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sexta-feira, agosto 13, 2010

13 DE AGOSTO: DIA DOS CANHOTOS


Hoje é Dia dos Canhotos. Sabia que escrever com a mão esquerda já foi motivo de punição?

Redação Super 13 de agosto de 2010
Por Gabriela Brasileiro
No período da Inquisição Medieval, mulheres canhotas poderiam ser mandadas para a fogueira. Mas o preconceito contra esse grupo não é coisa do passado. Até hoje, aprende-se nas escolas que o direito é fazer tudo com a mão direita. Inclusive ferramentas e objetos costumam ser desenvolvidos para serem utilizados por destros.
O preconceito acontece porque entre toda a população, apenas 10% da população tem preferência pela mão esquerda.

Leia mais:
Os animais também são destros ou canhotos? 
A era dos canhotos. 

Hoje também se festeja:
O Dia dos Economistas.
O Dia Mundial do Pensamento.
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terça-feira, agosto 10, 2010

PROFESSOR QUE ENSINA MELHOR PODE TER PRÊMIO

10/08/2010 – Gazeta do Povo/Tatiana Duarte

Os professores da educação básica das redes públicas municipal, estadual e federal podem passar a receber um adicional em seus salários, se conseguirem fazer com que seus alunos aprendam mais. É o que prevê um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional e que deve ser votado em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, ainda neste mês. Se aprovada, a proposta segue para a apreciação da Câmara dos Deputados.
De autoria do senador Cris­tovam Buarque (PDT-DF), a proposta é premiar, com o pagamento do 14.º salário, os professores que atuam em escolas que atingem o Índice de Educação Básica (Ideb) 6 ou tenham a média au­­mentada em pelo menos 50%. O Ideb é um indicador criado pelo governo federal para avaliar a qualidade da educação brasileira, medido a cada dois anos. É composto pela avaliação de desempenho de estudantes do 5.º e 9.º anos do ensino fundamental (antigas 4.ª e 8.ª séries) e 3.º ano do ensino médio, mais a taxa de aprovação.
Para o senador, a ideia é reconhecer o trabalho das pessoas que se dedicam e conseguem bons resultados na educação. Ele explica que uma emenda será apresentada ao projeto e que os professores da escola poderão escolher por meio de assembleia se querem ou não receber o benefício. “O incentivo é para todos os professores das escolas que conseguirem um salto no Ideb. Não estamos colocando a culpa em ninguém, mas incentivando os que se esforçam. Se fôssemos baixar os salários, daí sim estaria errado”, comenta, fazendo referência às críticas que o projeto tem recebido.
Uma corrente de gestores brasileiros já tem usado o sistema de recompensas, mas para tentar mudar a realidade de escolas em que os alunos não apresentam bons desempenhos. A iniciativa é baseada na reforma educacional de Nova York, conhecida co­­mo a Reforma de Bloomberg, adotada a partir de 2002 e que passou a responsabilizar as secretarias de Educação pelos resultados dos estudantes, além de dar autonomia para que as escolas contratassem ou demitissem seus professores.
Dentro dessa lógica, o sistema de pagamento de bônus por mérito já ocorre nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Per­nam­buco. No Paraná, a cidade de Foz do Iguaçu, onde está localizada a escola que obteve a maior nota no (Ideb) nas séries iniciais do ensino fundamental (Escola Municipal Papa João Paulo I), também utiliza essa política. Desde o ano passado, a prefeitura se comprometeu a pagar o 14.º salário para todos os professores e funcionários das escolas que melhorassem em 25% seus índices. Das 48 escolas avaliadas no município, apenas duas não atingiram a meta.
Mesmo com essas iniciativas isoladas, que apresentam resultados positivos, o projeto de Buarque ainda deve causar muita polêmica. O principal questionamento é se professores da rede pública devem ou não ter sua eficiência colocada à prova. A reportagem da Gazeta do Povo ouviu representantes de diversos setores da sociedade civil sobre o assunto.
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Fonte: http://buarque.org.br/?p=8039

segunda-feira, agosto 09, 2010

PROFESSOR (A) IDEAL EXISTE?

Edição 234 | Agosto 2010

Será que existe professor(a) ideal?

Pouco serve idealizar educadores. Porém é possível apontar qualidades de gente de verdade, que faz um bom trabalho em condições reais

Luis Carlos de Menezes (novaescola@atleitor.com.br)
Foto: Marcos Rosa
"É preferível valorizar o trabalho de
profissionais que fazem o possível
nas circunstâncias que enfrentam,
com os recursos de que dispõem."
Foto: Marcos Rosa
Mais sobre Formação Continuada
REPORTAGENS
Visitando escolas, encontro casos de excelência no trabalho coletivo de professores, assim como de atuações individuais excepcionais. No entanto, ao dar destaque a eles, tenho sido questionado por alguns leitores sobre eventuais idealizações de minha parte. Segundo eles, os personagens de meus exemplos provavelmente não teriam o mesmo desempenho se encarassem condições adversas, como violência, indisciplina e problemas de infraestrutura ou de ordem material.

Em respeito a essa preocupação, reitero que não falo de professores notáveis, com superpoderes e capazes de qualquer proeza, em qualquer situação. É preferível valorizar o trabalho de profissionais que fazem o possível nas circunstâncias que enfrentam, com os recursos de que dispõem.

Idealizações são artificiais, como as imagens tão comuns em propagandas de carro de luxo, que mostram ao volante um jovem atlético, sorridente e ousado, mesmo quando se sabe que a maioria dos proprietários é mais velha, séria e cautelosa. A intenção é facilitar a venda, associando esse virtual comprador ao produto.

A Educação, porém, não deve estar a serviço dos valores do mercado, e sim da sociedade. Logo, as qualidades que destacam professores nada têm de publicitárias. Eu as encontro em educadores que gosto de ver no comando das salas de aula brasileiras. Vejamos quais são, em minha opinião, essas caracteristícas:

- Lucidez para não esperar alunos ideais, que já cheguem motivados, atentos e com os pré-requisitos desejados. Esses professores trabalham com os que de fato recebem e, na medida de suas possibilidades, enfrentam os desafios que se apresentam. Por isso, quase nunca se decepcionam ou se frustram.

- Respeito próprio para não aceitarem condições impróprias de trabalho, nem se limitarem a reclamar delas. Ao contrário, eles buscam transformá-las por saberem que um ambiente mais satisfatório para eles será também mais efetivo para o aprendizado de seus alunos.

- Comprometimento com a formação dos estudantes de forma que, além de ministrarem suas disciplinas, também se articulem com colegas e coordenadores em torno de ações educativas conjuntas. Sem isso, não se efetivaria o projeto pedagógico da escola.

- Consciência do próprio valor e da importância dos conhecimentos e das competências que promovem. Por isso, esses profissionais não se acomodam com o que já sabem, mas buscam aperfeiçoamento didático e cultural permanente. A partir dessa atitude, de recusa à passividade, esses docentes também rejeitam gestões pedagógicas burocráticas.

- Solidariedade para quem necessita de mais atenção, como alunos e colegas de trabalho em situação difícil.

- Coragem para intervir quando é preciso tomar decisões complicadas, como mediar conflitos, mostrando que a atitude justa não é de indiferença ou neutralidade.

Professores que mesclam, em parte ou integralmente, essas qualidades, realmente existem e constituem uma referência de conduta importante nas escolas em que trabalham. Por isso, as instituições que os recebem são privilegiadas. Esses profissionais não são geniais ou perfeitos, mas nunca paro de aprender com eles. Também não me canso de citá-los em conversas informais, palestras e nesta coluna.

Mas não é necessário, e nem sequer possível, reunir todos eles em um único tipo ideal. Além disso, minha seleção é muito variada e inclui gente expansiva e tímida, jovem e madura, comunicativa e reservada, simples ou descolada.

Você sabe que não se fazem estátuas de educadores assim, mas eles podem ser encontrados ensinando em qualquer escola, na sua, inclusive. E, quem sabe, usando seus sapatos.
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Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/sera-existe-professor-ideal-584631.shtml

domingo, agosto 08, 2010

FELIZ DIA DOS PAIS!!!

PRÁTICA PEDAGÓGICA: NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO EM REDES EDUCATIVAS

______ LIVRO:

“Novas Tecnologias de Informação e Comunicação em Redes Educativas

Neste livro convidamos 15 professores para apresentar sua experiência na produção de mídia com alunos. Os professores gentilmente doaram os textos para este livro.
A ideia principal do livro é motivar professores a produzir mídia com os alunos.
No prefácio tivemos a honra de contar com autores como :
Nilda Alves – UERJ
Rosa Fischer Bueno – UFRGS
Rosalia Maria – PUC
Tânia Maria Esperon – UFPEL
Liraucio Girardi – UNESP
Texto de abertura professor Ismar de Oliveira Soares – USP

Download
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http://www.erdfilmes.com.br/livros_5.html

PROGRAMA "ESCOLA DA FAMÍLIA"

06/08/2010 - 12h03


Programa dá bolsa para universitários atuarem em escolas públicas nos fins de semana

Da Redação
Em São Paulo

A Secretaria de Educação de São Paulo abriu inscrições para estudantes universitários interessados em trabalhar nos finais de semana como educadores nas escolas públicas que integram o programa Escola da Família. São aproximadamente 4,9 mil vagas disponíveis  em todo o estado para o programa Bolsa Universidade.
Para se candidatar, é preciso estar regularmente matriculado em uma instituição de ensino superior conveniada com o Programa Bolsa Universidade, não receber outra bolsa, financiamento ou similar, proveniente de recursos públicos e ter disponibilidade para atuar como educador universitário aos finais de semana, com carga horária de 12 horas, em escolas estaduais ou municipais do Estado de São Paulo.
 As inscrições podem ser feitas até dia 13 de agosto no site do programa Escola da Família. O endereço também dispõe da lista com o nome das instituições de ensino conveniadas.
O estudante contemplado receberá bolsa integral para cursar sua graduação. A secretaria de Educação arca com 50% do valor da mensalidade (com teto de R$ 267,00) e a instituição de ensino completa o restante do valor. A bolsa é válida durante todo o curso, desde que o estudante não seja desclassificado por motivos previstos no regulamento.
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sábado, agosto 07, 2010

PLÍNIO, O NOVO NAMORADINHO DO BRASIL

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Após debate, presidenciável Plínio de Arruda Sampaio, 80, chega ao topo dos assuntos mais comentados. 


(2)


Lances de um debate

Serra, claro e monocórdio, Dilma, prolixa e nervosa, Marina, como sempre. A surpresa coube a Plínio Sampaio. Foto: Luiz Vieira/AFP
Primeiro debate presidencial das eleições de 2010 teria o efeito de sonífero se não fosse pelo candidato do PSOL Plínio Arruda Sampaio
Um único, escasso momento em que prevaleceu o senso de humor. Deu-se quando o candidato Plínio de Arruda Sampaio, paladino Orlando das causas sociais, disse ter entendido por que o candidato José Serra é como todo hipocondríaco: de fato não perde a oportunidade de falar em saúde. Também, como poderia ser de outra maneira? Serra foi no governo de Fernando Henrique Cardoso o ministro da Saúde mais badalado da história, a contar com as palmas febris da mídia nacional.
O tom do tucano é monocórdio, não destacaria na boca de uma personagem hitchcockiana destinada à suspeita do espectador de sorte a manter o suspense até as últimas tomadas. Em compensação ele foi bem mais preciso e direto do que a candidata Dilma Rousseff. Fosse o debate da Bandeirantes uma luta de boxe, não há sombra de dúvida, como disse mais uma vez a escolhida de Lula, que os jurados dariam a Serra a vitória no evento, histórico conforme o moderador Ricardo Boechat.
Dilma estreou sem esconder o nervosismo, melhorou no decorrer do período, mas se perdeu algumas vezes ao repisar em assuntos já enfrentados, e nem sempre da melhor forma, ou ao desperdiçar a oportunidade de uma reação mais incisiva a questões malpostas ou a argumentos capangas de Serra. Marina Silva cumpriu sua tarefa com diligência de educanda na véspera de pronunciar os votos, o que lhe permitia instantes de emoção carregados de alegria.
Fica para Plínio o papel mais singular, surpreendente. Na festa do Oscar seria escolhido como o melhor coadjuvante do gênero capaz de roubar a cena dos protagonistas ao definir uma figura excêntrica e bem-humorada mesmo ao referir-se a situações trágicas. Resta verificar até que ponto este primeiro debate dos candidatos à Presidência vai incidir sobre as pesquisas.
Enquanto os marqueteiros medem os efeitos do encontro sobre os eleitores, as campanhas vão refletir. Do lado de Dilma, talvez seja o caso de discutir se o grande pecado não foi o excesso de treinamento.
Nas últimas semanas, Dilma foi submetida a um intensivão: reuniões com ministros e aulas de linguagem e postura com a consultora Olga Curado. Presa a um script, a candidata perdeu a espontaneidade. Antes criticada pelo excesso de citações a números, Dilma não conseguiu manuseá-los de forma a marcar a diferença do atual governo com o anterior.
Já Marina Silva deve ter percebido o quanto é difícil firmar-se como uma terceira via. Sua posição foi, aliás, alvo do sarcasmo de Plínio, que a considerou conciliadora em excesso e a chamou de “ecocapitalista”.
Não fossem as raras provocações do candidato do PSOL, o debate teria o efeito de um sonífero. Emoção mesmo, só no jogo do Morumbi que classificou o Internacional à final da Copa Libertadores da América, apesar da vitória de 2 a 1 do São Paulo. Partida que a Globo fez questão de transferir para quinta-feira só para melar o programa da Band.


(3)

7 de agosto de 2010 18:20
Lula diz que presidenciáveis passaram no teste no primeiro debate da TV
Agência Brasil
Por Jacqueline Bogdezevicius
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou os quatro candidatos à Presidência da República, que participaram do debate promovido pela Rede Bandeirantes, na última quinta-feira (5). Lula disse que todos eles “passaram no teste”. Segundo ele, “o nível foi bom e de respeito”. Estiveram no debate os candidatos José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PV) e Plínio Arruda Sampaio (PSOL).
“Eu tenho uma opinião sobre o debate”, disse Lula, pouco antes de participar da solenidade de posse do novo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos. “O debate depende da qualidade de perguntas que um candidato faz para o outro. Foi de nível bom e de respeito. Eu acho que todos passaram no teste. Foi o primeiro debate de uma série.”
O debate entre os presidenciáveis durou mais de uma hora e foi dividido em vários blocos. Os candidatos apresentaram as propostas de forma geral, evitaram confrontos diretos e embates mais agressivos. Predominaram entre os temas os programas sociais, saúde, educação e reforma agrária. Também houve temas específicos relativos ao meio ambiente e à violência. Foi o primeiro debate envolvendo os principais candidatos à Presidência da República.

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sexta-feira, agosto 06, 2010

12 MANEIRAS DE TRANSFORMAR O SEU ALUNO EM FÃ





12 MANEIRAS DE TRANSFORMAR O SEU ALUNO EM FÃ                                  
   
Manter
 um aluno por dois, três anos é relativamente fácil, com as dificuldades de se mudar de escola: o estudante tem de adaptar-se a um currículo totalmente novo, novas regras, etc.

O problema é que essa tática não garante que os parentes daquele aluno se matriculem ali. E tratando-se de ensino superior, vai frustrar o aluno, que não se sentirá preparado para sua profissão, e também não vai indicar a nenhum amigo ou conhecido a essa instituição.

Um dos grandes desafios das escolas hoje é tornar seus alunos fãs, para que eles permaneçam na instituição e tragam novos estudantes. Veja algumas dicas:

1.Seja fonte de novas idéias: todos seus alunos estão preocupados, em graus diferentes, com o futuro, com a maneira pela qual o mundo funciona. Apóie seus alunos nesse sentido, dando-lhes informações sobre o cotidiano que não estão no currículo. A escola também pode realizar palestras e bate-papos com profissionais de sucesso, futurólogos, economistas, etc.

2.Demonstre que você tem o conhecimento: o conhecimento que seus alunos esperam, muitas vezes, não é aquele que o professor passa na sala de aula. Que tal fornecer-lhes instruções básicas de economia, marketing pessoal e outros assuntos necessários para sobreviver lá fora? Desenvolva rápidos livrinhos sobre esses temas e distribua a seus alunos.

3.Transmita a imagem correta: se você quer que sua instituição de ensino seja reconhecida como a melhor da região, então faça com que tudo à sua volta reforce essa imagem. Não é necessário contratar um decorador e cobrir seu escritório com tapetes e quadros caros,

4.Conheça o aluno: não assuma que você entende os anseios e as necessidades de todos os alunos. Cada bairro da cidade, cada classe social produz pessoas es.com necessidades e visões diferentes. Dentro de cada bairro, cada família possui suas peculiariedades. E dentro de cada família, cada pessoa tem seu modo único de pensar. Muitos colégios erram ao se apoiar em estudos referentes ao "aluno brasileiro médio". Ora, trabalhar com a média vai fazer, no máximo, que você crie uma escola igual às outras. Gaste algum tempo entendendo a comunidade que você quer atingir.

5.Demonstre que você está aprendendo constantemente: esse é um componente chave para garantir o relacionamento escola-aluno. Para que um estudante sinta-se confortável com o passar do tempo, você deve mostrar que está constantemente aprendendo, tornando-se mais atual, útil e competente. Ficar estagnado é fatal para qualquer instituição.

6.Comunique-se claramente: manter um entendimento claro e cristalino com seus alunos é mais importante do que nunca. Cuidado com aquelas circulares cheias de termos técnicos. Algumas são escritas de uma maneira que só confunde os alunos e pais. Esqueça, portanto, as "atividades de campo interativas para observação da variedade da fauna nacional no Bosque e Jardim Botânico Municipal Memorial Etelvina Montes Farberbara.". Escreva "visita ao Jardim Botânico".

7.Seja acessível: mantenha suas portas abertas, esteja sempre pronto para falar com seus alunos. A grande maioria não abusa dessa facilidade de acesso, embora eles se sintam mais seguros ao saber que podem contatá-lo sempre que precisarem. Diminua a burocracia entre a direção e os alunos.

8.Ouça: deixe o aluno falar e você vai acabar descobrindo exatamente o que ele deseja para que suas aulas e sua escola sejam ainda melhores. Somente quando você tem uma imagem bem clara dos motivos e preocupações dos estudantes é que você pode montar uma escola específica para aquela realidade. Abuse de caixas de su

9.Pense como o estudante: foque no que agradou a você como aluno, quando você sentava do outro lado da sala, bem como as coisas que fizeram você trocar de escola ou faculdade. Assegure-se de praticar a primeira parte, e evitar a segunda. E resista à tendência comum de achar que o que é bom para a sua escola é automaticamente bom para os alunos. Não é, mas o inverso é verdadeiro: o que é bom para seus alunos, no final das contas, vai ser bom para sua instituição. Pense nessas leis sempre que for aprovar algo para sua instituição. Aquela nova ação vai tornar o estudo melhor, mais fácil ou agradável?

10.Nunca decida o que um aluno quer: os estudantes querem conselhos, dicas, sugestões e não conclusões o tempo todo. Então ofereça opções e alternativas. Ensine-os a pensar e analisar. Existe um espaço para verdades absolutas na escola (2 + 2 =4), mas ele não deve ser dominante no relacionamento com os alunos. Trabalhe para criar um cenário que permita ao aluno decidir, apontando aspectos positivos e negativos de algumas situações. Você estará desenvolvendo características que serão muito úteis para eles mais tarde.

11.Torne-se paranóico: Andy Grove, presidente da companhia de peças de computador Intel, sugere que seu sucesso é resultado direto de sua paranóia. É a paranóia que o mantém engajado, atento e fazendo perguntas.

12.Se você não pode ajudar o aluno, seja honesto: a prova do profissionalismo é dizer não. Não existe maneira de uma escola (ou professor) ser capaz de fazer mentindo.



Créditos:
Retirado da Comunidade do Orkut : Amo a educação Infantil
Postado por Dora Ferreira
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=98868341&tid=5477107974234655789
Artigo Original: Revista Profissão Mestre

quarta-feira, agosto 04, 2010

ENSINAR MATEMÁTICA: ALUNOS TUTORES

Alunos [tutores] receberão R$ 115,00/mês para ensinar matemática aos colegas na rede pública de ensino de São Paulo


Multiplicando Saber é um projeto-piloto da Secretaria Estadual de Educação do Estado de São Paulo em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), professores da Universidade de São Paulo (USP), e pesquisadores da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Trata-se de um projeto integrado de sessões de estudo de matemática em formato de tutorias para alunos do ensino fundamental e de valorização de estudantes do ensino médio da rede estadual paulista.
Neste ano o projeto será implementado em formato piloto, e deve atender alunos de um número limitado de escolas de ensino fundamental em todo o estado, a serem selecionadas a partir de seu desempenho no IDESP/SARESP. A depender do sucesso desta etapa, o projeto poderá ser implantado no próximo ano em outras escolas, séries, e/ou disciplinas, utilizando a experiência adquirida nesta fase para ser aperfeiçoado.
As tutorias são formadas por grupos de até quatro alunos do 6º e 7º anos do ensino fundamental que estejam apresentando dificuldade em matemática. Estes grupos serão liderados por um aluno do 2º ou 3º ano do ensino médio com bom desempenho nesta disciplina. A idéia fundamental é utilizar de forma inovadora e criativa recursos já existentes dentro do próprio sistema (como o espaço ocioso durante o contra-turno das escolas) para enfrentar as deficiências no aprendizado de matemática que têm sido demonstradas pelos alunos em testes de proficiência nacionais e internacionais. Ao mesmo tempo, o Programa é uma forma de valorizar os bons alunos do ensino médio ao reconhecê-los e premia-los,1 já que seu talento normalmente passa despercebido em discussões que se focam no desempenho médio do sistema.
Em dois dias da semana, durante 12 semanas, o tutor se reunirá com o grupo de pupilos para auxiliá-los na compreensão do material ensinado pelo professor de matemática em sala de aula. A tutoria deve se desenvolver em um ambiente informal e flexível, mas focalizado no aprendizado do conteúdo de matemática, conforme ensinado pelo professor. Em tal atmosfera, semelhante a uma aula particular, não só o aprendizado do conteúdo deve ser facilitado, como também a transferência dos tutores para os pupilos de outros valores positivos – como a importância da educação, sociabilidade, estratégias efetivas de estudo, e interesse pela matemática. Nesta atmosfera informal e menos estruturada que a sala de aula, os alunos sentem-se mais confortáveis para colocar suas dúvidas e interagir de forma proveitosa com seus pares.
Deve-se frisar que o tutor não substitui o professor regular, mas complementa seu trabalho ao dar um tratamento especial para os alunos com maior dificuldade. Ao focalizar este grupo, as tutorias facilitam a prática didática do professor em sala de aula, e podem até afetar de forma positiva o desempenho do restante dos alunos.
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Antecedentes
Tornou-se consenso na sociedade brasileira a necessidade de adotar estratégias efetivas para melhorar aprendizado entre os alunos do ensino básico. O desafio colocado diante dos formuladores de políticas é colossal, e não se deve esperar que uma única modalidade de ações seja capaz de dar conta de todas as deficiências atuais.
A manutenção da trajetória de crescimento sustentável do país reforça a necessidade de qualificar melhor os cidadãos, tanto nas capacidades cognitivas quanto naquelas ligadas à formação de valores e de personalidade.
A escola tem papel decisivo no acúmulo de ambas as capacidades, tanto na entrega direta do currículo escolar, quanto na organização do contexto de socialização de seus alunos.
A questão torna-se mais crítica quando observamos a necessidade de promover o aprendizado dos alunos que foram incluídos no ambiente escolar nos últimos quinze anos, resultado do processo de universalização do acesso ao ensino fundamental no Brasil. Este movimento modificou substancialmente o perfil do alunado, e trouxe desafios ainda maiores para o Estado. Tornou-se necessário promover o aprendizado de alunos com características sócio-econômicas
adversas, que em geral almejam um grau de escolaridade maior que o alcançado por seus pais. Tal fato é crítico se considerarmos que as interações no âmbito da família são fundamentais para o aprendizado do jovem, e um substancial contingente de estudantes dos sistemas públicos no Brasil não pode contar com este suporte proveniente dos pais ou outros familiares mais velhos.
Além disso, a universalização do acesso acirrou o problema da diversidade do alunado dentro do sistema, que dificulta ainda mais a tarefa de desenhar um pequeno leque de políticas para um público agora mais diferenciado.
Como resultado, há uma grande diversidade em termos de proficiência no corpo de alunos que compõem a rede pública de ensino no Brasil. Neste conjunto encontramos desde medalhistas em competições de matemática até alunos com proficiência insuficiente que concluem o ensino médio. Portanto, é improvável que uma só política seja capaz de dar conta de todas as carências hoje existentes. O objetivo do Programa Multiplicando Saber é exatamente dar um passo para encontrar políticas educacionais que tragam resultados satisfatórios e sejam custo-efetivas, como também identificar os grupos de alunos para os quais os aspectos cobertos são mais apropriados. A caminhada é longa, mas este é um passo importante.
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1. Os tutores são contratados como estagiários e recebem uma bolsa-auxílio mensal de R$ 115,00 durante os três meses do projeto.
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Fonte:
Coordenação Multiplicando Saber Pesquisadores Responsáveis – FIPE/USP
www.mu l t i p l i c a n d o s a b e r . o r g . b r

NOVO PNE DEVE CHEGAR AO CONGRESSO COM 25 METAS

Presidente do movimento Todos pela Educação e conselheiro do CNE afirma que MEC se esforça em condensar diretrizes

Marina Morena Costa, iG São Paulo | 04/08/2010 11:13

Foto: Marina Morena Costa, iG São Paulo
Mozart Ramos participa do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores, em São Paulo
O novo Plano Nacional de Educação (PNE), que dará as diretrizes para a educação no País pelos próximos 10 anos, chegará ao Congresso com aproximadamente 25 metas, segundo o presidente-executivo do movimento Todos Pela Educação e membro do Conselho Nacional de Educação (CNE), Mozart Ramos. O número representa uma mudança significativa em relação ao PNE atual, em vigor desde 2001, que apresenta 295 metas para a educação - ponto bastante criticado por educadores e especialistas.
“O CNE obteve informações junto ao Ministério da Educação (MEC) de que há um esforço em apresentar o PNE com poucas metas, possivelmente em torno de 25”, afirmou Ramos à reportagem do iG durante participação no Prêmio Microsoft Educadores Inovadores. “Isso seria excepcional para o País, pois a sociedade teria condições de acompanhar o cumprimento das metas e de cobrá-las dos governantes”, declara.
Na avaliação do presidente do Todos pela Educação, o atual PNE, que não alcançará a maioria de suas metas, teve dois grandes problemas: a falta de uma avaliação periódica do cumprimento das metas e a ausência de uma norma que destinasse certa porcentagem do Produto Interno Bruto (PIB) aos investimentos em educação. “Este PNE tinha metas demais e dinheiro de menos. Estava fadado ao fracasso.”
A proposta enviada pelo CNE ao MEC é de que até 10% do PIB sejam investidos em educação anualmente. Para Ramos, a meta é factível: “Estou esperançoso de que o Congresso aprove essa meta. A perspectiva é que a economia cresça incrivelmente nos próximos anos, portanto e investimento deve aumentar”.
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