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quarta-feira, julho 21, 2010

CONCURSO: PROFESSORES DEVEM ESCOLHER VAGAS


21/07/2010 10h31 - Atualizado em 21/07/2010 10h32

10 mil professores aprovados em concurso devem escolher vagas


Quem não fizer escolha será automaticamente desclassificado do concurso.
Foram convocados cerca de 12 mil para caso de desistências.

Do G1, em São Paulo
Termina na sexta-feira (23) o prazo para candidatos classificados no concurso para 10.083 vagas de professores do ensino fundamental, ensino médio e educação especial da rede pública do estado de São Paulo escolherem as escolas em que querem lecionar.
A lista dos convocados está no sitehttp://www.educacao.sp.gov.br/noticias_2010/2010_20_07_lista%20geral.pdf. A seleção das vagas é obrigatória para a permanência no concurso, cuja próxima etapa será o curso de formação específica que será ministrado pela Escola de Formação de Professores de São Paulo, entre agosto e dezembro
Quem não fizer a escolha das vagas será automaticamente desclassificado do concurso.
Embora sejam 10.083 vagas, foram convocados para a escolha das escolas cerca de 12 mil candidatos para compor uma lista de espera para eventuais desistências.
A chamada para escolha de vagas obedecerá, rigorosamente, à ordem de classificação final, lista geral e lista especial, por disciplina, em nível regional. A capital e Grande São Paulo correspondem à região 1 e interior, região 2, respectivamente.
O candidato convocado deverá comparecer aos locais de seleção das vagas munido de documentos de identidade (RG e CPF) ou se fazer representar por procurador, legalmente constituído, portando cópia dos documentos mencionados.
O candidato deverá fornecer, obrigatoriamente, e-mail pessoal para recebimento de informações. Assinada a ficha de escolha de vaga, não será permitida desistência ou troca da vaga selecionada.
Os locais, datas e horários para escolha das vagas e informações completas sobre o processo de chamada para seleção das escolas estão disponíveis no sitewww.educacao.sp.gov.br.
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terça-feira, julho 20, 2010

LIVROS: DICAS DE LEITURA POR THALITA REBOUÇAS

20/07/10

Thalita Rebouças dá dicas de leitura para os adolescentes


Ela conseguiu tirar do computador um pessoal que não sai da frente das redes sociais. Para onde eles foram? Para os livros de Thalita Rebouças, a escritora teen do momento. Ela já publicou nove livros para o público adolescente, ultrapassou os 100 mil exemplares vendidos e foi entrevistada aqui no Canal Futura, por Helena Lara Rezende, pra quem contou como é viver rodeada pelas angústias do universo adolescente. Você perdeu? Fique ligado, nós vamos reprisar no Sala de Notícias Entrevista desta sexta (23).

No bate papo com o site do Canal Futura, a escritora revelou que também passou pela fase de torcer o nariz para os livros e dá dicas de leitura para os jovens. Confira.


Como surgiu a série Fala Sério?

Eu queria fazer um livro de crônicas que falasse do cotidiano do adolescente. Eu me lembro que gostava muito de ler quando criança, mas fui largando esse hábito lá pelos 13 anos de idade. Não sei porquê, mas os adolescentes começam a implicar com livros nessa época. Quando eu comecei a ler Luis Fernando Veríssimo, Fernando Sabino, voltei a gostar de ler. Eu escrevi o meu primeiro livro pensando nisso, o Traição Entre Amigas. Depois veio o Tudo por um Pop Star e o Fala Sério, Mãe!, que acabou virando série.


O que você acha que os pais e professores podem fazer para os adolescentes gostarem de ler? Você acha que “gostar de ler” é uma coisa que se aprende?

Acho. Totalmente. Cabe a eles estimular isso. Acho até que é mais uma missão dos pais. As crianças que vêem os pais lendo, vão ter mais vontade de pegar no livro, conhecer... Acho que os pais podem estimular os filhos dando livros de presente. Mas livros legais, que eles gostem, que tenham a ver com a vida deles.


Você criou uma campanha de incentivo à leitura. Como funciona o “Ler é bacana”?

Ler é bacana é a minha resposta pra quem diz que ler é chato. E olha que eu ouço muito isso, quando visito alguma escola. Aí eu pensei em criar essa campanha. Levo broches com a mensagem nas palestras que dou nas escolas e nos eventos literários. Já cheguei a distribuir 20 mil na Bienal! É uma mensagem que eu quero passar, afinal, ler é bacana, sim. É tudo de bom.


Qual foi o livro que marcou a sua adolescência?

Nunca vou esquecer de Feliz Ano Velho, do Marcelo Rubens Paiva.


O que você indica para os adolescentes lerem? Vamos montar um top5?

Primeiro esse livro super especial, que é Feliz Ano Velho, do Marcelo Rubens Paiva. Vamos lá: 2) O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger. 3) a biografia da Leila Diniz, escrita pelo Joaquim Ferreira dos Santos: Leila Diniz – Uma revolução na praia. Eu adoro biografias e esta é muito legal para os jovens saberem como foi aquela época e como a Leila conseguiu mudar as coisas mesmo sendo bem nova. 4) A Companheira de Viagem, do Fernando Sabino e 5) todos os Comédia da Vida Privada, do Luis Fernando Veríssimo, que ninguém pode deixar de ler.


Quer mais? Não perca o Sala de Notícias com Thalita Rebouças, sexta (23), às 14h30.
Tem reprise às 20h30!






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ENEM: ESCRITA É A MAIOR DIFICULDADE DAS PIORES ESCOLAS NO ENEM

Entre os dez colégios com pior desempenho no exame em 2009, nove ficaram com nota mais baixa na redação

Priscilla Borges, iG Brasília | 20/07/2010 19:28

Refletir sobre um tema, elencar argumentos e colocar as próprias ideias no papel é um dos maiores desafios dos brasileiros. Perceptível para quem está na sala de aula e confirmado por avaliações. Os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) comprovam a constatação de professores e especialistas: a redação ainda é um bicho-papão para muitos.
Entre as 50 escolas com pior desempenho no Enem em 2009, de acordo com ranking que considerou apenas os colégios que obtiveram médias globais (que considera médias das provas objetivas e da redação), 96% (48) ficaram com médias mais baixas quando a redação foi considerada. Entre as dez piores, a nota da redação foi a mais baixa entre todos os testes.
As provas do Enem mudaram no ano passado. Em lugar da prova única com questões objetivas de diferentes disciplinas e atualidades, os estudantes fazem quatro testes distintos: matemática, ciências da natureza, língua portuguesa e ciências humanas. A redação, exigida no modelo anterior, foi mantida.
Com isso Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela elaboração e aplicação das provas, divulgou médias globais e médias em separado para cada área e redação. O iG elaborou o ranking com base nas médias totais de cada escola do ensino médio regular (consulte lista completa das escolas ao final da reportagem).
Nos casos em que menos de dez alunos fizeram a redação, não há nota global disponível, por isso, não estão no ranking do iG. O mesmo acontece com as escolas cuja taxa de participação – relação entre o número de matriculados no terceiro ano na escola e a quantidade de participantes no Enem – foi inferior a 2% e nos estabelecimentos em menos de dez alunos foram avaliados.
A Escola Estadual Indígena Dom Pedro I, que ficou na lanterninha do ranking, não obteve nem 150 pontos na média da redação. Conseguiu apenas 141,88 pontos, apesar de 40 de seus 58 estudantes matriculados terem feito a avaliação. No restante das provas, o colégio ficou com médias acima de 300. Mesmo em língua portuguesa, que foi a segunda menor nota: 319,26. Com isso, a média global da escola despencou.
Nas outras oito escolas em que a redação foi a nota mais baixa, as médias ficaram acima de 200 pontos. Mas, na maioria, bem abaixo das demais notas. Nelas, os resultados das redações diminuíram as médias totais. O Colégio Estadual Professora Juvenília Soares Sousa, localizado no município de Buriticupu no Maranhão, segundo pior no ranking, ficou com média 281,25 na redação. A segunda menor média foi em ciências da natureza: 392,48 pontos.
A terceira escola na lanterninha é do município de Argirita, em Minas Gerais. A Escola Estadual Luiz Antonio Pires de Souza teve uma diferença ainda mais gritante entre as médias da redação e da segunda pior nota, em matemática: 219,44 pontos. Na primeira avaliação, os 10 dos 23 estudantes matriculados na escola que fizeram o Enem tiraram 235 pontos de média. Em matemática, 454,44 pontos.
O Maranhão foi o Estado que mais teve escolas nessa lista das dez piores: o Juvenília Sousa, o Colégio Estadual Cristino Pimenta – Anexo II e o Colégio Estadual Livino de Sousa Resende – Anexo Creolizinho. Em todos, os alunos apresentam dificuldade para se expressar. Vera Lúcia Gonçalves, supervisora de avaliação educacional da Secretaria de Educação do Estado, admite as deficiências. “O maior problema da educação, não só maranhense, é a dificuldade dos alunos em ler e escrever”, afirma.
Para tentar mudar essa realidade, algumas políticas foram adotadas. A primeira é o investimento na formação dos professores. “Como vamos ensinar um aluno a ter hábito de ler, se o próprio professor não tiver? Nossa formação ainda é falha”, admite Vera Lúcia. Ela ressalta que a realidade das piores escolas é peculiar: são escolas pequenas, em área rural, e os meninos, na maioria, estão atrasados nos estudos. “Os resultados não são bons, não nos deixam dormir direito. Eles estão aí e servem para orientar nossas políticas”, garante.
Língua portuguesaOs resultados de outros exames, como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e a Prova Brasil, também demonstram as deficiências de aprendizado dos alunos em língua portuguesa. As proficiências obtidas pelas escolas públicas e privadas nessa área na Prova Brasil em 2009 foram menores que em matemática. Os alunos do ensino médio das privadas obtiveram 329 pontos em matemática e 310 em português. Na rede pública, 266 e 262, respectivamente.
O Enem 2009 também mostrou que, mesmo nas melhores escolas, o desempenho em língua portuguesa foi o mais baixo nos dez melhores colégios. Menor do que a nota da redação. 
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segunda-feira, julho 19, 2010


19/07/2010 18h00 - Atualizado em 19/07/2010 18h10

MP  instaura  inquérito para apurar descarte de livros no interior de SP


Material do governo federal estava em cooperativa em Colina.

Prefeitura afirma que livros foram descartados por funcionário público.

Do G1 SP, com informações da EPTV
Livros abandonados em barracãoLivros abandonados em cooperativa (Foto:
Reprodução/TV Globo)
O promotor de justiça Cleber Pereira Defina instaurou inquérito civil para apurar como centenas de livros novos foram parar numa cooperativa de reciclagem em Colina, cidade a 406 km de São Paulo. Os livros foram encontrados no barracão da cooperativa no dia 27 de maio. O material impresso faz parte do programa nacional do livro didático, do governo federal.
Segundo a Secretaria da Educação do município, o material foi distribuído pelas editoras, mas não chegou a ser usado. Como estava ultrapassado, foi doado para entidades assistenciais e levado pelo caminhão que faz a coleta do lixo reciclável. Os livros não chegaram a ser destruídos e foram devolvidos à prefeitura.
A administração municipal de Colina informou ter instaurado sindicância para apuração dos fatos, atribuindo o descarte irregular a um funcionário público. De acordo com a prefeitura, depois de três anos os livros doados pelo Ministério da Educação (MEC) passam a integrar o patrimônio do município, a quem cabe decidir sobre conservar o material ou descartá-lo.
Como parte do inquérito, o Ministério Público enviou ofício à coordenadoria geral do programa de livros do Ministério da Educação para informar sobre a existência de norma sobre o descarte de materiais didáticos. O MEC informou que a sobra do material deveria ter sido comunicada, já que os livros poderiam ter sido utilizados em outras cidades do país.
Também foi enviado ofício à prefeitura solicitando cópia do processo administrativo disciplinar instaurado, cópia da relação dos livros descartados, quantidade remetida para reciclagem e outras informações sobre as publicações.
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ENEM: ESCOLAS PÚBLICAS X ESCOLAS PRIVADAS = DESIGUALDADE

19/07/2010 - 06h00

Ranking do Enem 2009 mostra desigualdade entre escolas públicas e privadas

Luana Lourenço
Da Agência Brasil
Em Brasília
Das 20 melhores escolas de ensino médio do país, 12 estão na Região Sudeste e apenas duas são públicas. O diagnóstico, que mostra a desigualdade entre as instituições dependendo da localidade ou do gestor, está no resultado do desempenho por escola no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2009, divulgado hoje (19) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ligado ao Ministério da Educação.
O desempenho das escolas foi calculado com base na média total obtida por seus alunos nas provas objetivas e na redação. A média nacional, segundo o Inep, foi de 500 pontos. As escolas particulares conquistaram os melhores resultados e são maioria no ranking, com 18 das 20 posições. A melhor escola do país, segundo os resultados do Enem 2009, é o Colégio Vértice, de São Paulo, com média total de 749,7.
Em seguida, estão o Instituto Dom Barreto, de Teresina, com 741,59 pontos, e o Colégio São Bento, do Rio de Janeiro, que liderou a classificação nos últimos dois anos e, em 2009, teve média total de 741,32 pontos.
As duas únicas instituições públicas da lista das 20 com melhor desempenho no Enem são escolas ligadas a universidades. O Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa (UFV) obteve média total de 734,66 pontos e ficou com a sétima colocação no ranking. Ligado à Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), o Colégio de Aplicação Fernando R. da Silveira teve média total de 722,58 e aparece na 17° posição.
Com 249,25 pontos, metade da média nacional, o pior desempenho no exame foi o da Escola Estadual Indígena Dom Pedro I, em Santo Antônio do Içá, no Amazonas.
A participação no Enem é voluntária. Escolas com menos de 2% de participação de alunos no exame não tiveram suas médias divulgadas.

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