mundo dormindo. Já devia ser mais de meia-noite e o desespero tomava conta de mim. Minha cabeça parecia que ia estourar de tanto pensamento! E o meu coração também, de tanto sentimento triste. Mas nem chorar eu conseguia, pois um nó amarrou minha garganta, machucando feito espinha de peixe, depois começou a me sufocar, estrangular, quase não me deixando respirar direito.
Corri até a cozinha, nervoso, e tomei um copo de água com açúcar. Minha avó vive dizendo que ajuda a acalmar. Respirei fundo, rezando pra não morrer longe do meu Apolo, e o ar, finalmente, começou a entrar nos pulmões outra vez. Minhas preces foram ouvidas, acho que por São Roque. Eu sempre ouvi dizer que é ele o protetor dos cachorros. Um pouco mais calmo, dando graças a Deus e a São Roque, voltei pro meu quarto de novo.
Depois de algum tempo, já devia ser madrugada, criei coragem, uma coragem que nem eu sabia que tinha, e saí pra procurar o meu Apolo.
Andei, andei, andei, sem direção e sem medo, chamando Apolo, primeiro baixinho, depois um pouco mais alto, e mais alto, e mais alto, até gritar com toda a força que meus pulmões voltaram a ter.
De repente, um latido, quase um uivo. Eu sabia! Apolo não ia me deixar na mão! Era o latido dele... Não, já não era latido, nem uivo, era mais um gemido de dor, de desespero! Coitado do meu Apolo!
— Apolo! Apolo! Onde você está? O que está acontecendo com você? Fale, Apolo, fale mais pra eu poder ir atrás da sua voz!
Comecei a correr, correr, correr, e a chorar, chorar, chorar, até que...
— Apolo! Não, não pule, Apolo! Pare! Você não vai conseguir! Apolo estava na beira de um precipício, com a pata traseira machucada, a orelha ensangüentada, tentando pular pra vir ao meu encontro. E agora, meu Deus? E agora?
— Não! Não, eu não consigo, eu não vou conseguir! Eu preciso de ajuda, Apolo! Espere, que eu vou buscar ajuda!
— Marco, meu filho, acorde! Você está tendo um pesadelo! A voz da minha mãe, doce como caqui bem maduro, chegou aos meus ouvidos feito um remédio, um bálsamo.
Que alívio! Tinha sido só um sonho, o sonho mais horrível de todos os que eu já tinha sonhado!
— Ô mãe, eu... eu... eu não consigo, mãe!
Foi só o que fui capaz de dizer, pois aquele nó, de repente, desentalou e voou garganta afora, me fazendo desatar num choro convulsivo.
Chorei, chorei, chorei sentido no colo da minha mãe, que ia me dizendo palavras carinhosas, de conforto. Dizia que ia me ajudar a encontrar o Apolo, que todos iam me ajudar, meu pai, minha irmã, os vizinhos, os parentes, os amigos, meus colegas de escola, que a gente ia mandar colocar faixas e cartazes na rua, nos jornais e até no rádio a gente ia pedir pras pessoas ajudarem a achar o bóxer mais lindo e simpático do mundo! Se precisasse, arrematou minha mãe, a gente ia até pra televisão!
Acho que foi isso que me acalmou de verdade, e me fez adormecer outra vez, com a cabeça no colo da minha mãe, as pernas no colo do meu pai e a mão agarrada na mão da minha irmã mais velha, pois os dois tinham acordado também com o barulho do meu choro.
Só lembro que um bem-estar maravilhoso inundou meu coração dolorido e minha cabeça confusa: eu tinha conseguido dizer que não ia conseguir sozinho. E agora, sim, com a ajuda de tanta gente, tinha a certeza de que ia encontrar o meu Apolo!
No dia seguinte, logo cedo, começou a maratona. Minha irmã saiu pra providenciar as faixas que a gente ia mandar esparramar pelas redondezas, minha mãe foi cuidar das notas nos jornais e nas rádios e meu pai foi mesmo tentar a televisão! Eu fiquei fazendo cartazes pra colocar em açougues, padarias, supermercados, farmácias e na minha escola, que não ficava longe de casa. Até dona Anita, a senhora que vinha fazer a faxina uma vez por semana e que gostava muito do Apolo, fez uma promessa pra São Lázaro e outra pra São Francisco, que, segundo ela, também protegem os animais, e acendeu uma vela grossa, aquela de sete dias, pra cada um deles.
Por falta de santo, de reza e de promessa, de faixas e cartazes, notas e notícias é que o Apolo não ia continuar desaparecido por muito mais tempo. Com tantas providências a serem tomadas, o dia acabou passando depressa. Mas, na hora do jantar, quando comecei a olhar a escuridão da noite, pela janela, meu coração ficou apertado de novo. As lágrimas já saltavam pelos olhos sem que eu pudesse ou quisesse me controlar. Ainda bem, pois só o choro desmanchava aquele nó que teimava em amarrar minha garganta.
Depois de engolir um prato de sopa e uma xícara de chá de melissa, fui pro meu quarto. Achei que fosse demorar pra dormir, mas me enganei. Foi só deitar na cama que o cansaço causado por tanta emoção acabou me vencendo. Fechei os olhos e peguei no sono antes de acabar de rezar pra todos os santos que gostam de cachorros, como a dona Anita tinha me ensinado.
O toque comprido da campainha me acordou na manhã seguinte. Era cedo, muito cedo, pois ainda não tinha clareado direito. Pulei da cama e desci as escadas correndo, com o coração pulando dentro do peito. Abri a porta e sabe com quem dei de cara, ou melhor, de focinho?
Com o meu Apolo! O meu Apolo! Eu já tinha pressentido que era ele! Embrulhado em uma manta xadrez, pois era junho, 13 de junho, dia de Santo Antônio e do aniversário da minha amiga Serafina, e estava fazendo muito frio, o meu cachorro voltou inteiro, sem nenhum machucadinho, graças a Deus!
Enquanto meu pai agradecia e minha mãe servia um café quentinho pro senhor que tinha vindo trazer Apolo, eu só queria saber de abraçar o meu maior, melhor e mais querido amigo e companheiro, que quase gastou a língua de tanta lambida que me deu!
Pedi licença pro seu Fontes, era esse o nome do salvador do Apolo, ou melhor, do meu salvador, depois de agradecer também, claro, até dei um beijo no rosto dele, e levei o Apolo pro quentinho da minha cama. Primeiro eu queria, eu precisava ficar sozinho com ele, matar a saudade, alisar seu pêlo macio, falar as coisas que ele mais gostava de ouvir...
Depois, só depois, pediria a minha mãe que me contasse toda a história que estava ouvindo do seu Fontes, a pessoa que, sem saber, tinha devolvido uma parte de mim mesmo. E que, por isso mesmo, contaria com minha gratidão eterna.
P.S.: Passados uns dois meses, o seu Fontes apareceu em casa, de novo, com um "pacotinho" nas mãos: era um dos filhotes da Diana, cara e focinho do pai... O filho de Apolo e Diana foi batizado de Aquíles.
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Fonte: http://www.scribd.com/doc/7074327/Literatura-Em-Minha-Casa-Contos-Varios-Autores-Quem-Conta-Um-Conto
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E, por último, como produção final do trabalho, solicitei aos alunos que escrevessem sobre uma passagem do texto, aquela que mais chamou a atenção e fizessem um resumo. Tal não foi minha surpresa quando uma aluna pediu permissão para fazer o texto em forma de poesia "com rima, professora!" Adorei a ideia e incentivei-a a fazer:

Segue abaixo a transcrição, na íntegra, do texto da aluna Gabriele Bezerra de Araujo (7ª série B) - EE Domingos Paro - Ibitiuva, distrito de Pitangueiras-SP.).

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MARCO E APOLO
Eu era sozinho!
Queria fazer tudo sem ninguém me ajudar...
Era pequenino
E não tinha ninguém para brincar.

Até que um dia me mudei
para uma casa sensacional
E peguei para criar
Um cachorrinho especial!

O nome dele era Apolo
uma gracinha de cãozinho
E quando saia para ir para a escola
Ele ficava tristinho.

Mas assim que eu chegava
Ele começava a pular
Vinha correndo em minha direção
Querendo brincar...

E quando fiquei doente
Peguei uma maldita catapora
Ele ficou dentro do meu quarto
Ali ao meu lado, sem ir para fora.

Mas assim que eu fiquei melhor
Eu voltei a ir pra escola.
Um dia cheguei
E meu cachorrinho não encontrei.

Fiquei preocupado
Achei até que não ia dormir.
Mas quando deitei na cama
Em um sono profundo cai.

E nesse sono sonhei
que tinha encontrado o Apolo
Ele estava a beira de um precipício
Chorando e querendo colo.

Logo minha mãe me acordou dizendo:
__ Calma, é apenas um pesadelo!
E eu dizia a ela:
__ Mãe, estou com medo!

__ Calma meu filho
Amanhã ao levantarmos
procuraremos Apolo
Até o encontrarmos!

No outro dia, quando levantamos
E abrimos a porta...
Apolo estava ali - gritei!
Meu cãozinho está de volta!

Foi tanta alegria
Foi tanta emoção
Que nem liguei para quem o trouxe
Peguei logo Apolo na mão!

Depois que brinquei bastante
Quis conversar com o senhor Fontes.
Mas ele não trouxe só o Apolo:
Trouxe Aquiles, filho de Apolo e Diana - o filhote.

Fiquei triplamente feliz
Porque agora tenho três:
Apolo, Diana e Aquiles,
Fiquei feliz de uma vez!

Agora terminou a história!
Já terminei de rimar!
Minha querida professora,
Um 10 mereço ganhar!!!

_________________________

Parabéns Gabriele! Invista em você! Invista no seu talento!

8 comentários:

blogG As Idéias de Uma Garota disse...

Nossa...muito boa a historia do Marcos e Apolo, não?minha professora de português havia dado o texto pra classe...ela até deu uma prova!!!que bom alguém também gosta de Marcos e Apolo!Continue colocando postagem sobre livros, isso é muito bom par os leitores!acho que também vou por historias no meu blog...tchau.;)

blogG As Idéias de Uma Garota disse...

Gostei muito da historia!!!visite meu blog http://blogg-asideiasdeumagarota.blogspot.com/

blogG As Idéias de Uma Garota disse...

Parabens, gostei do texto!Visite meu blog:http://blogg-asideiasdeumagarota.blogspot.com/

blogG As Idéias de Uma Garota disse...

Parabens, gostei do texto!Visite meu blog:http://blogg-asideiasdeumagarota.blogspot.com/

blogG As Idéias de Uma Garota disse...

Parabens pelo blog e pelo texto!visite meu blog tambem:http://blogg-asideiasdeumagarota.blogspot.com/

blogG As Idéias de Uma Garota disse...

Muito bom o blog...vai no google e digite blogG as ideias de uma garota!Ahh...gosei muito do texto Marco e Apolo, mas que mudança do menino por motivo do cachorro!eu quero ter um desses rsrsrsrs...
Parabens!

Anônimo disse...

gostei muito desa historia emocionante e que podemos refletir e aprennder, é mito intressante esa historia me deu ideas que pensei em fazer um livro de historiaas em forma poesias pois eu gosto de rimar tenho mutas ideias e muita coisas posso criar...

Rafaela disse...

muito bom o seu site essa poesia me ajudo muito em um trabalho de escola obrigado :*

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