No dia 20/05/2011 (último programa da série Blitz da Educação), o JN no Ar visitou duas escolas: a primeira com nota 1,4 e a outra com 6,2. Uma delas está em greve, mas os alunos não sabiam. Muitos professores estavam em uma assembleia sobre aumento salarial.
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Fonte:http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1514767-7823-ALUNOS+DO+NORTE+TEM+QUE+ENFRENTAR+LONGOS+DESLOCAMENTOS+PARA+ESTUDAR,00.html
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sábado, maio 21, 2011
JN NO AR: O RETRATO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL - REGIÃO SUDESTE
17/05/2011: O Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão, vem apresentando uma programação especial sobre a Educação no Brasil. Veja o vídeo referente à Região Sudeste:
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Fonte: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1511870-7823-SUDESTE+DO+BRASIL+TEM+O+MAIOR+NUMERO+DE+ESTUDANTES+NO+ENSINO+FUNDAMENTAL,00.html
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Fonte: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1511870-7823-SUDESTE+DO+BRASIL+TEM+O+MAIOR+NUMERO+DE+ESTUDANTES+NO+ENSINO+FUNDAMENTAL,00.html
sábado, maio 07, 2011
SP QUER COLOCAR A CARREIRA DOCENTE ENTRE AS DEZ MAIS ATRAENTES
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domingo, abril 10, 2011
SECRETARIA DISTRIBUIRÁ 12,2 MILHÕES DE LIVROS PARA ALUNOS E PROFESSORES EM 2011
Quarta - feira, 6 de Abril de 2011 14h00
Secretaria distribuirá 12,2 milhões de livros para alunos e professores em 2011
A iniciativa faz parte dos projetos Apoio ao Saber e Leituras do Professor e conta com investimento de R$ 71,8 milhões
Docentes e estudantes da rede estadual levarão para casa um kit contendo três livros, sendo um do gênero poesia, um de teatro e uma narrativa
Docentes e estudantes da rede estadual levarão para casa um kit contendo três livros, sendo um do gênero poesia, um de teatro e uma narrativa
Alunos e professores da rede pública estadual ganharão novos livros dos projetos Apoio ao Saber e Leituras do Professor neste ano. A Secretaria de Estado da Educação investiu R$ 71,8 milhões na aquisição de 12,2 milhões de exemplares. Pelo volume adquirido, a Pasta obteve um desconto médio de 80% em relação ao preço de mercado das obras, avaliadas em cerca de R$ 460 milhões. Destinado aos alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e dos três anos do Ensino Médio, o Apoio Saber beneficiará cerca 3,7 milhões de estudantes, que receberão, cada um, um kit contendo três livros, sendo um do gênero poesia, um de teatro e uma narrativa. Já o projeto Leituras do Professor é voltado a todos os docentes que atuam na rede estadual, que também serão beneficiados com um kit cada um.
“O objetivo é que professores, alunos e também seus familiares tenham acesso a obras literárias de qualidade, a fim de promover a valorização da leitura e o enriquecimento cultural”, afirma o secretário de Estado da Educação, professor Herman Voorwald.
A nova aquisição para ambos os projetos conta com um total de 51 novos títulos, dos quais 21 especificamente para o Apoio ao Saber, dentre eles “De Repente, nas Profundezas do Bosque” (Amós Oz), “O Médico e o Monstro” (Robert Louis Balfour Stevenson), “Poemas Antológicos de Solano Trindade, O Poço do Visconde” (Monteiro Lobato) e “Madame Bovary” (Gustave Flaubert). Os outros 30 compõem os kits do Leituras do Professores. São títulos como “A Importância do Ato de Ler” (Paulo Freire), “Apresentação da Poesia Brasileira” (Antologia de Manuel Bandeira), “Doze Contos Peregrinos” (Gabriel García Márquez), “Memorial do Convento” (José Saramago) e “A Metamorfose” (Franz Kafka), entre outros.
Dos 12,2 milhões de exemplares, 6,1 milhões serão distribuídos aos alunos do Ensino Fundamental, 5,2 milhões aos do Ensino Médio e 911 mil a professores. A previsão é que os livros comecem a ser distribuídos a partir de junho.
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Fonte: http://www.educacao.sp.gov.br/
sábado, abril 02, 2011
UMA SALA DE AULA EM CADA CANTO DO MUNDO
Ensino médio
Uma sala de aula em cada canto do mundo
A escola itinerante Think Global School combina formação acadêmica e experiências globalizadas. Para isso, visitará 12 países nos próximos 4 anos
Nathalia Goulart
Alunos da Think Global School em Estocolmo, na Suécia, primeiro destino dos estudantes (Arquivo Pessoal)
Diz um provérbio chinês atribuído ao filósofo Confúcio: "Quando escuto, esqueço. Quando vejo, lembro. Quando experimento, entendo". Inspirado por esse ditado, um grupo de 15 adolescentes iniciou em setembro passado uma extraordinária jornada: nos próximos quatro anos eles viajarão ao redor do mundo para cursar, em 12 países diferentes, as quatro séries do ensino médio. Esses jovens privilegiados formam a primeira turma de uma proposta inovadora de "educação globalizada" adotada pela Think Global School, uma escola criada nos Estados Unidos que oferece aos seus alunos a oportunidade de estudar cada trimestre acadêmico do ensino médio em uma cidade do mundo. Ao longo da viagem, eles estudarão biologia marinha nos mares da Austrália, analisarão as consequências da II Guerra Mundial na Alemanha e observarão de perto o vertiginoso crescimento econômico chinês.
A idealizadora da escola é Joann McPike, uma neozelandesa que já visitou quase uma centena de países. Habituada à diversidade, Joann se viu diante de um dilema ao buscar uma escola para o filho, Alexander, hoje com 14 anos e um dos 15 alunos da primeira turma da Think Global School. "Nenhuma escola era capaz de abarcar as peculiaridades do mundo em que meu filho vive", conta a fotógrafa de sua casa, nas Bahamas. A saída foi projetar uma espécie deroadschooling - ou educação itinerante. "Mas seria tedioso para ele estar sozinho o tempo inteiro. Então por que não levar uma escola inteira conosco?"
A idealizadora da escola é Joann McPike, uma neozelandesa que já visitou quase uma centena de países. Habituada à diversidade, Joann se viu diante de um dilema ao buscar uma escola para o filho, Alexander, hoje com 14 anos e um dos 15 alunos da primeira turma da Think Global School. "Nenhuma escola era capaz de abarcar as peculiaridades do mundo em que meu filho vive", conta a fotógrafa de sua casa, nas Bahamas. A saída foi projetar uma espécie deroadschooling - ou educação itinerante. "Mas seria tedioso para ele estar sozinho o tempo inteiro. Então por que não levar uma escola inteira conosco?"
Em setembro de 2010, a primeira turma da nona série (que corresponde ao primeiro ano do ensino médio no Brasil) embarcava rumo a Suécia, destino inaugural dessa turma. A rotina em cada uma das cidades envolve aulas teóricas, que acontecem todos os dias. O currículo é dividido em matérias regulares, como história, geografia e matemática. O estudo é complementado com visitas a museus, aulas de mergulho, viagens e encontros com estudiosos e personalidades locais. Todas as aulas são ministradas em inglês, por isso, a fluência no idioma é fundamental.
Para embarcar nessa, paga-se muito – o custo anual é de cerca de 125 000 dólares, ou 200 000 reais pelo câmbio atual. "Mas a experiência vale a pena", garante Joann. Não há porque duvidar, afirmam os especialistas. A possibilidade de ver de perto o que se está estudando enriquece a experiência do aprendizado e torna a escola mais atraente. Pedro Noguera, especialista em educação da New York University, resume a proposta: "A iniciativa é extraordinária. É um projeto novo e único, ainda levaremos tempo para avaliar seus desdobramentos. Mas, sem dúvida, é apaixonante".
Apaixonante e promissor. Durante o curso, os estudantes aprendem mandarim, a língua da segunda maior economia do planeta. Com as aulas de espanhol, esses jovens encerram o ensino médio com conhecimentos avançados nos três idioma mais populares do mundo. Aos 17 anos, estarão prontos para transitar na economia do futuro. “Mais do que isso, eles serão capazes de se mover em um mundo globalizado, de provocar transformações”, aposta Brad Ovenell-Carter, diretor da escola. Ovenell-Carter e outros cinco professores acompanham a aventura dos estudantes.
Para embarcar nessa, paga-se muito – o custo anual é de cerca de 125 000 dólares, ou 200 000 reais pelo câmbio atual. "Mas a experiência vale a pena", garante Joann. Não há porque duvidar, afirmam os especialistas. A possibilidade de ver de perto o que se está estudando enriquece a experiência do aprendizado e torna a escola mais atraente. Pedro Noguera, especialista em educação da New York University, resume a proposta: "A iniciativa é extraordinária. É um projeto novo e único, ainda levaremos tempo para avaliar seus desdobramentos. Mas, sem dúvida, é apaixonante".
Apaixonante e promissor. Durante o curso, os estudantes aprendem mandarim, a língua da segunda maior economia do planeta. Com as aulas de espanhol, esses jovens encerram o ensino médio com conhecimentos avançados nos três idioma mais populares do mundo. Aos 17 anos, estarão prontos para transitar na economia do futuro. “Mais do que isso, eles serão capazes de se mover em um mundo globalizado, de provocar transformações”, aposta Brad Ovenell-Carter, diretor da escola. Ovenell-Carter e outros cinco professores acompanham a aventura dos estudantes.
Seleção Rigorosa – Fazer parte da turma itinerante da Think Global School não é tarefa fácil. O processo de seleção é semelhante ao das melhores universidades do mundo. Para garantir uma vaga é preciso mostrar maturidade, independência, desenvoltura e empenho acadêmico. Afinal, não se trata apenas de viajar. Acima de tudo, o candidato deve demonstrar consciência da importância das experiências globais e precisa estar pronto para elas. Para montar a primeira turma, foram avaliadas mais 350 candidaturas - nenhuma de estudantes brasileiros.
Compor um grupo diversificado é uma das preocupações dos selecionadores. Nessa experiência globalizada, é fundamental que os alunos aprendam também uns com os outros é fundamental. Por isso, a primeira turma conta com adolescentes de países tão diferentes quanto Suécia e Gana. A segunda turma, que começa o ano letivo em setembro deste ano, ainda está em formação e Joann avisa: “Estamos à procura de um latino-americano. Quem sabe um brasileiro?”.
Assim que é aceito, cada estudante recebe um MacBook, um iPhone e um iPad. A tecnologia é uma aliada dessa nova proposta pedagógica. "Esses aparatos são as ferramentas do século XXI e dominá-las significa também entender melhor o mundo”, afirma Ovenell-Carter. "Além disso, é ali que armazenamos nossa biblioteca e a transportamos para todos os lugares." A tecnologia também é ferramenta essencial na hora de compartilhar as experiências. Os alunos mantêm um blog onde postam textos sobre as aventuras, exibem vídeos e publicam fotos.
Para os estudantes é um desafio viver uma experiência tão intensa ainda muito jovens. Ao fim das duas primeiras etapas, Alexander McPike está de malas prontas para Pequim, onde chega na próxima semana para o terceiro e último trimestre da nona série. "A opção que fizemos é desafiadora. Mas em que outra escola eu conseguiria aprender escalando montanhas ou mergulhando?”, questiona. Se ele vê algum aspecto negativo nessa experiência? “O lado ruim é que não podemos nos envolver muito com os esportes de equipe, nem participar de campeonatos, mas acho que é só isso.”
Compor um grupo diversificado é uma das preocupações dos selecionadores. Nessa experiência globalizada, é fundamental que os alunos aprendam também uns com os outros é fundamental. Por isso, a primeira turma conta com adolescentes de países tão diferentes quanto Suécia e Gana. A segunda turma, que começa o ano letivo em setembro deste ano, ainda está em formação e Joann avisa: “Estamos à procura de um latino-americano. Quem sabe um brasileiro?”.
Assim que é aceito, cada estudante recebe um MacBook, um iPhone e um iPad. A tecnologia é uma aliada dessa nova proposta pedagógica. "Esses aparatos são as ferramentas do século XXI e dominá-las significa também entender melhor o mundo”, afirma Ovenell-Carter. "Além disso, é ali que armazenamos nossa biblioteca e a transportamos para todos os lugares." A tecnologia também é ferramenta essencial na hora de compartilhar as experiências. Os alunos mantêm um blog onde postam textos sobre as aventuras, exibem vídeos e publicam fotos.
Para os estudantes é um desafio viver uma experiência tão intensa ainda muito jovens. Ao fim das duas primeiras etapas, Alexander McPike está de malas prontas para Pequim, onde chega na próxima semana para o terceiro e último trimestre da nona série. "A opção que fizemos é desafiadora. Mas em que outra escola eu conseguiria aprender escalando montanhas ou mergulhando?”, questiona. Se ele vê algum aspecto negativo nessa experiência? “O lado ruim é que não podemos nos envolver muito com os esportes de equipe, nem participar de campeonatos, mas acho que é só isso.”
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domingo, março 20, 2011
SARESP E IDESP 2010 REFORÇAM OBJETIVO DE REORGANIZAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO
Sexta - feira, 16 de março de 2011 16h00
Saresp e Idesp 2010 reforçam objetivo de Reorganização do
Ensino Fundamental e Médio
Ensino Fundamental e Médio
Avaliação bimestral, com a recuperação prevista na reformulação
elaborada pelo Governo do Estado, tem recebido apoio da rede estadual
e trará resultados positivos
elaborada pelo Governo do Estado, tem recebido apoio da rede estadual
e trará resultados positivos
Fonte: http://www.educacao.sp.gov.br/Os resultados de 2010 do Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) e do Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo, que combina os resultados de Matemática e Língua Portuguesa do Saresp com dados de aprovação, reprovação ou abandono) mostram que o Governo do Estado de São Paulo está no caminho certo com sua proposta de Reorganização do Ensino Fundamental e Médio.Os dados do ano passado mantiveram tendência de melhora para a 5º ano do Ensino Fundamental, mas mostraram recuo para o 9º ano, da mesma forma que para o Ensino Médio. Esses resultados ressaltam a necessidade, além de outras iniciativas do Governo do Estado para a melhoria da Educação – entre elas a contratação de mais 25 mil professores –, da Avaliação Bimestral, prevista na Reorganização do Ensino Fundamental e Médio, que tem apoio do Governador Geraldo Alckmin e está sendo discutida pelo Secretário de Estado da Educação, professor Herman Voorwald, com representantes da rede estadual em reuniões regionais.ResultadosO Idesp do 5º ano do Ensino Fundamental subiu de 3,86 para 3,96 em relação a 2009, refletindo o crescimento, no Saresp, de 201,4 pontos na escala de proficiência para 204,6 em Matemática. O resultado em Língua Portuguesa se manteve em 190,4 pontos.“Esse desempenho mostra que os esforços realizados na alfabetização das crianças nos anos iniciais estão dando resultados”, diz o professor Herman Voorwald. “Isso faz prever uma progressão escolar melhor no futuro, pois as crianças estão mais preparadas para o aprendizado”, conclui o secretário.No 9º ano do Ensino Fundamental, o Idesp recuou de 2,84 no ano anterior para 2,52 em função da queda, no Saresp, das avaliações de Matemática (de 251,5 em 2009 para 243,3 em 2010) e de Língua Portuguesa (de 236,3 para 229,2 pontos). No Ensino Médio, o recuo do Idesp no mesmo período foi de 1,98 para 1,81 devido à diminuição em Língua Portuguesa de 274,6 pontos para 265,7 e à oscilação em Matemática de 269,4 para 269,2 pontos.“Esses dados reforçam as conclusões que têm sido feitas a partir do amplo acervo de estudos e pesquisas realizadas nos últimos anos sobre a progressão continuada. Esse modelo foi fundamental para reduzir a evasão escolar e assegurar a universalização do ensino, mas foram necessárias ações voltadas para a melhoria da qualidade, como as que foram implantadas pelo Estado a partir de 2008”, diz Voorwald. “Agora, além de medidas para a ampliação do quadro de docentes efetivos, como a recente decisão do Governador Geraldo Alckmin de contratar mais 25 mil professores, é necessário aperfeiçoar o modelo da progressão continuada”, afirma o professor.Avaliação BimestralBaseada na avaliação bimestral aplicada ao final de cada bimestre letivo, a recuperação do aprendizado é uma das principais inovações da Reorganização do Ensino Fundamental e Médio.A partir dessa avaliação, que é conduzida pela própria escola, com orientação da equipe de Supervisão da Diretoria de Ensino, serão oferecidos aos alunos com defasagem na aprendizagem estudos de recuperação, a serem estruturados de acordo com as condições de cada unidade. “O importante é que a recuperação aconteça”, diz o secretário.Amplamente apoiada por representantes de professores, diretores, supervisores e servidores da rede estadual nas reuniões regionais que têm sido realizadas pelo secretário, a iniciativa do Governo do Estado visa reorganizar os ciclos de aprendizagem de progressão continuada do Ensino Fundamental da seguinte forma:• Ciclo I: duração de três anos (para alunos de 6 a 8 anos de idade);• Ciclo II: duração de dois anos (9 a 10 anos de idade); e• Ciclo III: duração de quatro anos (11 a 14 anos de idade).Ao final de cada Ciclo de Aprendizagem, os alunos que ainda apresentarem defasagens de conteúdos serão encaminhados para o reforço intensivo de aprendizagem, em salas especiais que contarão com professores especialmente qualificados e materiais didáticos específicos.Outra proposta em discussão com a rede é a criação da figura do “professor de apoio”, que deve transitar entre diversas classes para melhorar o aproveitamento dos estudantes. Também tem sido debatida com os representantes do magistério a proposta de que, sempre que possível, o mesmo professor acompanhe a turma ao longo de todo o ciclo.Níveis de desempenhoA distribuição dos alunos pelos níveis de desempenho apresentou melhoria na 5ª série do Ensino Fundamental de 2009 para 2010. Os estudantes com desempenho Insuficiente passaram de 20,9%, em 2009, para 19,8% em Língua Portuguesa, e de 30,3% para 29% em Matemática. Aqueles com desempenho Suficiente passaram de 68,8% para 70,4% em Língua Portuguesa e de 63,3% para 62,7% em Matemática. Os discentes que apresentaram nível Avançado passaram de 10,3% para 9,8% em Língua Portuguesa, e de 6,3% para 8,2% em Matemática.Na 9ª série do Ensino Fundamental, os alunos com desempenho Insuficiente passaram de 22,5% para 28,4% em Língua Portuguesa, e de 27,6% para 34,9% em Matemática. Os que mostraram desempenho Suficiente passaram de 75,5% para 69,8% em Língua Portuguesa, e de 71,2% para 64,3% em Matemática. Já aqueles que corresponderam ao nível Avançado passaram de 2,3% para 1,7% em Língua Portuguesa, e de 1,2% para 0,8% em Matemática.Já na 3ª série do Ensino Médio, os alunos com desempenho Insuficiente passaram de 29,5% para 37,9% em Língua Portuguesa, e de 58,3% para 57,7% em Matemática. Os estudantes com resultado Suficiente passaram de 69,8% para 61,6% em Língua Portuguesa, e de 41,2% para 42% em Matemática. Os “Avançados” oscilaram de 0,7% para 0,6% em Língua Portuguesa, e de 0,5% para 0,3% em Matemática.BônusAté o dia 31 deste mês será pago o Bônus por Resultado, que é baseado nos resultados do Idesp por escola. O Bônus é proporcional ao resultado da unidade de ensino, e prevê, para metas alcançadas em 100%, o pagamento de 2,4 salários médios (ou 20% da soma da remuneração mensal total durante o ano anterior) para as equipes. Proporcionalmente, para escolas que atingem um determinado percentual de sua meta, o pagamento do adicional será correspondente ao mesmo percentual aplicado a 2,4 salários médios. Por exemplo, para o cumprimento de 50% da meta corresponde um bônus de 50% de 2,4 salários médios, que equivale a 1,2 salário médio.Para os casos de superação de metas, as unidades de ensino recebem bonificação ainda maior. Ao ultrapassar em 20% ou mais suas metas, as escolas ganham, além dos 2,4 salários correspondentes a 100% da meta, mais cerca de meio salário, perfazendo um bônus total de 2,9 salários. Isso equivale ao décimo quarto, décimo quinto e décimo sexto salários anuais. O Bônus por Resultado é afetado por faltas dos profissionais. Para receber o bônus, os professores devem ter atuado, no mínimo, em dois terços do ano. Ou seja, devem ter trabalhado pelo menos 244 dias.Neste ano, o bônus será pago para as equipes de 3.591 unidades (70,9% do total de 5.065), mas 1.474 (29,1%) não o receberão. Em 2010, foram contempladas 4.659 (90,1% do total de 5.169), contra 510 (9,9%) que deixaram de receber. A relação das escolas com seus respectivos índices de desempenho será divulgada nos próximos dias.Mais 25 mil professoresAnunciada em fevereiro pelo Governador Geraldo Alckmin, a contratação de 25 mil novos professores é a maior realizada na rede estadual desde 1999. Serão chamados candidatos aprovados no concurso realizado em março de 2010. Os novos docentes deverão ingressar na Escola de Formação de Professores em julho e os aprovados serão nomeados no final de 2011. “Não há educação de qualidade sem professor motivado e preparado”, diz o secretário. “Nossa prioridade é valorizar o professor e ganhar o seu compromisso com a qualidade da educação”, conclui.A contratação dos novos docentes deverá preencher as vagas atualmente ocupadas por professores não efetivos, que hoje são quase 27 mil em toda a rede. “ Não há como dissociar essa variação negativa do Saresp de 2009 para 2010 da necessidade de mais professores efetivos na rede estadual. A rotatividade de professores é prejudicial ao aprendizado dos alunos. A contratação permitirá que as escolas tenham número maior de professores fixos, melhorando a qualidade do ensino na rede”, diz o professor Herman.__________________
domingo, março 13, 2011
EDUCAÇÃO: BRASIL É O ÚNICO ENTRE OS EMERGENTES SEM UNIVERSIDADES 'TOP'
10/03/2011 - 03h00
VAGUINALDO MARINHEIRO
DE LONDRES
O Brasil avança na economia, mas tem um longo caminho a percorrer na educação. O país é o único dos BRICs a não ter nenhuma instituição de ensino superior entre as cem mais bem avaliadas por acadêmicos no mundo todo.
É o que mostra o novo ranking divulgado nesta quinta-feira pela THE (Times Higher Education), principal referência no campo das avaliações de universidades no mundo, que é baseada em Londres.
A Rússia aparece com a Universidade Lomonosov, de Moscou, na 33ª posição. A China tem cinco universidades no ranking (duas em Hong Kong e uma em Taiwan). A melhor é a Tsinghua, de Pequim, no 35º lugar. O Instituto Indiano de Ciência está na 91ª colocação.
Foram ouvidos 13.388 acadêmicos de 131 países para chegar à lista das universidades com melhor reputação
São estudiosos com, em média, mais de 16 anos de trabalho em instituições de ensino superior e 50 trabalhos científicos publicados.
Na liderança, mais uma vez, aparece a americana Harvard, que também lidera o ranking geral da THE divulgado em setembro de 2010 e que a Folha publicou com exclusividade no Brasil.
A diferença entre os rankings é que o geral leva em conta 13 critérios --relação estudante/professor, quantidades de alunos e professores estrangeiros, número de trabalhos científicos publicados, ênfase em pesquisa etc.
O índice de reputação, divulgado pela primeira vez pela THE, considera apenas a imagem que as instituições têm entre os acadêmicos.
Foi pedido que apontassem, entre mais de 6.000, até dez universidades como as melhores do mundo em seus campos específicos.
HARVARD
Os Estados Unidos são o grande destaque, com sete universidades entre as dez primeiras e 45 entre as cem.
Em seguida vem o Reino Unido, com duas entre as dez primeiras (Oxford e Cambridge) e 12 no total.
A surpresa é a Universidade de Tóquio, que aparece na oitava posição. No ranking geral, ela está no 26º lugar.
A Rússia também se destaca. A Lomonosov, em Moscou, é a 33ª com melhor reputação, apesar de nem constar do ranking geral da THE.
Com mais de 50 mil alunos, tem 11 ganhadores do Nobel e investe dinheiro público e privado em pesquisas.
Segundos especialistas, é justamente a falta de investimento em pesquisa que deixa as universidades brasileiras fora desses rankings.
Phil Baty, um dos responsáveis pelo estudo, diz que os rankings baseados em critérios objetivos são muito importantes, mas defende também os de reputação.
"Neste momento em que há uma grande disputa global pelo mercado de alunos e professores, uma boa reputação no meio acadêmico é crucial", afirma Baty.
Fora o Reino Unido, a Europa não aparece bem no ranking. A universidade suíça mais bem colocada está em 24º lugar. A alemã, em 48º. Nenhuma francesa está entre as 50 primeiras.
Itália, Espanha e Portugal não figuram no ranking.
VEJA O RANKING COMPLETO
| Ranking | Instituição | País |
|---|---|---|
| 1 | Universidade Harvard | EUA |
| 2 | Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) | EUA |
| 3 | Universidade de Cambridge | Reino Unido |
| 4 | Universidade da Califórnia, Berkeley | EUA |
| 5 | Universidade Stanford | EUA |
| 6 | Universidade de Oxford | Reino Unido |
| 7 | Universidade Princeton | EUA |
| 8 | Universidade de Tóquio | Japão |
| 9 | Universidade Yale | EUA |
| 10 | Instituto de Tecnologia da Califórnia | EUA |
| 11 | Imperial College de Londres | Reino Unido |
| 12 | Universidade da Califórnia, Los Angeles | EUA |
| 13 | Universidade de Michigan | EUA |
| 14 | Universidade Johns Hopkins | EUA |
| 15 | Universidade de Chicago | EUA |
| 16 | Universidade Cornell | EUA |
| 17 | Universidade de Toronto | Canadá |
| 18 | Universidade de Kyoto | Japão |
| 19 | Universidade College London | Reino Unido |
| 19 | Universidade de Massachusetts | EUA |
| 21 | Universidade de Illinois em Urbana-Champaign | EUA |
| 22 | Universidade da Pensilvânia | EUA |
| 23 | Universidade Colúmbia | EUA |
| 24 | Instituto Federal de Tecnologia da Suíça, em Zurique | Suíça |
| 25 | Universidade de Wisconsin | EUA |
| 26 | Universidade de Washington | EUA |
| 27 | Universidade Nacional de Cingapura | Cingapura |
| 28 | Universidade Carnegie Mellon | EUA |
| 29 | Universidade McGill | Canadá |
| 30 | Universidade da Califórnia, em San Diego | EUA |
| 31 | Universidade da Colúmbia Britânica | Canadá |
| 31 | Universidade do Texas, em Austin | EUA |
| 33 | Universidade Lomonosov, em Moscou | Rússia |
| 34 | Universidade da Califórnia, em San Francisco | EUA |
| 35 | Universidade Tsinghua | China |
| 36 | Universidade Duke | EUA |
| 37 | London School of Economics and Political Science | Reino Unido |
| 38 | Universidade da Califórnia, em Davis | EUA |
| 39 | Instituto de Tecnologia da Geórgia | EUA |
| 40 | Universidade Northwestern | EUA |
| 41 | Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill | EUA |
| 42 | Universidade de Hong Kong | Hong Kong** |
| 43 | Universidade de Pequim | China |
| 43 | Universidade de Minnesota | EUA |
| 45 | Universidade de Edinburgo | Reino Unido |
| 45 | Universidade de Melbourne | Austrália |
| 47 | Universidade Purdue | EUA |
| 48 | Universidade de Munique | Alemanha |
| 49 | Universidade de Tecnologia de Delft | Holanda |
| 50 | Universidade Osaka | Japão |
| 51-60* | Universidade Nacional Australiana | Austrália |
| Instituto Karolinska | Suécia | |
| Universidade de Nova York | EUA | |
| Universidade Estadual de Ohio | EUA | |
| Universidade Nacional de Seul | Coreia do Sul | |
| Universidade Tohoku | Japão | |
| Instituto Tecnológico de Tóquio | Japão | |
| Universidade da Califórnia, Santa Bárbara | EUA | |
| Universidade de Pittsburgh | EUA | |
| Universidade de Sydney | Austrália | |
| 61-70 | Universidade Boston | EUA |
| Escola Politécnica | França | |
| King's College de Londres | Reino Unido | |
| Universidade Estadual da Pensilvânia | EUA | |
| Universidade Técnica de Munique | Alemanha | |
| Universidade da Flórida | EUA | |
| Universidade de Manchester | Reino Unido | |
| Universidade de Maryland, College Park | EUA | |
| Universidade de Zurique | Suíça | |
| Universidade Uppsala | Suécia | |
| 71-80 | Escola Politécnica Federal de Lausanne | Suíça |
| Universidade Humboldt de Berlim | Alemanha | |
| Universidade Lund | Suécia | |
| Universidade Estadual de Michigan | EUA | |
| Universidade Estadual de Nova Jersey, Rutgers | EUA | |
| Universidade do Arizona | EUA | |
| Universidade do Colorado | EUA | |
| Universidade do Sul da Califórnia | EUA | |
| Universidade Utrecht | Holanda | |
| Universidade Washington, Saint Louis | EUA | |
| 81-90 | Universidade Católica de Leuven | Bélgica |
| Universidade Indiana | EUA | |
| Universidade Leiden | Holanda | |
| Universidade National de Taiwan | Taiwan* | |
| Universidade Ruprecht Karl de Heidelberg | Alemanha | |
| Universidade Texas A&M | EUA | |
| Universidade de Amsterdã | Holanda | |
| Universidade de Bristol | Reino Unido | |
| Universidade de Leeds | Reino Unido | |
| Universidade de Queensland | Austrália | |
| 91-100 | Universidade Hong Kong de Ciência e Tecnologia | Hong Kong** |
| Instituto Indiano de Ciência | Índia | |
| Instituto de Ciência e Tecnologia Avançada da Coreia | Coreia do Sul | |
| London School de Higiene e Medicina Tropical | Reino Unido | |
| Universidade Tecnológica de Nanyang | Cingapura | |
| Universidade de Helsinque | Finlândia | |
| Universidade de Paris, Pantheon-Sorbonne | França | |
| Universidade de Sheffield | Reino Unido | |
| Universidade de Viena | Áustria | |
| Universidade de Waterloo | Canadá | |
| Fonte: Times Higher Education | ||
* A partir da 51ª posição, como as diferenças são pequenas, os autores do ranking decidiram agrupar as universidades em grupos de 10, listados em ordem alfabética
** Hong Kong é uma região administrativa especial da China
* Taiwan é, oficialmente, uma província da China embora funcione de fato como entidade política autônoma
** Hong Kong é uma região administrativa especial da China
* Taiwan é, oficialmente, uma província da China embora funcione de fato como entidade política autônoma
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