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quarta-feira, fevereiro 17, 2010

19 DE FEVEREIRO: "AQUELE ABRAÇO"


Quarta de cinzas inspirou canção mais tocada de Gil


REPRODUÇÃO/AB
A situação de Gilberto Gil com o governo militar não andava bem. Pouco depois de ele e o parceiro Caetano Veloso terem sido soltos da prisão política, o tropicalista ia do Rio a Salvador, preparando-se para o exílio em Londres.
Foi no trajeto que nasceu a canção Aquele Abraço, em pleno voo, para “dizer bye bye e sumarizar tudo que estava vivendo antes de partir”. Gil lembrou-se da saudação com que os soldados o cumprimentavam na cadeia, retirada de um programa de tevê da época: Alô, moça da favela – aquele abraço! / Todo mundo da Portela – aquele abraço! / Todo mês de fevereiro – aquele passo! 
Remontava assim o dia 19 de fevereiro de 1969, quando os baianos deixaram o cárcere: “Revimos a avenida Getúlio Vargas ainda com a decoração de carnaval. Na minha cabeça, Aquele Abraço se passa numa quarta-feira de cinzas”. Gil explica que a melodia é simples porque foi feita no avião: “Ia mentalizando e anotando a letra num guardanapo”. Até hoje é sua música mais tocada.



Saiba Mais

Gilberto Gil: Todas as letras (Companhia das Letras, 1996).

Natália Pesciotta
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17 DE FEVEREIRO, MORRE DARCY RIBEIRO


DARCY RIBEIRO

Um monstro de entusiasmo


Darcy Ribeiro
Inseriu o indígena na agenda política. Semeou idéias. Apostou na democratização das escolas. Produziu obra indispensável para se compreender o Brasil.
Para segurar o filho irrequieto, dona Fininha transformou-o em auxiliar de suas classes noturnas de alfabetização de adultos. O menino ajudava os camponeses a desenhar as letras, conduzindo-lhes as mãos calejadas. Tomou gosto pela educação.
Mineiro de Montes Claros, em 1942, aos 19 anos, Darcy seguiu para a capital paulista. Formou-se em Antropologia e aventurou-se num trabalho de campo. Passou meses entre os índios da nação Urubu-Kaapor. Escreveria vasta obra etnográfica e de defesa da causa indígena.
“Devo aos índios ter-me tornado um ser humano.”



PROFESSOR NO EXÍLIO
Numa palestra, conheceu seu mestre, o educador Anísio Teixeira. Trabalharam em ambicioso programa de pesquisa sobre o ensino público. Darcy recebeu a incumbência de organizar a Universidade de Brasília (UnB). Em 1961, tornou-se primeiro reitor da instituição, à qual se referia como “minha filha”.
Crítico da elitização do ensino, no governo João Goulart foi ministro da Educação e chefe do Gabinete Civil. Com o golpe militar de 1964, foi prestar serviços aos povos vizinhos. Lecionou Antropologia na Universidade do Uruguai. No Peru, encabeçou o planejamento do sistema universitário. Promoveu reforma na Universidade do Chile, no governo socialista do presidente Salvador Allende, a quem assessorou diretamente.
Educação era uma obsessão. Como vice do governador Leonel Brizola no Rio de Janeiro (1983-87), implantou ousado projeto: os Centros Integrados de Educação Popular, Cieps. No último ano de vida, organizou a Universidade Aberta do Brasil; a Escola Normal Superior; e a Fundação Darcy Ribeiro. O maior feito foi elaborar e ver aprovada a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, conhecida como Lei Darcy Ribeiro.
“A rica direita brasileira, desde sempre no poder, sempre soube dar a melhor educação a seus filhos. Aos pobres, dava a caridade educativa mais barata que pudesse, indiferente à sua qualidade.”



DERROTAS E VITÓRIAS
Com a anistia (1979), Darcy e Leonel Brizola fundam o Partido Democrático Trabalhista (PDT). Em 1986 candidata-se a governador do Rio de Janeiro: é derrotado por Moreira Franco. Elege-se senador em 1990. Candidato a vice de Brizola em 1994, perdem para Fernando Henrique Cardoso. Em 35 anos de vida política, Darcy ganhou e perdeu, mas não deixou de brigar.
“Sou um homem de causas. Vivi sempre pregando, lutando como um cruzado, pelas causas que comovem. Elas são muitas, demais: a salvação dos índios, a escolarização das crianças, a reforma agrária, o socialismo em liberdade, a universidade necessária.”
Escreveu Carlos Drummond de Andrade: “Darcy é um monstro de entusiasmo que nenhum golpe feroz arrefece.” Darcy parecia responder ao poeta, ao dizer:
“Na verdade, somei mais fracassos que vitórias em minhas lutas, mas isso não importa. Horrível seria ter ficado ao lado dos que venceram nessas batalhas.”



ÚLTIMO PEDIDO
Patrono de toda uma linhagem de antropólogos, Darcy deixou mais de 30 livros, publicados em dezenas de países.
Em 1992, transformou-se em imortal da Academia Brasileira de Letras.
Descobriu câncer no pulmão em 1974. Voltou do exílio para a cirurgia. Contra todas as probabilidades, respirou por mais 23 anos com o pulmão restante. Em 1995, outro câncer. Internado, foge do hospital para terminar O Povo Brasileiro. Escreveu furiosamente até a morte, em 17 de fevereiro de 1997, aos 74 anos.
“Gostaria de ficar na memória das pessoas pedindo que sejam mais brasileiras.”

Janaina Abreu
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Fonte:http://www.almanaquebrasil.com.br/ilustres-brasileiros/um-monstro-de-entusiasmo/

terça-feira, fevereiro 09, 2010

09 DE FEVEREIRO: MORRE ARY BARROSO


ARY BARROSO

Nasceu e morreu sob o signo da música


Gozador, ranzinza, vaidoso, genial: assim foi Ary, um dos maiores compositores da história. Sua obra-prima, Aquarela do Brasil, é um hino extra-oficial do País.
Ary Barroso
Ary Barroso
O programa se chama Calouros em Desfile. O candidato, nervoso, querendo agradar o apresentador, canta:

Brasil, meu Brasil brasileiro
Meu mulato inzoneiro
Vou cantar-te nos meus velsos.

A voz rascante e mal-humorada do autor da música interrompe:
“O senhor vai cantar em seus velsos onde quiser. Nos meus versos, aqui, o senhor não canta.”
Era assim Ary Evangelista Resende Barroso, mineiro de Ubá, nascido a 7 de novembro de 1903, autor de No Ta­buleiro da Baiana, Canta Brasil, No Rancho Fundo, Baixa do Sapateiro, entre tantos clássicos.
Deve ter sido mimado pela avó Gabriela e pela tia Ritinha, que o criaram depois que perdeu os pais aos sete anos. A tia, pianista do Cine Ideal, fazia fundo musical para filmes mudos. Com ela, aprendeu a tocar. Técnica eficiente: o garoto tinha de percorrer o teclado com um pires nas costas das mãos. Se caísse o pires, Rita o castigava com vara de marmelo.
Aos 12 anos já se reveza com a tia no Cine Ideal e aos 14 toca Wagner, Beethoven e Chopin. Passa a compor aos 15 anos.


Juiz por 15 dias


Em 1921, Ary vai para o Rio estudar Direito. Leva pequena fortuna: 40 contos de réis, herdados de um tio. O dinheiro só dura até o terceiro ano da faculdade e Ary volta a tocar em cinemas. Interrompe o curso e volta a compor. Faz músicas para Olegário Mariano e Luiz Peixoto, que preparam o espetáculo de teatro de revista Laranja da China.
Retoma os estudos e em 1930 se forma. Ganha prêmio num concurso de marchinhas e casa com Ivone, filha da dona da pensão onde almoçava. Será sua companheira da vida inteira. Explicaria anos depois:
“Ivone não gosta de futebol, samba ou noite - essa é a razão do sucesso do nosso casamento.”
Tenta mudar de vida e toma posse como juiz em Nova Resende, Minas. Desiste da carreira em 15 dias e volta ao Rio. Vira pianista de rádio, continua a fazer música para teatro de revista. Estrelas como Mário Reis, Sílvio Caldas, Francisco Alves e Carmen Miranda passam a gravar músicas dele. Trabalha como locutor esportivo, humorista e apresentador de programa de calouros.
Narrando futebol, fica famoso com a gaitinha de boca que toca a cada gol e também por sua descarada torcida pelo Flamengo. Com calouros era rigoroso. Em 1937, trabalhando na Rádio Tupi, instituiu o gongo para desclassificar candidatos no programa Calouros em Desfile.


Capricho do destino


Sua obra-prima nasce em noite de chuva. Sem poder sair de casa, vai para o piano. Enquanto mulher e cunhado conversam, nasce um samba. O tom é otimista, para contrabalançar o pessimismo com que o brasileiro vê o País em 1939.
Aquarela do Brasil lhe dá fama internacional. Passa a fazer trilhas para filmes americanos, apresenta-se nos Estados Unidos. Walt Disney o convida para diretor musical de seus filmes. Ary agradece, mas não aceita: em Hollywood não tem Flamengo.
Nos anos de 1950, liderava a briga contra autores do samba-canção abolerado. Dizia que era do “telecoteco”, não do “sambolero”. Torceu o nariz para a bossa nova.
No fim da década, sentia-se esquecido. Pensou até em adotar pseudônimo americanizado. O boêmio começava a receber sinais da cirrose hepática. O destino que prega peças é o mesmo que providencia homenagens sutis: Ary se foi num domingo de carnaval, 9 de fevereiro de 1964, enquanto a escola de samba Império Serra no desfilava na avenida, tendo por enredo Aquarela do Brasil.

Reprodução/AB
“O melhor produto do Brasil ainda é o brasileiro.”
Câmara Cascudo
Luiz Henrique Gurgel
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Fonte: http://www.almanaquebrasil.com.br/ilustres-brasileiros/nasceu-e-morreu-sob-o-signo-da-musica/

09 DE FEVEREIRO: DIA DO FREVO


Tu freves. Ele freve. Eu frevo.

Em fevereiro de 2007, o frevo completou 100 anos.
Há em Pernambuco uma música e uma dança que nenhuma terra tem. É o frevo, que toma as ruas de Recife e Olinda e faz a multidão ferver, ou frever - daí o nome, corruptela tão popular. É preciso fôlego para trançar as pernas em passos tão diversos. É tanta energia que nem parece: esse pernambucano arretado está fazendo 100 anos. E o melhor: na festa, há lugar para modernidade e tradição, sem rixas ou competições.

A história registra. Em 9 de fevereiro de 1907 a palavra frevo apareceu pela primeira vez na imprensa. Foi no Jornal Pequeno , de Recife. No entanto, há muito já se frevia por aquelas paradas. A origem está no tradicional - e hoje descaracterizado - bairro de São José. Começou com os capoeiras à frente de bandas marciais. Eram duas as principais que desfilavam por Recife: O Quarto (Quarto Batalhão de Artilharia) e o Corpo da Guarda Nacional, apelidado Espanha porque o maestro era espanhol.
Cada folião tinha a sua preferida. Quando as bandas se encontravam, os conflitos eram comuns. Em 1856, a polícia proibiu o desfile dos capoeiras. Eles então se organizaram em clubes e trataram de disfarçar os movimentos com passos de dança. As sombrinhas, hoje estilizadas, eram os guarda-chuvas usados para a defesa pessoal no passado.
O galo da madrugada
O galo da madrugada
Ao longo da folia, as bandas aceleravam e diminuíam o ritmo. Os dançarinos acompanhavam, dando origem aos mais de 100 passos registrados hoje. Assim, dança e música se desenvolveram ao mesmo tempo.
José Lourenço da Silva, o Capitão Zuzinha , regente da banda do 40º Batalhão de Infantaria do Recife, estabeleceu a diferença entre o novo gênero musical e os que o formaram (polca, maxixe e dobrado). Mais adiante seria feita a divisão entre três principais tipos:
frevo-de-rua Instrumental. Divide-se em frevo-coqueiro, frevo-ventania e frevo-abafo. Esse último, executado quando uma orquestra encontra outra e tenta abafar o som alheio.
frevo-canção Mais semelhante à marchinha carioca. Tem letra.
frevo-de-bloco Com paus, cordas e coral feminino. Apesar de ser comemoração popular, o frevo não é “ritmo folclórico”. As canções têm autor conhecido, não foram compostas pelo povo e levadas por gerações. Além disso, tocado por uma orquestra de metais, exige conhecimento musical específico, tanto para a execução, quanto para a composição.
VOCÊ SABIA?
Capiba, considerado o mestre do frevo, conta que certa vez compôs para o Quinteto da Filarmônica de Berlim, mas eles não conseguiram tocar. A justificativa: “Infelizmente, o senhor escreveu algo muito difícil e rápido demais para nós.”
O cahorro do homem miúdo
O cahorro do homem miúdo
TEM FREVO DE TODO JEITO
Só mesmo em Pernambuco há essa música e “dança que vai e que vem”, como bem definiu Capiba. Salvo raras exceções, é música de Carnaval. Festa popular sem cordões de isolamento, pula pelas avenidas de Recife, sobe as ladeiras de Olinda entre blocos, troças e clubes de frevo. Os clubes são a evolução das primeiras agremiações, formados por categorias profissionais, como os pioneiros Das Pás , criado por trabalhadores do Porto de Recife em 1888, e Vassourinhas , inaugurado por varredores no ano seguinte. As troças são como os clubes, mas em menor dimensão. Costumam desfilar pela manhã. Uma das mais tradicionais é O Cachorro do Homem do Miúdo , fundada em 1910. Já os blocos surgiram quando algumas famílias de bairros como São José, Santo Antônio e Boa Vista passaram a reunir-se em grupos separados dos clubes para não se misturarem à “mundiça”. Assim, havia segurança garantida para as recatadas senhoras e senhoritas. Daí a participação feminina, inclusive no coro que os caracteriza.

Foliões frevando
DESPERTAR PARA A FOLIA
Todo sábado de Carnaval é igual. Não falha: Ei, pessoal / Vem, moçada / O Carnaval começa / Com O Galo da Madrugada . No Galo , maior bloco carnavalesco do mundo, só se toca frevo. Não entram marchinhas cariocas, muito menos axés baianos. São quase 30 anos de história, iniciada em 1978, quando Enéas Freire, seu presidente-fundador, decidiu montar um bloco para resgatar as tradições do Carnaval recifense - supostamente já atingido pela influência de ritmos alheios.
O bloco saiu pela primeira vez às cinco da manhã de um sábado. O horário deu a idéia para o nome e, desde então, o Galo desperta a multidão para o animado e democrático Carnaval pernambucano. Naquele primeiro e histórico Sábado de Zé Pereira, o bloco juntou 75 pessoas. Isso contando com a orquestra. Hoje, há quem estime que dois milhões de foliões tomam o centro de Recife todos os anos   para engrossar o cordão. Detalhe: a cidade possui cerca de 1,5 milhão de habitantes.

Micróbio do frevo
Genival Macedo

Eu queria que você um dia fosse a Pernambuco pra ver
como é feito o passo ao som de uma orquestra pra valer
empunhamos um chapéu de sol e botamos uma dama de lado
e daí começamos a fazer um passo rasgado
COMEÇA COM GALO, TERMINA COM BACALHAU
Se é O Galo da Madrugada que entoa as primeiras notas de frevo para anunciar o Carnaval, o fim oficial do reinado de Momo não poderia ter menor destaque. Pelo menos em importância. Os mais resistentes foliões só encostam as sombrinhas depois do Bacalhau do Batata . Não na terça-feira, mas na Quarta-feira de Cinzas - enquanto na maior parte do País os únicos movimentos são para curar a ressaca.
Em 1965, o garçom Isaías Ferreira da Silva, o Batata, cansado de perder a folia por estar trabalhando durante o Carnaval, teve a idéia de fundar uma troça que saísse em Olinda depois da festa terminada. Assim, os trabalhadores do Carnaval também poderiam se divertir. Como era de se esperar, o bloco cresceu, engordado pela turma que não cansa de frevar. Seu estandarte é ornamentado pelos ingredientes de uma bacalhoada. Tanta irreverência chegou até a ser proibida pela polícia.
Bloco da Saudade
Bloco da Saudade

SAUDADES DE UM TEMPO NÃO VIVIDO
É possível que a nostalgia dos antigos Carnavais tenha nascido ao mesmo tempo que a folia. Há mais de 40 anos, o compositor Edgard Moraes já mostrava saudosismo na música Valores do Passado , em que lista 24 agremiações que não mais existiam, e, juntas, formariam um “bloco da saudade”.
A fim de retomar o clima das folias passadas, o Bloco da Saudade foi fundado em 1973 por um grupo de amantes do Carnaval, adotando a composição de Moraes como hino. Saem às ruas de Olinda no domingo; e às de Recife, segunda e terça. No repertório, líricas marchas-bloco executadas por orquestra de pau e cordas.

Valores do Passado
Edgard Moraes
Bloco das Flores, Andaluzas, Cartomantes
Camponeses, Apois Fum e o bloco Um Dia Só
Os Corações Futuristas, Bobos Em Folia
Pirilampos de Tejipió
A Flor da Magnólia
Lira do Charmion, Sem Rival
Jacarandá, A Madeira da Fé
Crisântemos, Se Tem Bote e Um Dia de Carnaval
Pavão Dourado, Camelo de Ouro e Bebé
Os Queridos Batutas da Boa Vista
E os Turunas de São José Príncipe dos Príncipes brilhou
Lira da Noite também vibrou

E o Bloco da Saudade assim recorda tudo o que passou 
LIVROS, CADERNOS E SOMBRINHAS
Foi um amazonense, ainda que radicado em Pernambuco, o responsável pela catalogação dos passos do frevo. Exímio dançarino, Francisco do Nascimento Filho, ou Nascimento do Passo , costuma dizer que “o número de passos que existe é a quantidade de pernambucanos que vivem”. Mas se for pra botar no papel, são 100. Alguns com nomes curiosos, como “faz-que- ai-mas-não-vai”, “apertando a porca”, “locomotiva quebrada”, “nadando no seco”.
Em 1973, o dançarino fundou a Escola de Frevo Nascimento do Passo, inspiração para o surgimento da Escola Municipal de Frevo Maestro Fernando Borges, que a prefeitura de Recife abriu em 1996. Nela, cerca de 300 crianças da rede pública de ensino aprendem os passos da dança. Trinta delas formam a companhia de dança da escola, que se apresenta em festivais divulgando a cultura pernambucana.

ALTAR DO FREVO 

CAPIBA
Mestre de frevo, valsas e serestas
Ele mesmo não tinha o ritmo como preferido. Apesar de considerado o mais importante compositor de frevo de todos os tempos, chegou a escrever: Sempre compus todo gênero de música. Gosto também, e muito, do frevo. Mas meu fraco mesmo são as canções, valsas e serestas.Nascido na pernambucana Surubim, em 1930 fundou a Jazz Band Acadêmica . Era o único do grupo que não estudava.

FREVE SE PUDER
Alguns dos cerca de 100 passos do frevo:
dobradiça, tesoura, locomotiva, ferrolho, parafuso, pontilhado, ponta de pé e calcanhar, saci-pererê, pernada, caindo-nas-molas.

Para fazer jus ao posto na banda e ao quarto em que dormia - no mesmo lugar onde o abolicionista Joaquim Nabuco veio ao mundo -, prestou vestibular para Direito. Formou-se, mas nunca foi pegar o diploma.
Compôs inúmeros frevos-canção que se tornaram clássicos, como É de Amargar (1934), A Pisada É Essa (1953) e Madeira que Cupim Não Rói (1963). Morreu em 1997. Em sua homenagem, em 2002, grandes intérpretes gravaram disco histórico com suas composições, em projeto idealizado por Raphael Rabello. Entre eles, Paulinho da Viola, que canta Valsa Verde , João Bosco ( A Mesma Rosa Amarela ) e Maria Bethânia ( Cais do Porto). Canções distantes do frevo, com um lirismo que faz do maestro um compositor universal.

Evocação nº 1
Felinto, Pedro Salgado
Guilherme, Fenelon
Cadê os teus blocos famosos?
Bloco das Flores, Andaluzas
Pirilampos, Apois Fum
Dos carnavais saudosos
Na alta madrugada
O coro entoava
O som da marcha-regresso
Que era o sucesso
Dos tempos ideais
Do velho Raul Moraes
Adeus, adeus, minha gente
Que já cantamos bastante
E o Recife adormecia
Ficava a sonhar
Ao som da triste melodia 

NELSON FERREIRA
Do cinema mundo à algazarra
Se na corte do frevo cabem dois reis, é com Nelson Ferreira que Capiba divide o posto. Autor de frevos extremamente populares, começou cedo a se interessar por música. Aos 15 anos já era pianista da orquestra do Cine Royal. O Moreno Bom, como era chamado, teve que buscar outras oportunidades com o fim do cinema mudo. Foi pianista da orquestra do Maestro Zuzinha, e, por muitos anos, diretor artístico da hoje cultuada gravadora Rozenblit, de Recife.
Sua música mais conhecida é Evocação nº 1 , que relembra os velhos Carnavais. Entre seus clássicos, está também Borboleta Não É Ave , primeiro registro sonoro do gênero, gravado no Rio em 1923.
O FREVO NÃO PÁRA
Nóbrega escancara a enciclopédia do gênero

Na linha de frente das comemorações do frevo está Antônio Nóbrega , artista de habilidades múltiplas que, ao longo de sua carreira, sempre deu um jeitinho pra colocar o frevo no repertório - seja com músicas próprias ou com clássicos e achados do gênero musica l.Em 2006, antecipando o centenário, Nóbrega lançou dois cds.
Em Nove de Frevereiro - volume 1, regravou antigos compositores, como uma introdução ao tema. Já no segundo volume, com orquestrações mais soltas, traz músicas novas, de sua autoria e de parceiros como Domingui nhos, Silvério Pessoa e Geraldo Azevedo. O encarte é como uma minienciclopédia de frevo, com nomes de passos, biografias, textos explicativos e até fotos de Pierre Verger.
Os shows que tem feito são um espetáculo à parte. Usando recursos como videodança, teatro, animações e dança, além de muita música, Nóbrega mergulha na história do frevo, mostrando, de forma quase didática, do que é composto - sua riqueza, diversidade, nuances e particularidades.

TEM GUITARRA NO FREVO

  • Com o intuito de aproximar o frevo das novas gerações, surgiu a orquestra A Troça . Formada por 21 integrantes de bandas pop-rock pernambucanas, tem a regência do Maestro Spok . Mombojó , Mundo Livre e Bonsucesso são alguns dos grupos com representantes na orquestra criada para apresentar-se no dia 9. Tocarão frevos recentes e obras dos antigos mestres.


    Silvério Pessoa
    Silvério Pessoa
  • No cd Som de Caráter Urbano e de Salão , a extinta banda pernambucana Sheik Tosado defendeu a tese de que o frevo é o hardcore brasileiro - daí o nome do disco, verbete de frevo em um dicionário de folclore.
  • Poucas são as bandas da nova geração que arriscam frevar. Eddie é uma delas. Com influência nas batidas das músicas, ou fazendo frevo puro, como em Vida Boa , os shows sempre acabam com sabor de carnaval olindense.
  • Em 2003, Silvério Pessoa produziu o cd Batidas Urbanas , parte de projeto intitulado Micróbio do Frevo . Nele, vários artistas interpretam músicas carnavalescas de Jackson do Pandeiro. Segundo Silvério, o disco tem a intenção de brincar com o frevo. Assim, rap, guitarras distorcidas e samplers dividem espaço com arranjos tradicionais. “Não há nenhuma rixa com os maestros tradicionais, mas é preciso atualizar o ritmo”, defende.
Spokfrevo Orquestra
Spokfrevo Orquestra
FREVO COM GOSTINHO DE JAZZ
“Em Pernambuco, a coisa mais fácil é ser chamado de maestro. Junta cinco caras em uma banda, um vira”, brinca o maestro Spok, idealizador da Spokfrevo Orquestra - o maior expoente do frevo pernambucano na atualidade. Surgida em 1996 para acompanhar Antônio Nóbrega, tinha o sonho de dar maior mobilidade à estrutura do ritmo. Conseguiu. É o que Spok chama de “liberdade de expressão”, abrindo espaço, por exemplo, aos solos dos músicos. Há quem não goste. Mas, aos poucos, a Spokfrevo vai conquistando seu lugar para além do reinado de Momo: “Hoje vivo de frevo 365 dias por ano”.
Claudionor Germano
Claudionor Germano
Em 2005 a orquestra gravou o primeiro cd, Passo de Anjo . No ano seguinte, recebeu o Prêmio Tim de Música na categoria Revelação. Participante de festivais de jazz mundo afora, prova que o frevo é também música de se ouvir sentado.
A TRADIÇÃO PERMANECE
Um dos principais maestros tradicionais em atividade é José Ursicino da Silva, o Maestro Duda . Aos 71 anos, integra a Orquestra Sinfônica de Recife há mais de quatro décadas, além de comandar orquestra que leva seu nome.
O homenageado do Carnaval 2007 de Recife é o Maestro Nunes , autor de mais de 2 mil frevos, entre eles Cabelo de Fogo . Na interpretação do gênero, Claudionor Germano é referência.
Maestro Duda
Maestro Duda
Foi o primeiro a gravar, em 1953, um frevo pelo selo Mocambo, da gravadora Rozenblit. Pioneira no registro do gênero musical em Recife - até então se gravava apenas no Rio - ela marcou época.
Considerado o principal intérprete das músicas   de Capiba e Nelson Ferreira, Germano apresenta-se durante o Carnaval a bordo da Frevioca- espécie de ônibus adaptado. A primeira começou a circular em 1980. Hoje, em formato de bonde, ganhou mais um exemplar para dar conta do recado, a Frevioca 2 . A festa não pára de crescer.

SAIBA MAIS
  • Para ler
    Do Frevo ao Manguebeat , de José Teles (Editora 34, 2000).
    Capiba: A expressão da tristeza e da saudade na máscara do folião , de Terêsa Maria Otranto Abrantes (2006).
  • Para navegar
  • Para visitar
    Museu do Frevo Levino Ferreira - Instalado dentro da Casa da Cultura, antiga casa de detenção de Recife. Rua Floriano Peixoto, s/nº. Tel.: (81) 3224-2850.
    Casa do Carnaval - Centro de Formação, Pesquisa e Memória Cultural - Funciona no Pátio de São Pedro, centro antigo do Recife. Pólo de referência para pesquisas, cursos e exposições sobre o tema.
  • Da Redação
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  • Fonte:http://www.almanaquebrasil.com.br/especiais/tu-freves-ele-freve-eu-frevo/

09 DE FEVEREIRO: DIA DO ZELADOR

       
O zelador tem uma grande importância na segurança das pessoas, principalmente nos dias atuais. São eles que zelam das pessoas e do patrimônio de edifícios, sejam comerciais, de apartamentos ou de estabelecimentos como igrejas. Além de manter a ordem e garantir a segurança, o zelador é, por natureza, um acumulador de funções, uma espécie de “faz de tudo”. Comumente, é sua responsabilidade tratar da limpeza de seu ambiente de trabalho e entregar correspondências e objetos deixados com ele. São tantos os afazeres de um zelador que, caso trabalhe em um prédio, é sua obrigação acender e apagar lâmpadas; verificar o fechamento de portas e janelas; controlar circulação de pessoas e veículos; relatar as condições das instalações; prevenir incêndios; solicitar reparos; comunicar aos proprietários irregularidades nos apartamentos; cuidar das plantas; limpar piscinas... ufa!!!!! A vida de um zelador não é fácil!
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Na data de 9 de fevereiro comem-se o dia do zelador ou seja o profissional que zela pela segurança das pessoas. A palavra zelo significa cuidar. Muitos zeladores trabalham em edifícios, cuidando das pessoas e de seus patrimônios e garantindo a organização.
É um profissional com muitas responsabilidades, pois ele além de garantir a limpeza do ambiente, também entrega as correspondências, apaga as lâmpadas, está atento se todas as janelas e portas se estão fechadas, a toda movimentação do ambiente .
Se houver irregularidades nos apartamentos e condutas erradas dos moradores, eles serão comunicados de tais procedimentos. Suas tarefas diárias não são fáceis, pois além de lidar com pessoas com personalidades diferentes, ele também fica atento a todos os acontecimentos e cuida para que não haja incêndios, acidentes, etc. Parabéns á todos os zeladores, pois são guerreiros!
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07 DE FEVEREIRO: DIA NACIONAL DO GRÁFICO



Modelos de tipos antigos e máquinas modernas de impressão
O dia 07 de fevereiro foi a data escolhida para homenagear o gráfico em razão de uma greve realizada por esses profissionais no ano de 1923, em São Paulo, onde reivindicavam melhores condições de trabalho e salários mais justos. O movimento obteve sucesso e marcou a base sindical do país, tendo sido liderado por João da Costa Pimenta.
O trabalho do profissional gráfico é de imprimir panfletos de propagandas, cartões de visita, convites, notas fiscais, livros, revistas e jornais, além de etiquetas, embalagens e banners. Também são responsáveis por produção de artigos de papelaria e cartonagem.
Os primeiros serviços impressos foram criados por Johan Gutemberg (1400-1468), através de um código de impressão feito por letras em alto relevo e metálicas, a que chamaram de tipos, próprias para fixar a tinta. Foi ele o responsável pelo aperfeiçoamento das técnicas de impressão, sendo o primeiro a publicar a bíblia sagrada, através da impressão de trezentas páginas por dia.
Com a evolução, as formas de impressão se tornaram mais modernas e mais ágeis, tornando a profissão de gráfico importante ferramenta para as comunicações, para o jornalismo, para divulgar ideias.
Mas em virtude da modernidade e da informatização, os trabalhos gráficos não ficaram somente em torno das impressões das letras. As artes gráficas vieram com força total, possibilitando impressão de imagens em altas resoluções, dando maior qualidade aos produtos.
Para se chegar ao produto final, o gráfico deve executar suas atividades em três níveis distintos: a pré-impressão ou etapa do projeto; a impressão, através de uma matriz de impressão, através da rotogravura, flexografia ou off-set; além da etapa de acabamento, onde utiliza-se de colagens, grampeamentos, dobraduras e cortes, fazendo a organização final do produto.
Dados apontam que no Brasil, nos dias de hoje, cerca de duzentos mil gráficos atuam no mercado, estando mais concentrados em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, segundo informações da Associação Brasileira de Indústrias Gráficas.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

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Fonte:http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-nacional-grafico.htm

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

05 DE FEVEREIRO: DIA DO DACTILOSCOPISTA


Impressão Digital

Decreto Nº 2.871-20/11/63

Apesar do nome muito complicado, a função de dactiloscopista é bastante necessária para desvendar e solucionar crimes.
São eles que, através de determinação judicial ou flagrante delito, identificam pessoas e cadáveres, coletam impressões digitais, registrando informações em laudos, boletins e relatórios. Para a realização de seu trabalho, o dactiloscopista deve preservar o local do crime e colher provas.
Mas além disso, o dactiloscopista também é responsável pela expedição de carteiras de identidade. Resumindo, o dactiloscopitsta é o perito na identificação das impressões digitais.
Na etimologia da palavra, o elemento “datilo” significa dedo e “copista” vem do grego “scopein” que significa olhar, examinar.

Princípios fundamentais da dactiloscopia

Perenidade

Os desenhos digitais começam a existir no 6º mês de vida fetal e perduram até a putrefação cadavérica.

Imutabilidade

Os desenhos digitais têm a propriedade de não mudar sua forma original, desde que surge até a decomposição do corpo. Classificabilidade: As figuras digitais podem serem classificadas para arquivamento e pesquisas.

Variabilidade

Os desenhos digitais têm a propriedade de variar de dedo para dedo e de pessoa para pessoa.
Duas impressões digitais só serão consideradas idênticas quando apresentarem doze ou mais "Pontos Característicos", com a mesma configuração e que tenham exatamente a mesma localização.
Fonte: UFGNet, Soleis
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5 de Fevereiro

A Papiloscopia é uma ciência que trata das identificações humanas, civil e criminal, realizadas por meio das papilas dérmicas, sendo dividida em datiloscopia, quirospia e podoscopia e poroscopia.


DACTILOSCOPIA CIVIL


Objetiva identificação das pessoas para fins civis, na área oficial é empregada na expedição de documentos, tais como: cédulas de identidade civil (RG), militares e funcionais., poderá ainda ter sua aplicação na área particular para possibilitar a identificação funcional e de clientes, como nas modernas empresas bancários.


DACTILOSCOPIA CRIMINAL
É que trata da identificação de pessoa indiciadas ou acusadas em processos., como também local de crime impressões digitais latentes (PERICIA PAPILOSCOPICA), NECROPAPILOSCOPICA.


DACTILOSCOPIA ANTROPOLOGICA
É a que estuda os desenhos digitais entre raçlas e agrupamentos humanos.


DACTILOSCOPIA CLINICA
É a denominação lançada pelo Dr. Israel Castellanos , Diretor do Departamento Nacional da Identificação de Cuba., para designar estudo das pertubações que se notam no desenhos papilares, notadamente, nos digitas, como conseguencia de certas enfermidade ou do exercio de alguma profissões.
A Dactiloscopia Clinica, segundo Ismarel Castellanos, ‘ É a parte da dactilosco´pia que estuda as perturbações que se verificam nos desenhos digitais, como conseqüência de certas doenças ou o exercio de algumas profissões


DACTILOSCOPIA CLINICA PATALÓGICA
É o exame médico Dos datilogramas ou, em palavras, a análise gráfica do individuo, em estado de enfermidade, como: lepras, aerofagia, pênfigo, foliáceo, fistulas, panarícios, além de enfermidade proviniente do sistema nervoso, do mau funcionamento renal e doenças venerias.


DACTILOSCOPIA CLINICA FUNCIONAL
É que cuida de certas perturbações ocorridas nos datilogramas, chamadas estigmas profissionais, causados pelo exercício de algumas profissões, tais como: as de padeiros, pedreiros, metalúrgicos oeiros e etc..

PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS DA PAPILOSCOPIA.

Os desenhos papilares humanos e dos primatas, bem como das impressões que se obtem dos focinhos dos animais, são individuais (variabilidade), perenes e imutaveis, mesmo que sejam do mesmo tipo,subtipo. Forma ou classificação.


PERENIDADE
É a propriedade que têm os desenhos papilares de Se manisfestarem definidos deste a vida intra-uterina até a completa putrefação cadavérica .


IMUTABILIDADE
É a propriedade que tem desenhos papilares de não modarem sua forma original, deste o seu surgimento até a completa decomposição.,o desenho conserva-se idêntico a si mesmo, não muda durante toda sua existência.


VARIABILIDADE
É a propriedade que tem os desenhos papilares De não se repetirem, variando, portanto, de região para região papilar e de pessoa para pessoa., não há possibilidade de se encontrarem desenhos papilares idênticos, nem uma mesma pessoa.
O introdutor da DACTILOSCOPIA no BRASIL, foi JOSÉ FELIX ALVES PACHECO, Nascido no dia 02 de agosto de l8769, em TERESINA – PIAUI, notável jornalista, poeta, escritor e homem público., foi Ministro de Estado., apesar de ter sido o Introdutor do Sistema de Identifgicação Humana, criado por JUAN VUCENTICH, ficou mais conhecido como jornalista e literato. FELIX PACHECO, foi o único representante do grupo simbolista, bque gravitava ao redor do poeta negro CRUZ e SOUZA, que conseguiu chegar a ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS aos 18 anos de idade, iniciou-se no jornalismo, fez parte da redação do jornal ‘O COMBATE’’, em 1913, assumiu o cargo de diretor-redator-chefe do jornal do COMERCIO., ingressou na carreia política, e como político, exerceu o mandato de DEPUTADO FEDERAL pelo ESTADO - PIAUI, durante quatro legislaturas, sendo bposteriomente, eleito SENADOR da REPUBLICA em 1921.
Foi por iniciativa de FELIX PACHECO, que o Presidente da Republica, Dr., RODRIGUES ALVES, que em 05 DE FEVEREIRO DE 1903. através do DECRETO nº 4.764, introduziu a DACTILOSCOPIA como o metado mais simples e mais perfeito para identificar CRIMI9NOSOS, CADAVERES, PESSOAS DESCONHECIDAS e também pessoas HONESTAS, reunido os dados de qualificação, dados morfológicos – exame descritivo,sinais particulares., todos estes dados serão SUBORDINADOS A CLASSIFICA DACTILOSCOPICA., DE ACORDO COM SISTEMA VUCETICH, CONSIDERANDO-SE PARA TODOS OS EFEITOS , A IMP´RESSÃO DIGITAL COMO PROVA MAIS CONCLUDENTE E POSITIVA DA IDENTIDADE DO INDIVIDUO, dando-se-lhe prioridade ao conjunto dos ouitros dados que servirão para complementação da individualidade. Hoje a emissão da Carteira de Identidade, é feita com base na LEI 7.116/83, no art. 8º desta Lei., é bem clara, descreve assim - A CARTEIRA DE IDENTIDADE DE QUE TRATA A LEI SERÁ EXPEDIDA COM BASE NO PROCESSO DE IDENTICAÇÃO DATILOSCOPICA. No INI – FOI OFICIALMENTE IMPLANTO O SISTEMA AFIS NO DIA 03/08/04., interligando os Institutos da Nação Brasileira, ao sistema criminal AFIS do INSTITUTO NACIONAL DE IDENTIFICAÇÃO., dando mais dinâmica, e atendendo os anseios da sociedade, em comprimento o DECRETO PRESIDENCIAL Nº 52.114 de 17 de julho de 1963.
Fonte: www.pc.pi.gov.br
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Fonte:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/fevereiro/5-dia-do-dactiloscopista.php

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