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terça-feira, julho 28, 2009

ADIAMENTO DA VOLTA ÀS AULAS NO ESTADO DE SÃO PAULO

Terça- feira, 28 de Julho de 2009 18h00


ADIAMENTO DA VOLTA ÀS AULAS



A Secretaria de Estado da Educação, por recomendação da Secretaria de Estado da Saúde, determina que a volta às aulas do segundo semestre seja adiada para o dia 17 de agosto. As escolas que já tiveram retomado as aulas deverão suspendê-las até a referida data.

O governo do Estado tomou esta decisão para tentar reduzir a transmissão do vírus influenza A H1N1.

No último dia 8, a secretaria de Estado da Educação realizou uma videoconferência para os 210 mil professores da rede para orientar os docentes sobre a doença e como evitá-la no ambiente escolar.

Até o momento não foram registrados casos de gripe suína na rede estadual de ensino.


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quinta-feira, julho 23, 2009

AS MENINAS

Hoje esse vídeo caiu em minhas mãos. Minha filha o fez para aprender a lidar com o Movie Maker (programa para criação de filmes). Eu achei tão bonitinho, tão fofo, que não resisti a tentação de postá-lo aqui no meu Blog. Talvez ela me odeie por isso, mas quero correr esse risco e compartihar essa fofura com os meus amigos.

Tiffany é minha cachorrinha Poodle, Doroty é uma Fox Paulistinha (ou mais ou menos isso!), Darlene é uma cachorrinha Poodle da família Gamboni em Pitangueiras-SP. Elas são umas gracinhas!

Não podia deixar de registrar aqui os parabéns à Lays, minha filha, afinal, por ser seu primeiro vídeo, ficou muito, muito bom mesmo!

Justificar video

domingo, julho 19, 2009

UMA LINDA HSTÓRIA DE AMOR... DANIELA & ANDERSON



Prólogo


Não cabe aqui estender-me na apresentação do que os leitores vão encontrar no decorrer desse texto que muito humildemente me atrevo a escrever. Coloco a minha alma e o meu coração nas pontas dos meus dedos para que cada palavra digitada possa refletir (ou pelo menos tentar) a verdade dos fatos.
Atrelar o romantismo ao pieguismo sei que é possível, como sei que muitos o fazem para esconder, disfarçar ou até mesmo fugir dos próprios sentimentos. Prefiro crer na capacidade que as pessoas têm de amar, independente das opiniões que isso possa gerar. Eu ainda sou do tipo que acredita no amor vencendo toda e qualquer barreira. Pieguice? Que seja! Já dizia o grande poeta português Fernando Pessoa "Tudo vale a pena se a alma não é pequena". E essa história que aqui vou relatar é prova cabal disso.
Seria 2008 o ano da virada nas vidas de

Anderson e Daniela
?
Ele, meu primo, morador da pequena e pacata cidade de Pitangueiras, Estado de São Paulo. Trabalha com venda de motocicletas e cursa Administração de Empresas em Ribeirão Preto-SP. Filho de Virginia Gamboni e Dércio Coltro - ela, modista, ou melhor, uma verdadeira "artista da moda"- uma celebridade; ele, fotógrafo de profissão (e dos bons!). Anderson, ainda criança, recebeu o carinhoso apelido de "Gordo" (por ser uma criança dessas que chamam a atenção pela beleza e por, desde que nasceu, ser "grande". Assim, foi inevitável o "fofinho", "gordinho"... etc. - Conforme ia crescendo, o "inho" já não cabia mais, aí o "Gordinho", passou a ser "Gordo" (mesmo). E nem pensem que o apelido o constrange e, se isso algum dia aconteceu, ele jamais deixou transparecer. Virou sua marca registrada. Afinal, carismático como só ele, "Gordo" virou sinônimo de "carinho", "gente boa", "o cara", "o melhor", "o legal"; "o amigão", "a pessoa que se pode contar sempre", "alguém em quem se pode confiar", "alguém com um coração imenso", "o cara do bem" e assim por diante. Nem pense, você que está lendo esse relato, que estou a exagerar simplesmente pelo fato de que se trata de alguém da família. Transcrevo aqui a opinião de todos que o cercam e que o admiram (e olha que não são poucos!).
Nas coisas do coração, Anderson sempre foi muito tranquilo e também muito reservado: sempre "na dele". É óbvio que teve lá seus "casos", "namoros"... A família, no entanto, não apostava muito que, algum dia, alguém conseguisse ocupar plenamente "o terreno". Reservadíssimo quando o assunto era namoro, casamento ou coisa do gênero, ele sempre se esquivava dizendo: "Casamento? Isso não é pra mim, não!"; "Deixa pra lá, tá bom assim... casar pra quê?"; "Ainda não apareceu a pessoa certa..." etc...

Ela - Bem... tudo aconteceu mais ou menos assim:

Estava eu em Jundiaí-SP. desde 2005 quando assumi meu cargo na EE Profa. Maria José Maia de Toledo e, em 2007, conheci a Daniela, que também vinha para dar aulas na mesma escola.
Daniela é dessas pessoas que nos cativam à primeira vista. É franca, direta, sem meias palavras ou rodeios... "gosto, gosto - não gosto, não gosto"!
O fato de ter na escola alguém de Bebedouro-SP. instigou-lhe a curiosidade, uma vez que, residem nesta cidade, alguns parentes dela cujo sobrenome é Nappi. Aleguei que conhecia pelo menos dois integrantes dessa família, com os quais eu já havia trabalhado: José Manoel Bosh Nappi e Leandro Bosh Nappi, que vim a descobrir na ocasião que eram seus primos. Ela também me disse que em Pitangueiras-SP. e no distrito de Ibitiúva, residiam alguns familiares da sua mãe e o sobrenonem era Curciol. Pronto! Foi a partir daí que teve início o que mais tarde se transformaria em uma "grande amizade".
Daniela é filha de Luiz Nelson Nappi e de Inêz Ap. Curciol Nappi, já falecida. Possui duas irmãs, Silvia Helena e Angela Maria. Daniela morava com o pai, mas passava a maior parte do tempo sozinha, já que o senhor Luiz ficava no sítio em Nova Granada.
Começamos assim a fazer companhia uma para outra. Trabalhávamos juntas, desenvolvíamos os projetos da escola, nos aventuarávamos na cozinha, passeávamos por Jundiaí - íamos aos Shoppings e passávamos a maior parte do tempo juntas. Segurávamos "a barra" uma da outra. Ouvíamos as lamúrias uma da outra, dávamos conselho quando necessário, oferecíamos o ombro para que a outra pudesse chorar, ríamos de nós mesmas e, com isso e por tudo isso, fortalecíamos a nossa amizade. Acredito sinceramente, e sei que ela compartilha da mesma opinião, pois já falamos a respeito, que se fôssemos irmãs, talvez não nos déssemos tão bem, não fôssemos tão cúmplices.
O Começo

Foi daí que, um belo dia, estava eu na escola, em um desses momentos raros de "nada para fazer", que peguei o meu notebook e comecei a navegar pela Internet. Acessei o Orkut e, vendo algumas fotos (para matar a saudade...), surge a Dani: "Quem é esse aí da foto?". Respondi: "Meu primo "Gordo"!". Ouvi prontamente um: "Nossa! Interessante! Solteiro?" (risos!!!). E aí a conversa foi longe... Não consigo me recordar ao certo se estávamos em abril ou maio... Não importa! Era, abril ou maio de 2008.
Em uma festa de família, comentei com o Andereson que uma amiga havia visto uma foto sua e que fez comentários bem "interessantes". Mostrei a ele uma foto da Dani e o "Nossa! Interessante!" foi substituído por "Nossa! Ela é loira!"

A Internet
Lays, minha filha, estava com a minha mãe, Lurdes, em Pitangueiras, ajudando a minha tia, Virginia. Começamos a nos falar pelo MSN. A Dani, do meu lado, também começou a interagir. Lays perguntou, então, se podia passar seu MSN para o Gordo. Dani disse que sim. Cinco minutos depois os dois já estavam se falando. E pasmem: o Anderson nunca foi adepto dessas tecnologias. Nunca gostou de Internet, e-mail, Orkut...essas coisas. E, dessa primeira conversa, foram surgindo conversas diárias, cada vez mais longas, do tipo: "Fui dormir tarde... fiquei conversando com o seu primo até aproximadamente uma hora da manhã...".
As férias de julho

Antes mesmo das conversas pelo MSN entre a Dani e o Anderson, havíamos combinado de que ela viria passar as férias de julho na minha casa em Bebedouro-SP. e daqui ela iria para Nova Ganada ver seu pai, o senhor Luiz. Lógico que havia nesse momento um motivo a mais (talvez o maior e tinha nome e sobrenome - Anderson Coltro).
O encontro

Tive o privilégio de ser testemunha ocular do primeiro encontro do casal - 18/07/2008 - Dani estava ansiosa, porém, não mais do que o Anderson, que apareceu em casa, suando em bicas, (mas, lindo, como sempre!). Lays, minha filha, e seu namorado, Fabrício, também estavam presentes para registrar esse encontro memorável. O cara despojado e brincalhão, deu lugar a um homem sério, a começar pelo figurino, nada convencional ou parecido com o que ele habitualmente usa. Fomos espectadores do primeiro de muitos encontros que se sucederiam, o que não passava por nossas cabeças, no entanto, é que esse romance ficasse tão sério.
As idas e vindas
As férias foram ótimas. Muita festa e Festa do Peão em Pitangueiras. E o clima de romance estava no ar. Era visível em seus semblantes o quão felizes estavam. "E como se parecem!" - era o comentário mais frequente - "Parece que foram feitos um para o outro". Acreditam em "Almas Gêmeas?". Eufóricos, não se desgrudavam. Mas, como tudo que é bom, tende a terminar, não foi diferente com as férias que, fatidicamente chegaram ao fim.
O trajeto entre Bebedouro e Jundiaí foi marcado por muitas lembranças, muitas lágrimas e... telefonemas, muitos telefonemas - eu diria, "incontáveis"... haja celular! E quanta choradeira!
A partir de então, foram muitas idas e vindas... Daniela vindo para Pitangueiras... Anderson indo para Jundiaí... Em algumas ocasiões, os ônibus Danúbio Azul puderam ser testemunhas de muitas dessas viagens (e de muitas lágrimas também!).

A decisão

Dezembro de 2008, final do ano, término das aulas: Dani arrumou suas malas, sua mudança e "pé na estrada" ou... "Ka na estrada". Mudança radical. Dani e Anderson resolveram que iriam investir nesse amor!
"Vou embora para ser feliz. É muito bom ter "alguém pra chamar de seu""! "Nada me segura em Jundiaí, nada me prende aqui. Vou viver a "minha" vida agora. Vou ser feliz ao lado do "meu Gordinho"!
Feliz Ano Novo: 2009

Tudo NOVO na VIDA de Dani e Anderson.
Dani inciou o ano letivo dando aulas em Pontal e Pitangueiras, mas, logo conseguiu ficar com as aulas em uma só escola - EE Maria Falconi de Felício, em Pitangueiras-SP.
O Noivado

Anderson e Dani resolvem ficar noivos, para alegria geral da família. Em uma recepção íntima, só para a família e alguns poucos amigos. O namoro ganhava ares de um relacionamento mais sério e já era de se esperar que o casamento viesse em breve.

Daniela & Anderson: juntos no mesmo pedido!

Luiz, pai da Dani, Dani, Anderson, Dércio e Virginia, pais do Anderson, e o Padre para abençoar o casal

Emoção é assim: Sr. Luiz provou com esse abraço tão carinhoso, sob os olhares de Anderson e Dércio, que é preciso mostrar o quanto se ama, é preciso escancarar esse sentimento e, apenas dessa maneira é que podemos fortalecer os laços que nos atam às pessoas que amamos.
A Data
Dia 18/07/2009 foi a data escolhida para o enlace do casal. Claro que não foi coincidência. Essa data possui um significado especial para Dani e Anderson: foi a data do primeiro encontro. Eu e Aércio, Lays e Fabrício ficamos muito felizes com o convite para sermos padrinhos da noiva.

Chá-de-Cozinha
No dia 14/06/2009 aconteceu o Chá-de-Cozinha da Dani, reunindo parentes e amigas e muitos, muitos presentes. Foi uma FESTA!

E tudo vira festa!
* Veja mais detalhes do chá-de-cozinha neste mesmo blog, em postagens anteriores.
O Convite

A Cerimônia Religiosa

Anderson entra na igreja ladeado por seus pais, Dércio e Virginia

O pai e uma das irmãs da noiva

Sr. Luiz, pai de Daniela, entra na igreja com sua irmã, Silvia Helena

Os pais do noivo

Virginia Gamboni e Dércio Coltro

Os irmãos do noivo


Alisson e Edervania Coltro

Ana Carolina Coltro

Andrey Coltro e sua namorada, Camila
Os padrinhos

Pedro Gamboni e Sonia Coltro Gamboni

Adriano e Janaína Gamboni

`Silvana M. Moreli e Aércio Guilherme da Fonseca

Lays Gamboni Moreli e Fabrício Pires dos Santos


Gilberto José da Silva e Maria de Lurdes Gamboni
Os noivinhos


João Pedro Gamboni e Vitória

A chegada da noiva à Igreja Matriz de São Sebastião


Término da cerimônia religiosa - Saída dos noivos


Surpresa na saída da Igreja: um caminhão de som, comandado por Ricardo e Andréa, traz lindas mensagens e emociona a todos os presentes


Os bolos, doces e enfeites



Os porta-retratos que fizeram a diferença na decoração

Foto do casamento de Luiz Nelson Nappi e Inêz Ap. Curciol Nappi (in memorian) - pais da noiva
Foto do casamento de Dércio Coltro e Maria Virginia Gamboni - pais do noivo

A hora do champanhe: um brinde ao amor

As lembrancinhas: "Bem-casados"

O Cardápio

Jundiaí marca presença

Márcia, Gilmara, Maria do Carmo, Monallizza e o casal, Luciana e João Carlos, recém casados

Gilmara, Maria do Carmo, Daniela (a noiva!), Monallizza, Luciana e Márcia

Quanto vale a gravata do noivo?

Quanto vale a sandália da noiva?

Sem as sandálias, a noiva faz uso de chinelos (e lindos!) para descansar os pés!
The End? C'est fini? Fim?
Claro que não... Tudo isso é apenas o início de uma linda história de amor! E o que mais me emociona é, sem dúvida, saber que eu faço parte dessa história; saber que eu tive o privilégio de presenciar o nascimento de um sentimento tão lindo; saber que pude estar presente nos momentos mais felizes dessas pessoas que eu amo tanto, incluindo esse lindo casamento.
Peço a Deus que, na sua infinita bondade, coroe esse enlace com suas bençãos, dentre elas, filhos lindos!
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P.S.: Quero enfatizar que não foram postadas fotos de todos os padrinhos, bem como de todos os parentes dos noivos e também dos amigos, em virtude de não tê-las em mão. Fica, portanto, registrado aqui as minhas sinceras desculpas.

quinta-feira, julho 16, 2009

PROFESSORES MILIONÁRIOS NA COREIA DO SUL

Vejam o vídeo abaixo. É só acessar o link.



É, sem dúvida, muito interessante e mostra, infelizmente, o quão defasado está o nosso sistema de ensino e, comparativamente, como os professores são, aqui no Brasil, relegados a um segundo plano, enquanto lá, na Coreia do Sul, os mesmos têm status de celebridade.



http://tvig.ig.com.br/136224/professores-milionarios-na-coreia-do-sul.htm



É óbvio que estamos falando de culturas diferentes e, tecer comparações, pode parecer absurdo. Mas, é sempre bom lembrar que nada acontece do dia para a noite. É preciso começar, dar o primeiro passo.

Fica a pergunta que não quer calar: Professores: onde está a falha?

MARIO QUINTANA

"SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS
A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são 6 horas: há tempo...
Quando se vê, já é 6ª feira...
Quando se vê, passaram 60 anos...
Agora, é tarde demais para ser reprovado...
E se me dessem - um dia - uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre, sempre em frente...
E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas."
Mario Quintana (1906-1994), poeta brasileiro
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Fonte: Revista Nova Escola - Edição 175 - Setembro, 2004 - p. 66.

SERRA SANCIONA PROJETOS DO PROGRAMA +QUALIDADE NA ESCOLA


Quinta- feira, 16 de Julho de 2009 18h30

Serra sanciona projetos do Programa+ Qualidade na Escola

São criadas 80.000 vagas para professores

Só vai dar aula quem passar pela Escola de Formação

Vera Cabral é a diretora da Escola de Formação de Professores

São criadas jornadas de 40 horas e 12 horas para professores

Prova de temporários será obrigatória para atuação em classe

Decreto cria periodicidade para realização de concursos

O governador José Serra sanciona nesta quinta-feira (16/7) dois Projetos de Lei Complementar que vão contribuir decisivamente para a melhoria da qualidade de ensino oferecido os 5,3 milhões de alunos da rede estadual. Um dos projetos cria 80 mil novos cargos de professores de educação básica, permitindo com isso que novos concursos públicos sejam abertos pela Secretaria de Estado da Educação. O governador vai assinar o decreto que institui periodicidade mínima para realização de concurso e também anuncia a indicação da economista Vera Cabral à direção da recém-criada Escola de Formação de Professores.

Mestre em Economia pela Universidade de São Paulo, Vera foi diretora de Políticas Sociais da Fundação para o Desenvolvimento Administrativo do Estado de São Paulo (Fundap).

“Estamos enfrentando com muito vigor um problema fundamental da educação, que é melhorar a preparação do professor para a atuação na sala de aula”, diz o secretário de educação, Paulo Renato Souza.

Os projetos também criam duas novas jornadas de trabalho para os docentes. Uma delas é a jornada integral, com 40 horas de trabalho semanal, o que atende a uma antiga reivindicação dos professores do Estado. A segunda é a jornada reduzida, onde o docente trabalha 12 horas por semana.

A Lei também estabelece novas regras para o ingresso de professores na rede. Depois de selecionados em concurso, os docentes passarão por curso de capacitação para o exercício do magistério, que será oferecido pela Escola de Formação de Professores do Estado. Serão quatro meses de aulas com atividades em classe e práticas escolares. Durante este período, os candidatos a professor vão receber 75% do salário inicial da categoria.

O decreto do governador vai estabelecer periodicidade mínima para a realização de concursos públicos. Com o objetivo de evitar longos períodos sem a realização de concursos, o governo institui que os certames serão realizados obrigatoriamente ao fim da validade do concurso anterior. “É um esforço significativo do Estado para valorizar o professor e melhorar a qualidade da educação pública”, diz o secretário Paulo Renato.

Professores temporários

A contratação de professores temporários também sofre alterações, de acordo com o Projeto de Lei 19/2009, que também será sancionado nesta quinta-feira. Todos os educadores temporários deverão ser submetidos a uma prova antes de assumirem as atividades didáticas em sala de aula. A atribuição de aulas dos professores temporários também levará em conta requisitos de tempo de serviço e titulação.

O professor temporário só será admitido para ministrar aulas em uma das 5.300 escolas estaduais após ser aprovado no exame. Caso tenha garantida a estabilidade prevista na Lei 1010 (Lei da SP Prev), será assegurada a jornada mínima de 12 horas semanais, que será exercida em funções auxiliares do processo de ensino, fora da sala de aula.

A nova lei garante estabilidade, privilégio na atribuição de aulas e aposentadoria no regime previdenciário próprio do Estado, além de remuneração mínima equivalente à carga horária de 12 horas.

Já o professor que for reprovado na avaliação anual não dará aulas. Esses professores deverão obrigatoriamente prestar novamente o exame nos anos seguintes e garantirem a aprovação para poderem dar aulas, ou continuarão em atividades auxiliares ao ensino nas escolas.

Todas as medidas fazem parte do Programa + Qualidade na Escola, projeto audacioso lançado no último dia 5 de maio pelo governador José Serra e pelo secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza, que visa contribuir para a melhoria da qualidade do ensino público de São Paulo. Além das medidas apresentadas nesta quinta-feira, o programa também conta com a criação da Escola de Formação de Professores, que tem como tem como meta complementar o conhecimento dos professores da rede estadual de ensino de modo semelhante aos cursos de especialização, com atividades que vão direcionar os educadores para as práticas em sala de aula. “É um trabalho consistente e corajoso que vai melhorar a qualidade da nossa educação”, diz o secretário Paulo Renato.
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PROFESSORA DE PORTUGUÊS

Transcrevo, na íntegra, e-mail recebido de uma amiga do coração, Luciana Marreto. Eu dei boas risadas... Lú, você é demais, amiga!!!!

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Amiga foi impossível ler e não sentir saudades suas... até amanhã!!!!

Bjus!!!! Saudades!!!

Luciana Marreto

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Professoras de Português...


01 - Professora de português não nasce; deriva-se.

02 - Professora de português não cresce; vive gradações.

03 - Professora de português não se movimenta; flexiona-se.

04 - Professora de português não é filha de mãe solteira; resulta de uma derivação imprópria.

05 - Professora de português não tem família; tem parênteses.

06 - Professora de português não envelhece; sofre anacronismo.

07 - Professora de português não vê tv; analisa o enredo de uma novela.

08 - Professora de português não tem dor aguda; tem crônica.

09 - Professora de português não anda; transita.

10 - Professora de português não conversa; produz texto oral.

11 - Professora de português não fala palavrão; profere verbos defectivos.

12 - Professora de português não se corta; faz hiato.

13 - Professora de português não grita; usa vocativos.

14 - Professora de português não dramatiza; declama com emotividade.

15 - Professora de português não se opõe; tem problemas de concordância.

16 - Professora de português não discute; recorre a proposições adversativas.

17 - Professora de português não exagera; usa hipérboles.

18 - Professora de português não compra supérfluos; possui termos acessórios.

19 - Professora de português não fofoca; pratica discurso indireto.

20 - Professora de português não é frágil; é átona.

21 - Professora de português não fala demais; usa pleonasmos.

22 - Professora de português não se apaixona; cria coesão contextual.

23 - Professora de português não tem casos de amor; faz romances.

24 - Professora de português não se casa; conjuga-se.

25 - Professora de português não depende de ninguém; relaciona-se a períodos por subordinação.

26 - Professora de português não tem filhos; gera cognatos.

27 - Professora de português não tem passado; tem pretérito mais-que-perfeito.

28 - Professora de português não rompe um relacionamento; abrevia-o.

29 - Professora de português não foge a regras; vale-se de exceções.

30 - Professora de português não é autoritária; possui voz ativa.

31 - Professora de português não é exigente; adota a norma padrão.

32 - Professora de português não erra; recorre a licença poética.

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SERRA SANCIONA PROJETO QUE CRIA 80 MIL NOVAS VAGAS PARA PROFESSOR

16/07/2009 - 17h16


Serra sanciona projeto que cria 80 mil novas vagas para professor


Da Redação

Em São Paulo - Atualizada às 18h31



O governador José Serra sancionou nesta quinta-feira (16) dois projetos de lei que criam 80 mil novos cargos de professores de educação básica e modificam a jornada de trabalho. A medida ainda estabelece periodicidade para a aplicação de provas para a contratação de docentes: sempre que o prazo de um concurso público perder a validade, deverá ser realizado outro exame.


Segundo a Secretaria de Estado da Educação, ainda não há data prevista para a realização dos concursos. Os projetos de lei também estabelecem duas novas jornadas de trabalho. Uma delas é a integral, com 40 horas de trabalho semanal; a segunda é a jornada reduzida, com 12 horas de dedicação por semana.



Escola para os novatos na rede



A nova lei estabelece que o professor selecionado por concurso terá de passar por curso de capacitação - oferecido pela recém-criada Escola de Formação de Professores do Estado. Serão quatro meses de aulas com atividades em classe e práticas escolares. Durante este período, os candidatos a professor vão receber 75% do salário inicial da categoria.

As medidas sancionadas alteram ainda a contratação de professores temporários, que deverão ser submetidos a uma prova antes de assumirem atividades didáticas. A atribuição de aulas dos professores temporários levará em conta requisitos de tempo de serviço e titulação.

O professor temporário só será admitido para ministrar aulas em uma das 5.300 escolas estaduais após ser aprovado no exame. Caso não passe no teste, e tenha garantida a estabilidade, será assegurada a jornada mínima de 12 horas semanais, a ser exercida em funções auxiliares do processo de ensino, fora da sala de aula.

O temporário que não tiver a estabilidade e for reprovado terá de prestar novamente o exame nos anos seguintes.

As medidas sancionadas fazem parte do programa "+ Qualidade na Escola", lançado no dia 5 de maio pelo secretário da Educação, Paulo Renato Souza.


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Fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/07/16/ult105u8378.jhtm

quarta-feira, julho 15, 2009

CHARLES CHAPLIN... OU CARLITOS

"Não devemos temer os enfrentamentos.Inclusive

os planetas se chocam entre si e, do caos, nascem as estrelas."

Carlitos / Chaplin

"No lo debemos tener miedo a los enfrentamientos. Incluso

los planetas chocan entre sí, y del caos nacen las estrellas."

segunda-feira, julho 13, 2009

PROFESSOR NÃO CRÊ NO ÊXITO DOS ALUNOS, INDICA PESQUISA

13/07/2009 - 09h34

Professor não crê no êxito dos alunos, indica pesquisa

O estudo Violência e Convivência nas Escolas, realizado por pesquisadores da Ritla (Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana), aponta que mais de 60% dos docentes entrevistados têm certeza de que seus alunos vão abandonar os estudos para trabalhar. Além disso, só 15% dos professores acreditam que eles vão terminar o ensino médio e encontrar um bom emprego. "Na verdade, essa visão replica o que acontece na sociedade. Essa falta de crença no aluno é a mesma falta de crença e de compreensão que cerca o jovem de forma geral", afirma a autora do estudo, Miriam Abramovay.

Você acha que os professores precisam acreditar mais no êxito dos alunos? Opine

Para a educadora Guiomar Namo de Mello, a resposta dos professores não é simplesmente pessimista, mas está contaminada pelo que eles veem todos os dias na escola. "É uma atitude fatalista, mas com uma base muito clara na realidade que ele vê todos os dias. Talvez ele simplesmente não encontre saída na circunstância em que está." A educadora alerta que essas posições podem levar a um círculo vicioso - "uma profecia que se autorrealiza".

E uma outra pesquisa, divulgada em abril deste ano pelo Centro de Políticas Sociais da FGV (Fundação Getúlio Vargas), pode ajudar a entender esse círculo. O levantamento mostra que o principal motivo da evasão escolar de adolescentes é a falta de interesse. Dos jovens de 15 a 17 anos que abandonaram a escola, 40,1% deixaram por desinteresse. O trabalho é motivo para 27,1%; atualmente o ensino médio tem a maior taxa de evasão da educação básica - 661 mil estudantes entre 2005 e 2007. Entre 2004 e 2006, o número total de matriculados nas três séries caiu 2,9%, apesar de só 44% dos jovens de 15 a 17 anos, a idade correta, estarem matriculados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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domingo, julho 12, 2009

PROJETO LITERATURA FANTÁSTICA
- PARTE II -


Dando continuidade ao Projeto Literatura Fantástica, exponho abaixo imagens e textos produzidos pelos próprios alunos (EE Domingos Paro - Ibitiuva, distrito de Pitangueiras - SP. -
7ª séries A, B e C).


Renata Fernandes - 7ª série C


O MENINO DO MAL



Em um lugar muito distante, mas muito conhecido pela vizinhança, havia uma casa enorme, que mais parecia um palácio, de tão bonita que era.


A vizinhança de lá, porém, dizia que uma história aterrorizante havia acontecido há uns quinze anos, no entanto, eles não acreditavam muito nessa história. E a casa estava a venda.

Marilene ficou sabendo da venda da casa e resolveu comprá-la. Ela e seu marido, Márcio, foram conversar com os donos e fecharam o negócio – compraram a casa e para lá se mudaram: Marilene, Márcio, seus três filhos - Júlio, de três anos, Luana, de sete anos e Marcos, de nove anos, a mãe e um irmão de Marilene.

Dois meses depois Marilene ficou grávida. Sua família estava muito feliz. Márcio, então, estava tão feliz que começou a pular de alegria.

Com o passar do tempo, Marilene chega ao seu oitavo mês de gravidez. Ela começa a sentir dores muito fortes. Sua bolsa estourou e ela começou a gritar por seu marido:

__ Márcio, Márcio, a minha bolsa estourou...

Márcio sai correndo, só que não havia mais tempo para levar Marilene ao hospital. Ele lembra que morava ali por perto uma parteira e sai para buscá-la.

Ao chegar, chama desesperadamente pela parteira. Ela o atende e ele diz:

__ Vamos até a minha casa, por favor. Minha mulher está para ter um bebê. A bolsa dela estourou...

A parteira sai correndo para a casa de Márcio. Quando ela vê a situação de Marilene, fica preocupada e diz:

__ Vou fazer o possível e o impossível para salvar o seu bebê.
Infelizmente já era tarde. O bebê de Marilene já não respirava. Estava mole, sem vida. A parteira diz:

__ Sinto muito, mas não foi possível salvá-lo.

Marilene, desesperada, com o bebê ali em seus braços, chorando sem parar, começou a gritar.

__ Meu filho tem que se salvar, ele não pode morrer!

Havia na casa em que moravam um espírito mau e ele queria uma pessoa na terra para praticar o mal. Ele resolve salvar o bebê de Marilene e transformá-lo, mais tarde, em um menino do mal.
De repente o bebê de Marilene começa a chorar e a respirar normalmente. Ela começa a gritar:

__ O meu bebê está vivo! É um milagre! Ele está vivo!

Márcio corre em sua direção, emocionado. Abraça Marilene muito feliz por seu filho ter sobrevivido e, por tudo isso, deram-lhe o nome de Salvador.

Nove anos se passaram e foi aí que começaram a ocorrer alguns acontecimentos estranhos na família de Marilene.

Dona Zé estava preparando o jantar quando ouviu Salvador chamar:

__ Vó, vem aqui pra eu te mostrar uma coisa...

__ Onde você está Salvador?

__ Estou aqui em meu quarto...

Dona Zé caminhou até o quarto do menino e, de repente, quando ela abriu a porta, Salvador diz:

__ Vó, olhe para cima!

Quando ela olha para cima, uma flecha cai em sua direção acertando o seu olho. A flecha perfurou o olho e a cabeça e ela acaba morrendo.

Salvador finge estar assustado e começa a gritar.

__ Socorro! Pai, mãe, socorro!

Marilene chega assustada e pergunta:

__ O que aconteceu Salvador?

__ A vó morreu. Ela está sangrando lá no meu quarto... eu entrei para pegar uma roupa e ela estava estirada no chão.

Marilene e Márcio correm para o quarto. Dona Zé, mãe de Marilene, está estirada no chão. Eles começam a chorar e ficam desesperados.

Márcio liga para a funerária para que venham buscar o corpo de sua sogra. Ninguém percebe que Salvador estava rindo.

Depois de dois meses, Salvador apronta novamente e dessa vez é com sua irmã, Luana.

Luana já estava com dezesseis anos e encontrava-se em seu quarto se arrumando para sair com o seu namorado. Ele foi buscá-la para irem à uma festa da escola. Márcio chamou-o para entrar. Salvador aproveita para sair e danificar os freios do carro do namorado de Luana.

Eles saem com o carro. Um caminhão vinha na direção deles. O motorista estava bêbado e não conseguia controlá-lo. O namorado de Luana tenta frear o carro e só aí percebe que os freios não estão funcionando. O caminhão bate no carro. O carro explode. Luana e seu namorado morrem na hora.

Marilene ouvindo o barulho fica muito assustada e sai correndo. Quando ela chega perto do carro, percebe que era o carro em que sua filha estava. Desesperada grita por seu marido e começa a chorar. Ela desmaia. Márcio chega e vê sua esposa estirada no chão. Ele começa a chorar e tenta reanimar sua esposa que não acorda. Os vizinhos tentam ajudar, trazem um copo de água. Márcio molha as mãos e o rosto de Marilene. Ela acorda assustada e pergunta:

__ O que aconteceu com a minha filha?


__ A nossa filha sofreu um acidente de carro, não resistiu e morreu.

Marilene e Márcio se abraçam e começam a chorar. Salvador vai até o carro, arranca os olhos de Luana, vai até Marilene e diz:

__ Mãe, olha o que eu achei!

Marilene pegou os olhos de Luana nas mãos sem se dar conta, porém, quando percebe que se trata de olhos, ela os joga para cima e começa a gritar.

Salvador adorou ver sua mãe sofrendo daquele jeito. Ele ri satisfeito.

O tempo passa e, aproximadamente um ano depois, Salvador apronta de novo, agora com o seu irmão Júlio.

Júlio já estava com treze anos. Salvador entra em sua mente hipnotizando-o e dominando-a. A partir daí Júlio deveria obedecê-lo.

Salvador chamou sua mãe Marilene e diz:

__ Mãe, venha aqui... o Júlio está muito estranho...

__ O que você tem filho?

Júlio estava parado. De repente ele vai até a cozinha, pega uma faca. Salvador começa a comandar os pensamentos de Júlio e ele começa a cortar sua língua, depois os seus dedos. Sua mãe, desesperada vai até ele para tentar tirar a faca de suas mãos. Júlio enfia a faca no coração de sua mãe e depois no seu próprio coração.


Márcio chega do trabalho e vê aquela situação: sua esposa e seu filho, Júlio, jogados no chão, mortos dentro de uma poça de sangue.


Márcio começa a gritar desesperadamente. Sai correndo à procura de Salvador e Marcos.
Marcos estava dormindo, mas Salvador apenas fingia que dormia. Márcio entra no quarto dos filhos, chama-os e pergunta o que aconteceu ali.

Marcos não estava sabendo de nada e pergunta:
__ Por que, pai? Aqui não aconteceu nada, mas onde está a mãe?

Márcio se ajoelha no chão e começa a chorar. Salvador, fingindo não saber de nada, pergunta:

__ O que foi, pai? Por que você está chorando?

__ Sua mãe e seu irmão Júlio...

Marcos diz:

__ Fala pai. O que aconteceu com a mamãe e o Júlio?

Márcio, quase sem voz para responder, diz:

__ Sua mãe e seu irmão estão... estão mortos.

Marcos começa a chorar e a gritar:
__ Não! Não! É mentira sua. Não pode ser verdade...

__ Infelizmente meus filhos, é verdade.

Dias depois Márcio vai a uma vidente e começa a contar tudo o que estava acontecento em sua casa e pergunta:

__ Porque estão morrendo todos da minha família? Primeiro foi minha sogra, depois minha filha e agora minha esposa e meu filho...

A vidente começa a se concentrar e ver algumas coisas, e diz para Márcio:

__ O que eu vou falar para você não é nada bom.


__ Não... pode me dizer... eu tenho que fazer alguma coisa porque eu tenho mais dois filhos e um cunhado...

__ Você se mudou para uma casa muito bonita. Parece um palácio.

__ Sim... mas o que isso tem a ver?

__ Naquela casa em que você vive, há um espírito do mal que vive lá há uns vinte e cinco anos, mais ou menos...

Márcio fica bobo em ouvir aquilo e responde:

__ Ah... mas isso não pode ser não... Esssa coisa de espírito é tudo mentira...

__ Infelizmente é verdade.

__ Mas, não pode ser...

A vidente, então, diz:

__ Quando seu filho Salvador nasceu ele já estava praticamente sem vida. Esse espírito do mal queria uma pessoa que praticasse o mal para ele aqui na terra e, então, ele aproveitou aquela chance e deu vida a Salvador, tomou conta do seu corpo e da sua mente. Essas mortes estão acontecendo porque é Salvador que faz acontecer.

Márcio, sem saber o que pensar, responde:

__ Mas, como isso pode ser verdade?


Márcio começa a se lembrar de tudo que aconteceu, as mortes. Salvador estava sempre por perto. Lembrou-se dele rindo quando ocorreram as mortes, quando ele pegou os olhos de Luana e entregou-os a Marilene. Ele, então, pergunta à vidente:

__ Mas o que eu posso fazer para evitar o pior? Isso tem que parar... caso contrário, Salvador vai acabar matando todo mundo.


__ Para evitar mais mortes, você terá que matar Salvador.

Márcio começa a chorar e diz:

__ Eu não posso fazer isso... ele é meu filho!

__ Se você não fizer isso irá acontecer mais mortes e pelo que eu estou vendo, se você não agir o mais rápido possível, o próximo será seu filho Marcos.

__ O que eu tenho que fazer?

__ Você terá que preparar uma armadilha para Salvador. Deve ser em um local fechado, um porão, por exemplo. Você terá que atrair o Salvador para lá, pegar uma corda, amarrá-lo, colocá-lo no chão, pegar uma cruz e passá-la em Salvador. O espírito que está em Salvador não vai sair, mas vai ficar enfraquecido. Você pegará uma flecha que deverá perfurar o seu coração.

Márcio ouviu tudo com atenção e foi embora. Ele pegou uma cruz, uma corda e foi para o porão de sua casa preparar tudo certinho, como a vidente havia falado. Quando ele vê Salvador, fica muito assustado. Salvador percebe que Márcio está assustado.

__ O que foi pai, aconteceu alguma coisa?


__ Não, não aconteceu nada. Venha até o porão comigo, preciso te mostrar uma coisa.

Salvador, sem entender nada, vai até o porão com o seu pai. Quando ele se distrai e fica de costas, Márcio aproveita para amarrá-lo com a corda e deitá-lo no chão.

Salvador, então, pergunta:

__ O que você está fazendo pai? Você está louco?

__ Você provocou a morte de sua avó, de sua mãe, de seus irmãos...

__ Como você descobriu isso?

__ Isso você jamais saberá. Não interessa. Eu vou ter que te matar.

Salvador tenta sair, mas não consegue. Márcio pega a cruz e começa a passar em Salvador. Quando ele pega a flecha, Salvador diz:

__ Você não pode fazer isso comigo. Você é meu pai.

__ Você não é meu filho. É filho do diabo.

Márcio pega a flecha e perfura o coração de Salvador. Ele começa a se bater no chão até que sai uma voz estranha do corpo de Salvador. Era a voz do diabo:

__ Isso não vai ficar assim. Eu vou me vingar de você.


Márcio, muito assustado, levanta do chão, pega a cruz, apontando-a para Salvador:

__ Vá embora diabo e não volte mais aqui, nunca mais. Não há lugar para você aqui.

O espírito acaba perdendo as forças e vai embora.


No dia seguinte Márico arruma suas coisas e as do filho Marcos e pede para seu cunhado arrumar as suas porque eles iriam sair daquela casa.

Márcio, o filho e o cunhado foram embora daquela cidade e nunca mais se ouviu nada sobre o caso. Márcio estava feliz junto ao filho e nunca mais voltaram para aquela casa.
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MORTES MISTERIOSAS

Renata Fernandes - 7ª série C

Algumas coisas que acontecem são mesmo inexplicáveis.
Há muito tempo, em uma pequena cidade, um boato correu por lá.
Diziam que nessa cidade existia uma casa mal assombrada e que naquele lugar, coisas inexplicáveis aconteciam. Porém, nem todos acreditavam nisso e alguém comprou a tal casa.
Álvaro e Denise eram os novos donos daquela casa. Os dois tinham três filhos: Daniel, Rodrigo e Elena. O que eles não sabiam é que seus problemas estavam apenas começando.
Aconteceu um certo dia de estarem fazendo compras no mercado e uma senhora se aproximar e perguntar a eles:
__ Vocês são novos na cidade?
__ Sim. - respondeu Denise.
__ Em que lugar vocês estão morando?
__ Naquela casa da esquina... aquela grande e bonita! - respondeu Álvaro.
A senhora, séria, olhou para eles e disse:
__ Vocês estão loucos
__ Por quê? - perguntou Denise.
__ Aquela casa é mal assombrada.
__ Não, isso é mentira, essas coisas não existem... - Álvaro sorriu.
A senhora sai e vai embora, porém, ela volta-se para trás e diz a Álvaro e Denise:
__ Depois não digam que vocês não foram avisados.
A senhora vai embora. Álvaro e Denise se olham.
__ Mulher louca. Ela acha que a casa é mal assombrada. - diz Álvaro sorrindo.
Um ano se passa e tudo ia bem até que algo aconteceu. Daniel, o filho mais velho, conhece uma moça e resolve se casar com ela.
Denise, sem entender muito bem, aceita. Daniel se casa com Inês. Três meses após o casamento, Inês engravida e tem uma gestação muito complicada.
Chega o dia do nascimento do bebê. Daniel fica impaciente, louco de vontade de ver seu filho e sua esposa. Na sala de espera, anda de um lado para outro, ansioso. De repente a enfermeira vem com o bebê para que Daniel o veja. Ele fica feliz e emocionado ao ver seu filho.
__ E a minha esposa, como está? - pergunta Daniel à enfermeira.
__ Aguarde um momento que o médico virá falar com o senhor.
Daniel fica preocupado, espera. Depois de meia hora o médico aparece para falar com ele.
__ O estado de sua mulher é grave. Ela entrou em coma e talvez não sobreviva.
Uma semana depois e nada de Inês reagir. É quando, então, chega a notícia de que ela havia falecido.
Daniel fica muito abalado, muito triste. Para ele nada mais fazia sentido. Essa fatalidade o deixou tão triste que nem o próprio filho ele queria ver.
Quinze anos se passam e o pesadelo começa.
Jefferson, filho de Daniel, tornou-se um menino mal e triste. Naquela casa, acontecimentos estranhos começam a acontecer. Coisas que ninguém consegue explicar. Barulhos de correntes, portas que batem, passos pela casa, objetos que caem...
Álvaro e Denise começam a ficar com medo.
__ Vou descer e ver o que está acontecendo. Fique aqui. - Álvaro diz a Denise.
Álvaro desce e começa a andar em direção à sala de onde vinha o barulho. De repente, algo o atinge.
Denise, assustada, fica trancada dentro do quarto e não sai de lá. Ela percebe que já havia passado algum tempo e Álvaro não aparecia. Começa, então, a chamar por ele:
__ Álvaro, onde você está. Eu já posso sair?
Denise, muito nervosa, percebe que estão batendo na porta do quarto. Ela pergunta:
__ Quem está aí? É você Álvaro?
Ninguém responde.
Denise começa a gritar por socorro. Grita e grita mais. Grita tão alto, mas ninguém aparece. Continuam batendo na porta com muita força, até que a porta se abre.
__ Álvaro! Você me deu um susto! Ainda bem que chegou. Eu fiquei assustada! Eu chamava por você e você não respondia...
Denise fica parada quando uma barra de ferro a atinge. Ela é atacada com vários golpes na cabeça.
Elena e Rodrigo chegam da rua e encontram a porta aberta. Percebem que algo estava errado. Seus pais jamais sairiam de casa sem que antes trancassem as portas. Eles ficam preocupados e começam a chamar por seus pais:
__ Pai, mãe... onde vocês estão?
Ninguém responde.
__ Rodrigo, eu vou subir e ver o que está acontecendo. Talvez eles estejam dormindo. - diz Elena.
Elena abre a porta do quarto devagar e seus pais estão deitados.
__ Rodrigo, eles estão aqui, dormindo. - diz Elena.
Elena se aproxima da cama e resolve chamar sua mãe. Nesse momento ela leva uma pancada muito forte na cabeça e cai. São várias as pauladas em suas costas.
Rodrigo grita e chama por Elena:
__ Elena eu vou à casa de Daniel e já volto.
Rodrigo caminha em direção à casa de Daniel quando encontra Jefferson.
__ Oi tio Rodrigo, tudo bem? Eu estava indo para a sua casa agora.
__ Oi Jefferson. Seu pai está lá?
__ Não tio. Ele viajou.
Rodrigo decide voltar para sua casa. Quando chegam, Jefferson e Rodrigo tentam abrir a porta , mas ela está trancada.
__ Estranho. Quando eu sai a porta estava aberta.
Rodrigo pega a sua chave e abre a porta. Algo estranho estava acontecendo. No salão havia várias velas acesas, de todas as cores, pretas, brancas, vermelhas...
__ Jefferson, eu vou subir e você vai pedir ajuda... - Rodrigo sobe a escada correndo.
Jefferson sai correndo pedindo socorro. Encontra uma moça na rua que acabava de chegar do trabalho.
__ Moça, chama a polícia, algo estranho está acontecendo na casa do meu tio... - diz Jefferson.
__ Pode deixar que eu vou agora mesmo chamar a polícia. - diz a moça.
A polícia é avisada. Jefferson volta para casa. A porta estava aberta. Ele entra e pergunta:
__ Tio... onde você está?
Uma voz muito distante diz:
__ Estou aqui em cima. Venha cá!
Jefferson começa a subir a escada. Quando ele chega no alto da escada, alguém, rapidamente, o empurra. Ele desce rolando pelos degraus, batendo a cabeça com muita força e fica caído.
Tudo era um grande mistério. Quem teria atacado Álvaro, Denise, Rodrigo, Elena e Jefferson?
A polícia aparece no local após meia hora. O que os policiais encontram é algo terrível. Todos mortos, exceto Jefferson. Este estava vivo. Seu caso era grave, mas havia chances de sobreviver. O que ninguém sabia ou podia imaginar é quem teria cometido todos esses crimes.
Uma semana se passou. Daniel volta de viagem e fica sabendo tudo o que havia ocorrido em sua ausência e se desespera.
Passam-se três meses. Jefferson fica bem. Daniel começa a investigar o que teria levado à morte de sua família.
Não havia pistas. Nada foi descoberto até que uma nova morte aconteceu. Daniel estava morto.
O assassino que ninguém desconfiava era Jefferson. Ele confessou tudo.
Todos perguntaram o porquê de tudo aquilo. O que o levou a cometer os crimes. Como teve coragem de acabar com sua própria família.
Jefferson responde friamente:
__ Não sei por que fiz isso. Só sei que me vinguei de todos e agora estou feliz.

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Daiane Cristina Galvão - 7ª série A

A CASA


Certa manhã, chuvosa e neblinada, Bruna, que adorava caminhar pela cidade de manhãzinha, ao sol, ouvindo seu MP3, não gostou nenhum pouquinho de ver aquela chuva caindo bem na hora da sua caminhada, que já era uma rotina. A caminhada era uma forma de distrair a cabeça com pensamentos bons e estar em contato com tantas paisagens bonitas daquela cidade maravilhosa.
Sua mãe e seu pai iam trabalhar logo cedo e seu irmão ia para a faculdade. Quando Bruna não ia caminhar, ficava sozinha em casa de manhã, já que aquela garota de quinze anos só iria para a escola à tarde. Bruna estava no segundo ano do Ensino Médio.

Todos os dias ao chegar da escola, ela e suas amigas, Letícia, Carol, Isabela e Betinha, ficavam conversando na calçada da casa de uma das meninas. Às vezes, os meninos, Matheus, Léo, Jeferson, Lucas e Júlio, também vinham e, mais raramente, o Paulo Henrique também aparecia. Era muito divertido, eles ficavam conversando sobre vários assuntos e, como era de costume, sempre alguém contava uma ou algumas histórias de terror, suspense, mistério.

Certo dia, já anoitecendo, Jeferson decidiu contar uma história de terror que, segundo ele, era verdadeira e que havia acontecido com um amigo seu tempos atrás. A história era mais ou menos assim:

"Um grupo de amigos, parecido com o deles, brincavam de bola na pracinha do bairro, quando sem querer, a bola acabou caindo em uma casa que era muito assustadora. Aquela casa passava muito medo a quem a via ou ao menos lembrava ou pensava nela. Era uma casa toda suja, a pintura toda descascada, o jardim com as flores todas secas, com o gramado alto, folhas secas no chão e árvores mortas - não havia sequer uma folha nos galhos, enfim, era "tenebrante".

Diziam que naquela casa, morava um homem com idade avançada, que havia sofrido muito, em vários aspectos e, por esse motivo, resolveu se trancar dentro de casa e viver sozinho: somente ele e suas tristes lembranças que a vida havia lhe trazido. Diziam também que ele conversava com a casa e que a casa conversava com ele. Ela era, praticamente, sua companheira e a única família do velho homem.

Tudo isso, porém, é o que dizem. Se é verdade ou mentira não se sabe. O que se pode afirmar é que se trata de um grande mistério.

Quanto à bola que havia caído na casa, não se sabe o que aconteceu com ela, pois o menino, João, que foi corajoso em se arriscar para pegar a bola que havia caído atrás da casa, voltou, mas sem a bola e sem sua voz. Ele não conseguiu falar nada, nem após voltar da casa nem nunca mais!"

__ Nossa, Jeferson! Isso não pode ser verdade, aliás, nós nem conhecemos esse tal amigo seu e nós conhecemos todos os seus amigos! Pelo que sabemos também, você não tem nenhum amigo com esse nome. - disse Letícia que era a mais corajosa da turma das meninas.

__ Infelizmente Letícia, é tudo verdade, eu mesmo presenciei toda a história. Eu era muito novo, tinha por volta de seis ou sete anos de idade. - respondeu Jeferson.

__ Mas, então, por que não conhecemos esse tal de João? - perguntou Isabela.

__ É que com todos esses acontecimentos, João, juntamente com sua família, deixou amigos, escola e até a vizinhança para se mudar para outra cidade, próxima daqui.

__ Mas, por que ele se mudou? - perguntou Leonardo, ou como era chamado pelos amigos, Léo.

__ Nessa cidade, para onde ele se mudou, existem clínicas muito famosas, especializadas no caso de João. Seus pais vão pagar um tratamento de extremo avanço da medicina, para que João possa voltar a falar.

__ Mas, o que importa agora é que já está tarde e eu tenho que me recolher para amanhã bem cedo quando eu acordar, poder ir caminhar. Hoje de manhã estava chovendo e eu não fui, infelizmente. Letícia, quer ir caminhar comigo amanhã? - perguntou Bruna.

__ Claro que sim! - respondeu Letícia, com bastante entusiasmo.

__ Que bom. E você Paulo, quer ir com a gente? - perguntou Bruna.

__ Sim, eu aceito ir com vocês duas. - respondeu Paulo Henrique. - Com prazer.

__ Então a gente se vê amanhã às sete horas, aqui mesmo na minha casa para irmos caminhar. Certo? - disse Bruna.

__ Certo! - responderam Letícia e Paulo Henrique.

No outro dia, lá estavam, Letícia e Paulo Henrique, para caminhar com Bruna. Mas, naquele dia, Bruna mudou seu trajeto, passando em frente a uma casa, assustadora, com as mesmas características da casa da história que Jeferson havia contado no dia anterior. Letícia, que já havia caminhado com Bruna, perguntou:

__ Bruna, você nunca passa por aqui durante a caminhada. Por que essa mudança de trajeto agora?

__ Já está na hora de contar pra vocês até onde eu quero chegar com tudo isso, não é?

__ É, já está na hora de abrir o jogo com a gente. - respondeu Paulo.

__ Bem... eu não demonstrei, mas fiquei chocada e curiosa com a história que Jeferson contou pra gente ontem e, como ninguém perguntou nada sobre onde ficava essa tal casa, antes de ir dormir, eu liguei para o Jeferson e ele me explicou com detalhes em que lugar se encontrava a casa. Foi daí que chegamos até aqui e eu quero desvendar esse mistério que assombou esse pobre garoto, o João... Como vocês são os mais corajosos da turma, vão me ajurdar a entrar nessa casa, não vão?

__ Ai... Bruna, não sei não. - disse Letícia.

__ Acho que nós vamos nos meter numa grande enrascada! - exclamou Paulo.

__ Gente... confiem em mim, vai dar tudo certo. - afirmou Bruna.

__ E lá foram eles, os três, na tentativa de desvendar o mistério da casa.

Vocês querem saber o fim desse mistério?

Bem... eu também quero. Pois desta vez não foi só a voz das crianças que sumiu, foram elas, por inteiro. Bruna nunca mais fez sua caminhada, nem sozinha, nem com Letícia, Paulo ou qualquer outro amigo, pois os três desapareceram misteriosamente.

Desde então nunca mais ninguém se arriscou a entrar naquela casa ou pisar naquele gramado.

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sexta-feira, julho 10, 2009

SAUDADE... A LIÇÃO DA BORBOLETA

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Vasculhando minhas antigas agendas em busca de um número de telefone, me deparei com essa mensagem. Linda mensagem enviada por uma querida amiga (mais que amiga, uma irmãzinha - Narla!). Nos conhecemos em 2005. Passávamos pela mesma situação: estávamos em Jundiaí para assumirmos nosso cargo de professora na rede estadual de ensino. Fomos morar juntas, no mesmo apartamento: eu, Narla, Nerli e Simone (todas no mesmo barco!).

Vivemos muitas coisas juntas. Muitas alegrias, tristezas, angústias, ansiedades, certezas e incertezas, momentos de felicidade, momentos de desespero, de vontade de desistir, momentos de saudade intensa da família... E, tudo isso nos unia ainda mais. Éramos quatro guerreiras lutando para sobreviver à distância, ao sistema - aos problemas da educação. Sobrevivemos. E hoje, já não mais em Jundiaí, seguimos caminhos diferentes, mas ficou o mais importante: a nossa amizade.

Nerli, morava em Irapurú em 2005, mas sua família mudou-se para Santa Bárbara D'Oeste quando para lá ela foi removida. Simone deixou a Secretaria da Educação no final de 2005 - passou em um concurso do TRT e mudou-se para Orlândia-SP. Hoje está casada e reside em São Paulo, onde também cursa Direito. Narla está em Franca, feliz com os dois "filhotes": Layla e Rafael. Eu estou em Ibitiúva (por meio do Art. 22), distrito de Pitangueiras-SP, cidade próxima a Bebedouro-SP., onde resido, no entanto, minha sede continua em Jundiaí-SP (EE Profa. Maria José Maia de Toledo - Jardim São Camilo).

Assim, ficaram as lembranças. Inesquecíveis "cafés com conversa" - terapia formidável inventada por nós e os resultados puderam ser comprovados (Freud ficaria surpreso!). Descobrimos que "dividir é somar" (algum matemático se arrisca a explicar essa fórmula?). Descobrimos que a comunicação não precisa da Língua Portuguesa - muitas vezes precisa apenas de um olhar, um abraço, um sorriso e uma lágrima... Descobrimos que vale a pena investir naquilo que se acredita. Apostar no sonho (por mais impossível que ele possa parecer).

Eu me sentia muito frágil e via nas minhas amigas o apoio que eu precisava para seguir em frente, não esmorecer.

Talvez a Narla não se lembre mais dessa mensagem (A lição da borboleta) que ela me enviou em 29/06/2005, mas ela marcou a minha vida!

A LIÇÃO DA BORBOLETA

Um homem viu surgir uma pequena abertura num casulo. Sentou-se perto do local onde o casulo se apoiava e ficou a observar o que iria acontecer. Como é que a lagarta conseguiria sair por um orifício tão miúdo? Mas logo lhe pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso, como se tivesse feito todo o esforço possível e agora não conseguisse prosseguir.

Ele resolveu então ajudá-la, pegou uma tesoura e rompeu o restante do casulo. A borboleta saiu toda feliz, mas o seu corpo estava murcho, além disso era pequena e tinhas as asas amassadas.

O homem continuou a observá-la porque a qualquer momento as asas delas se abririam e se estenderiam para serem capazes de suportar o corpo que iria se formar. Nada aconteceu. Na verdade a borboleta passou o restante de sua vida rastejando com um corpo murcho e as asas encolhidas. Nunca foi capaz de voar.

O que o homem em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para sair através da pequena abertura eram o modo pelo qual Deus fazia com que o fluído do corpo daquele pequeno inseto circulasse até suas asas para que elas ficassem prontas para voar assim que se livrassem daquele invólucro.

Algumas vezes o esforço é justamente aquilo que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através da existência sem qualquer obstáculo, ele nos condenaria a uma vida atrofiada. Não iríamos ser tão forte como poderíamos ter sido. Nunca poderíamos alçar voo.

Silvana

Um abraço da amiga

Narla

Jundiaí, 29/06/05.

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(desconheço o autor)

Narla,

Obrigada por sua amizade, por seu carinho... que Deus a abençoe sempre!

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PENSE NISSO...

"A VANTAGEM DE TER UMA PÉSSIMA MEMÓRIA É DIVERTIR-SE, MUITAS VEZES, COM AS MESMAS COISAS BOAS COMO SE FOSSE

A PRIMEIRA VEZ".





(FRIEDRICH NIETZCHE)



"LA VENTAJA DE TENER UNA MEMORIA PÉSIMA ES LA DE DIVERTIRSE, MUCHAS VECES, CON LAS MISMAS COSAS BUENAS, COMO SI FUESE LA PRIMERA VEZ".



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ORAÇÃO DO PROFESSOR

ORAÇÃO DO PROFESSOR



"Obrigado, Senhor, por atribuir-me a missão de ensinar e por fazer de mim um professor no mundo da educação.

Eu agradeço pelo compromisso de formar tantas pessoas e te ofereço todos os meus dons.

São grandes os desafios de cada dia, mas é gratificante ver os objetivos alcançados, na graça de servir, colaborar e ampliar os
horizontes do conhecimento.

Quero celebrar a formação de cada aprendiz na felicidade de ter aberto um longo caminho para cada um. Quero celebrar as minhas conquistas exaltando também o sofrimento que me fez crescer e evoluir.

Quero renovar cada dia a coragem de sempre recomeçar.

Senhor! Inspira-me na minha voação de mestre e comunicador para melhor poder servir.

Abençoa todos os que se empenham neste trabalho
iluminando-lhes o caminho.

Obrigado, meu Deus, pelo dom da vida e por fazer de mim um educador hoje e sempre. Amém!"

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Obs.: Desconheço o autor.

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AGRADEÇO POR SUA VISITA!