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sexta-feira, junho 12, 2015

EPTV NA ESCOLA - 2015: TEXTOS SELECIONADOS - ETAPA MUNICIPAL: DIRETORIA DE ENSINO - SERTÃOZINHO - SP.


TEXTOS SELECIONADOS – EPTV NA ESCOLA – 2015
ETAPA MUNICIPAL -  SERTÃOZINHO - SP.


ESCOLA
PROFESSOR
ALUNO
1
EMEF “Prof. Antônio Cristino Cabral”
Divina Aparecida Martins Arosti
Jonathan Gabriel de Oliveira Santos
2
EMEF “Prof. Antônio Cristino Cabral”
Divina Aparecida Martins Arosti
João Pedro Pereira
3
EMEF “Prof. Antônio Cristino Cabral”
Divina Aparecida Martins Arosti
João Victor da Silva Valério
4
EMEF “Prof. Antônio Cristino Cabral”
Divina Aparecida Martins Arosti
Gabriele Aparecida Nunes
5
EMEF “Prof. Antônio Cristino Cabral”
Divina Aparecida Martins Arosti
Laressa Santos Pereira
6
EMEF “Prof. Antônio Cristino Cabral”
Divina Aparecida Martins Arosti
Gustavo Furtado Pereira
7
EMEF “Prof. Roberto Zanutto Desidério”
Ana Paula Rosa
Victória Cristine de Andrade Morais
8
EMEF “Prof. Roberto Zanutto Desidério”
Ana Paula Rosa
Henrique Souza Dias
9
EMEF “Prof. Roberto Zanutto Desidério”
Ana Paula Rosa
Gabriela Braguim
10
EMEF “Prof. Roberto Zanutto Desidério”
Ana Paula Rosa
Luis Pedro Galon Giacomelli
11
EMEF “Prof. Roberto Zanutto Desidério”
Ana Paula Rosa
Letícia Gabriela Balduino Pereira
12
EMEF “Prof. Roberto Zanutto Desidério”
Ana Paula Rosa
Felipe Gabriel Marcelino
13
EMEF “Prof. Roberto Zanutto Desidério”
Ana Paula Rosa
Alexia Jennifer Norder de Almeida
14
EMEF “Prof. José Negri”
Elizabeth Barbosa da Paixão
Nádia Nari Mendes Chagas
15
EMEF “Prof. Raul do Prado Vianna”
Galvina Cristiana Marques
Rúbia Camila do Nascimento Vieira
16
EMEF “Prof. Raul do Prado Vianna”
Helena Maria Freitas Pignata
Renan Felipe Nunes Araújo
17
EMEF “Prof. Raul do Prado Vianna”
Helena Maria Freitas Pignata
Guilherme Arcenio Neves Giroto
18
EMEF “Prof. Raul do Prado Vianna”
Helena Maria Freitas Pignata
Jonathan Patrick de Almeida Ribeiro
19
EMEF “Prof. Raul do Prado Vianna
Helena Maria Freitas Pignata
Carlos Eduardo Feichus
20
EMEF “Profª. Marilena Arantes Meneghini” – CAIC
Maria Aparecida Ferreira
Deni Porfirio da Silva
21
EMEF “Profª. Marilena Arantes Meneghini” – CAIC
Cleidimar Dalben Rastelli
Francielle Vasconcelos de Souza
22
EMEF “Profª. Marilena Arantes Meneghini” – CAIC
Maria Aparecida Ferreira
Letícia Maria de Novaes
23
E.E. “Profa. Edith Silveira Dalmaso”
Raphael Ribeiro Borges
Maria Rita Amorim Alves da Silva
24
E.E. “Anna Passamonti Balardin”
Rosicleia Magrini dos Santos
Gabriela Brito dos Santos
25
E.E. “Anna Passamonti Balardin”
Rosicleia Magrini dos Santos
Ester Dutra Cordeiro
26
E.E. “Anna Passamonti Balardin”
Rosicleia Magrini dos Santos
Bruno Henrique de Souza
27
E.E. “Anna Passamonti Balardin”
Rosicleia Magrini dos Santos
Bárbara Gabriela de Oliveira Jerônimo
28
E.E. “Dr. Isaías José Ferreira”
Tatiana Lopes
Beatriz Caroline Maraus
29
E.E. “Maria Conceição R. S. Magon”
Kacilene A. Briti Brandão
Tainá Fernanda Rubis
30
E.E. “Profa. Nícia Fabíola Zanutto Girardi”
Lussandra marina da Silva Ferezin
Ryan Rodrigo Fauro Dantas
31
E.E. “Profa. Nícia Fabíola Zanutto Girardi”
Simone Maria Viel
Débora Carolina Martins
32
EE. “Ferrucio Chiarati”
Cátia F. Nunes Santana Alves
Vitória Ap. dos Santos do Nascimento
33
EE. “Ferrucio Chiarati”
Cátia F. Nunes Santana Alves
Micaelli Raíssa Aguiar
34
Colégio Arte Livre
Marcela Lorenzato
Victor Henrique da Silva Pignata
35
Colégio Saber
Fernanda C. Aguiar Abussamja
Lívia Tonielo Pavan


TEXTOS SELECIONADOS – EPTV NA ESCOLA – 2015
ETAPA MUNICIPAL -  PITANGUEIRAS - SP.


ESCOLA
PROFESSOR
ALUNO
1
EE Domingos Paro
Michele Rapanello Sampaio
Ivan Luís Camolezi
2
EE Domingos Paro
Michele Rapanello Sampaio
João Pedro da S. dos Santos
3
EE Domingos Paro
Michele Rapanello Sampaio
Ludmila Teixeira Santos
4
EE Domingos Paro
Michele Rapanello Sampaio
Vitória Bueno Dias
5
EE Maria Falconi de Felício
Ludimila Aparecida Faria Sapience
Jessica Fernanda dos Reis
6
EE Maria Falconi de Felício
Ludimila Aparecida Faria Sapience
Geovana de Cássia Knobloch
7
EE Maria Falconi de Felício
Mirian Cristina Criberg
Vanessa Marioto dos Santos
8
EE Maria Falconi de Felício
Mirian Cristina Criberg
Wellington H. Ribeiro  Rosa
9
EE Maria Falconi de Felício
Keli Karin C. Vendrusculo
Thalita da Silva Dias
10
EE Maurício Montecchi
Priscila Rigoni
Amanda Alves de Souza
11
EE Maurício Montecchi
Priscila Rigoni
Diego Francisco R. da Silva
12
EE Maurício Montecchi
Talita Gatto
Elisa de Paula Silva
13
EE Maurício Montecchi
Talita Gatto
Victória Della Costa e Araujo
14
EE Maurício Montecchi
Talita Gatto
Samy Fernanda P. dos Santos
15
EE Maurício Montecchi
Priscila Rigoni
Gabriel Botega Marinho
16
EE Maurício Montecchi
Talita Gatto
Júlia Manfrin
17
EE Maurício Montecchi
Talita Gatto
Renan Gomes P. Dias
18
EE Orminda Guimaraes Cotrim
Maria Cristina Andrade Costa
Thainara Gabrielle C. Fialho
19
EE Orminda Guimaraes Cotrim
Maria Cristina Andrade Costa
Polyana Cristina Carvalho
20
EE Orminda Guimaraes Cotrim
Maria Cristina Andrade Costa
Gabriel Sanches da Silva
21
EE Orminda Guimaraes Cotrim
Maria Cristina Andrade Costa
Lucas Alcântara da Silva
22
EE Orminda Guimaraes Cotrim
Maria Cristina Andrade Costa
Rodrigo Lemes
23
EE Orminda Guimaraes Cotrim
Maria Cristina Andrade Costa
Fernando R.  de Amorim
24
EE Orminda Guimaraes Cotrim
Maria Cristina Andrade Costa
Karen Eloisa Apolinário Costa
25
EE Orminda Guimaraes Cotrim
Maria Cristina Andrade Costa
João Victor de O. Eleotério
26
EE Orminda Guimaraes Cotrim
Maria Cristina Andrade Costa
Letícia Souza R. dos Santos
27
EE Orminda Guimaraes Cotrim
Maria Cristina Andrade Costa
Mariana Lucas Marcato
28
EE Orminda Guimaraes Cotrim
Maria Cristina Andrade Costa
Amanda de Souza Mello
29
EE Orminda Guimaraes Cotrim
Maria Cristina Andrade Costa
Chirlley Pego Magalhães
30
EE Orminda Guimaraes Cotrim
Maria Cristina Andrade Costa
Johnatan dos A. Gonçalves

TEXTOS SELECIONADOS – EPTV NA ESCOLA – 2015
ETAPA MUNICIPAL -  VIRADOURO - SP.


ESCOLA
PROFESSOR
ALUNO
1
EE Odulfo de Oliveira Guimarães
Andresa Erica Betin Mantellli Mantovani
Amanda Cristina Francisco
2
EE Odulfo de Oliveira Guimarães
Andresa Erica Betin Mantelli Mantovani
Ana Julia S. Lima
3
EE Odulfo de Oliveira Guimarães
Andresa Erica Betin Mantelli Mantovani
Bianca de Gove S. Ferreira
4
EE Odulfo de Oliveira Guimarães
Andresa Erica Betin Mantelli Mantovani
Bianca Lopes Pereira
5
EE Odulfo de Oliveira Guimarães
Andresa Erica Betin Mantelli Mantovani
Carlos Eduardo Rodrigues
6
EE Odulfo de Oliveira Guimarães
Andresa Erica Betin Mantelli Mantovani
Erica Tacila Fortes
7
EE Odulfo de Oliveira Guimarães
Andresa Erica Betin Mantelli Mantovani
Hellen Vitória da Silva Domingos
8
EE Odulfo de Oliveira Guimarães
Andresa Erica Betin Mantelli Mantovani
Marcela R. Ferreira
9
Colégio Educacional Viradouro

Jeovana Silva Celes
10
Colégio Educacional Viradouro

Karen Betin Miranda
11
Colégio Educacional Viradouro

Laura Mª. DrugovichN. Braga
12
Colégio Educacional Viradouro

Marina Schiavo Pedro
13
Colégio Horizonte

Beatriz E. Pereira
14
Colégio Horizonte

João Mengatto Neto
15
Colégio Horizonte

Larissa G. Lima
16
Colégio Horizonte

Valentim Silvério Neto
17
EMEF Milton Marçal Silveira

Ingridy Alves Vieira
18
EMEF Milton Marçal Silveira

Mariângela Barsan Campos
19
EMEF Milton Marçal Silveira

Matheus Pimentel
20
EMEF Milton Marçal Silveira

Emily Turato Lopes de Almeida
21
EMEF Milton Marçal Silveira

Josiely Silva Santos
22
EMEF Milton Marçal Silveira

Carolina P. da Silva
23
EMEF Milton Marçal Silveira

Bianca Cristina Santana
24
EMEF Milton Marçal Silveira

Eliezer dos S. Souza
25
EMEF Milton Marçal Silveira

Luan Felipe S. do Carmo
26
EMEF Milton Marçal Silveira

Natielly R. O. dos Santos
27
EMEF Milton Marçal Silveira

Victor Osório Curto
28
EMEF Milton Marçal Silveira

Guilherme da S. Daires
29
EMEF Milton Marçal Silveira

Cintia Helen B. de Oliveira
30
EMEF Milton Marçal Silveira

Lalesca P. Carlovitti

TEXTOS SELECIONADOS – EPTV NA ESCOLA – 2015
ETAPA MUNICIPAL -  PONTAL - SP.


ESCOLA
PROFESSOR
ALUNO
1
EE Dona Adélia Frascino

Bianca Emily Francisco Silva
2
EE Prof. Basilio Rodrigues da Silva

Karen Cristhine Matos da Silva
3
EE Prof. Basilio Rodrigues da Silva

Larissa Oliveira Santos
4
EE Prof. Basilio Rodrigues da Silva

Marcilaine Novais da Silva
5
EE Profa. Dolores Martins de Castro

Ana Beatriz Paredes Gonçalves
6
EE Profa. Dolores Martins de Castro

Kayla Roberta Rocha
7
EE Profa. Dolores Martins de Castro

Leticia Miranda Costa
8
EE Profa. Dolores Belém Novaes

André Nunes dos Santos
9
EE Profa. Dolores Belém Novaes

Bruno Evangelista
10
EE Profa. Dolores Belém Novaes

Camille Alves Leite
11
EE Profa. Dolores Belém Novaes

Wanderson Eduardo Magalhães
12
EMEF Profa. Yolanda Luiz Sichieri

Bárbara Lohana Alves Borges
13
EMEF Profa. Yolanda Luiz Sichieri

Cássia Carvalho Silva
14
EMEF Profa. Yolanda Luiz Sichieri

João Vitor Bernardes dos Santos
15
EMEF Profa. Yolanda Luiz Sichieri

Maria Eduarda Fernandes Pereira
16
EMEF Profa. Yolanda Luiz Sichieri

Joselaine Lopes de Oliveira
17
EMEF Profa. Yolanda Luiz Sichieri

Paulo Araujo Vieira
18
EMEF Profa. Yolanda Luiz Sichieri

Taiane Jaine Trindade Silva
19
EMEF Profa. Yolanda Luiz Sichieri

Sulamita Amaral Franca
20
EE Profa. Josepha Castro

Adailson José Alves da Silva
21
EE Profa. Josepha Castro

Beatriz Novais da Silva
22
EE Profa. Josepha Castro

Bruna Eduarda Negrão Gambatti
23
EE Profa. Josepha Castro

Francisca Erica Frazão Gonçalves
24
EE Profa. Josepha Castro

Thalita Carvalho Oliveira
25
EE Profa. Josepha Castro

Thifany Victória Santos
26
EE Profa. Josepha Castro

Victória Caroline Bassi
27
EEIEF Sempre Viva

Isabela do Nascimento Soares
28
EEIEF Sempre Viva

Pedro Henrique Tasquete
29
Colégio Sonho Meu Objetivo

Ester Prustelo Damião
30
Colégio Sonho Meu Objetivo

Rainara Michelin Beletato

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Parabéns a todos os alunos e professores pelo empenho e dedicação!!! 



quinta-feira, junho 11, 2015

ESCOLAS COM ALUNOS MAIS POBRES SE SUPERAM E ESTÃO NA ELITE PÚBLICA DE SP

Das 160 melhores escolas de 1º ao 5º ano, 45% atendem famílias com nível socioeconômico alto; no grupo dos mais pobres, porém, há quem já tenha superado até as metas previstas para 2030

Paulo Saldaña (07 Junho 2015 | 03h 00)


As escolas do 1.º ao 5.º ano do ensino fundamental da rede estadual paulista têm registrado melhora nos indicadores de qualidade com o passar dos anos, mas a desigualdade social ainda é notável. Das 160 melhores escolas com nota a partir de 6 no ranking estadual, 45% atendem alunos de famílias com nível socioeconômico mais alto. E só 20% acolhem os mais pobres. Ou seja, o nível e a condição da família têm muita influência no sucesso da escola, independentemente de outras características da unidade, como local ou estrutura.
Mas há exceções. O Estado visitou três escolas que atendem alunos que estão entre os 25% com nível socioeconômico mais baixo e conseguem alcançar bons indicadores de qualidade. Nelas se destacam comprometimento de professores e a liderança de diretores, além do uso dos materiais oficiais, como o currículo, e o acompanhamento.
As escolas já superaram até a meta que o Estado estabeleceu para daqui a 15 anos: Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo (Idesp) de pelo menos 7 nos anos iniciais e 6 nos anos finais. A rede é a maior do País – são quase 4 milhões de alunos em 5,3 mil escolas.
Com auxílio do economista Ernesto Martins Faria, coordenador de Projetos da Fundação Lemann, a reportagem cruzou o Idesp e o Indicador de Nível Socioeconômico (Inse) de cada escola. Das 1.520 do ciclo 1 (1.º ao 5.º ano) no Estado, 600 escolas (39%) não conseguiram Idesp maior do que 4 – de uma escala até 10. Desse grupo com os piores resultados, 53% atendem alunos entre os mais pobres – o que aponta, mais uma vez, que trabalhar com alunos de nível socioeconômico mais baixo configura um maior desafio.
Mas essa tendência entre nível socioeconômico mais alto e boa qualidade da escola fica clara entre as unidades dos anos iniciais, mas vai desaparecendo nos anos finais (6.º ao 9.º ano). E mais ainda no ensino médio. Nos anos finais, 96,7% das escolas tinham em 2013 o Idesp até 4. No médio, eram 99,3%.
Para Faria, “os problemas após os anos iniciais são evidenciados pesquisa após pesquisa”. “O que indicam, entre outros, desafios de gestão de sala de aula, uma melhor estrutura de acompanhamento e formação continuada.” Os dados ilustram ainda que, nessas duas etapas, até as escolas que atendem estudantes com níveis socioeconômicos mais alto têm dificuldade de se destacar. “Têm de fazer uma compensação daquilo que não existe no ambiente familiar”, diz Ricardo Falzetta, do Todos Pela Educação. 

Exemplos. O secretário estadual da Educação, Herman Voorwald, ressalta que a inclusão em uma grande rede é complexa e a solução passa pela escola integral – modelo que deve inspirar uma mudança no ensino médio, como revelou o Estado em reportagem publicada na edição do último sábado. “Meu sonho é garantir a universalização do modelo. Além disso, as competências socioemocionais devem fazer parte da estrutura e matriz curricular. As pessoas perceberam que a violência na escola vem da incapacidade de entender o outro, trabalhar em equipe.”

Exemplos. 'Não temos do que reclamar'
O geógrafo e pedagogo Hércules Pedroso de Almeida, de 64 anos, não demora a exibir, no início da conversa com a reportagem, um cartaz com um gráfico que mostra a evolução da Escola Estadual Visconde de Taunay no Idesp - 7,11. Também separa os cadernos com os mapas de sondagem, que são os acompanhamentos individuais dos alunos. "Os resultados são um orgulho para a gente, estamos de olhos nisso desde o primeiro dia de aula", diz Almeida, diretor da unidade desde 2007 e com 42 anos de magistério da rede estadual.
Além do acompanhamento dos resultados e da evolução dos alunos, Almeida conta que segue o currículo do Estado "de ponta a ponta". "Aplicamos à risca."
A escola, no bairro do Limão, zona norte, tem 423 alunos e é a única da rede na cidade de São Paulo a conseguir se colocar no topo dos indicadores de qualidade mesmo atendendo alunos mais pobres. O Ideb, indicador federal de qualidade, também acompanha a subida. "Temos uma boa interação com as famílias, isso faz a diferença", diz Almeida.
A escola completou no ano passado 65 anos de existência, quando recebeu, enfim, a cobertura da quadra de esportes. A unidade tem um amplo terreno. Além de abrigar 12 salas, é repleta de áreas verdes, bananeiras, hortas plantadas pelos alunos e muito lugar para brincar. "Aqui não temos do que reclamar, nunca faltou nada. Até água nós temos", diz o diretor.
A direção gere a escola com pulso forte, que se vê também no silêncio da unidade e na limpeza do ambiente. A vice-diretora, Marcia Okuma, de 46 anos, ainda destaca o trabalho em equipe: metade dos 20 professores da escola estão há mais de dez anos na unidade. "O que mais adoro aqui é o compromisso dos professores, são todos parceiros. E acaba melhorando a relação com a sociedade", diz ela, há seis anos na função. / P. S.

'Amor e limites' são o segredo
Uma conversa comum entre os alunos do 9.º ano da Escola Estadual Professor Sebastião Francisco Ferraz de Arruda é a decepção por precisar sair da escola ao chegar ao ensino médio. Ali, só há os dois ciclos do ensino fundamental. O colégio no Bairro 2000, periferia de Itápolis, a 360 km da capital, nem sequer tem quadra própria e usa um espaço municipal na frente da unidade.
"O segredo aqui são os professores, eles te dão muita atenção. Eu sinto que eles vão até o fim por nós", diz a estudante Daniela Eliza de Souza, de 14 anos, do fundamental.
Muitos dos alunos do Sebastião passam os nove anos do fundamental por ali, o que cria uma identificação com a escola e com a equipe.
Mesmo atendendo alunos com nível socioeconômico baixo, a escola conseguiu obter Idesp de 7,36 em 2013 no primeiro ciclo e passou para 7,46 no ano passado - ante uma média estadual de 4,76. No segundo ciclo, o Idesp da escola passou de 5,18 em 2013 para 5,42 em 2014, mais do que o dobro da média estadual.
O estudante Gilmar Vieira da Silva Junior, de 14 anos, é um dos que estudam na unidade desde o 1.º ano. O gosto pela leitura - está para finalizar toda a série Harry Porter - e pelo desenho acabou ficando em segundo plano no ano passado, por causa de problemas que enfrentou, com companhias que ele se arrepende de ter seguido.
"Um professor me pagou um curso de desenho e agora também estou fazendo informática. Sinto muita sorte de estar aqui", diz. "Quero conseguir um futuro melhor, fazer faculdade", diz o adolescente.
A diretora Maria Cecilia Bispo Varjão Soares, a Cica, de 63 anos, diz que o garoto foi uma das "reconquistas" da escola - uma parte da realidade sobre a qual a escola pública não pode fugir. "O nosso lema aqui é amor e limites. E ouvir o depoimento como o do Gilmar é o que nos move a continuar nessa carreira", diz.

Professor oferece até aula extra
Há 16 anos como vice-diretora da Escola Manoel Silveira Bueno, na cidade de Borborema, a educadora Rita Neide Duarte, de 60 anos, tem uma responsabilidade: é ela quem vai às casas dos alunos que começam a não frequentar as aulas. "A escola vai até a família, que tem de se dar conta da importância disso tudo." Rita conta que muitos alunos às vezes trabalham, outros estão com problemas com a família ou se desinteressam pela escola. "Não importa se é de noite, de dia. A gente pressiona e eles voltam."
Um prédio de 1953 abriga os 761 alunos dos ciclos 1 e 2 do ensino fundamental do colégio, a 390 km da capital. Depois de ficar com Idesp 7,38 em 2013, a escola teve um pequeno avanço: 7,86 no primeiro ciclo. No ciclo 2, o indicador passou de 4,86 para 5,26, mesmo trabalhando com alunos de nível socioeconômico mais baixo.
"Os índices têm motivado nossos alunos", conta o professor Reinaldo Batista de Oliveira, de 52 anos, há dez na mesma escola. Em parceria com outro professor, montou por conta própria um projeto de recuperação ligada às aulas de Matemática e à sala de leitura fora do turno de aula para alunos com dificuldades. "Conseguimos colocar nossos alunos nas escolas técnicas", diz ele.
A Manoel Silveira já conseguiu quatro medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, além de uma menção honrosa. "As pessoas na cidade gostam da escola, reconhecem a gente como os professores da Manoel", diz a professora Marciana Lofrano, de 38 anos, há dez na unidade, onde também estudou.
A diretora Silvia Margarete Pierobon, de 50 anos, mora em uma cidade a 130 km de Borborema, mas durante a semana fica em uma casa alugada porque não quis deixar a unidade. "Foi minha opção mesmo, porque me identifiquei."

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terça-feira, março 24, 2015

EDGAR MORIN: "É PRECISO ENSINAR A COMPREENSÃO HUMANA"

05.03.2015

Nos acostumamos a acreditar que pensamento e prática são compartimentos distintos da vida. Quem pensa o mundo não faz o mundo e vice-versa. Mas, houve um tempo em que os sábios, eventualmente chamados de cientistas ou artistas, circulavam por diversos campos da cultura. Matemática, física, arquitetura, pintura, escultura eram matéria-prima do pensamento e da ação. A revolução industrial veio derrubar a ideia do saber renascentista e, desde o século 19, a especialização foi ganhando força.
Mas, sempre haverá quem nos lembre que a vida é produto de um contexto, de um acúmulo de vivências e ideias. Pense num filósofo que pegou em armas contra o nazismo para depois empunhar as ferramentas da retórica contra o stalinismo, que reconhece a importância dos saberes dos povos originais sem abrir mão de pensar e repensar a educação formal.
Com mais de 90 anos, o francês Edgar Morin, nascido e criado Edgar Nahoum no início do século 20, é um dos mais respeitados pensadores do nosso tempo. Com uma gigantesca produção literária, pedagógica e filosófica. Em tempos de radicalismos, Morin é herdeiro do melhor do humanismo francês. Em entrevista ao programa Milênio, Edgar Morin fala sobre o extremismo e o significado da educação na contemporaneidade. Leia abaixo:

Gostaria de começar com uma questão generalista. Sociólogo, antropólogo, filósofo, professor, escritor, e até, às vezes, jornalista. Qual a melhor definição de Edgar Morin e por quê?
 Edgar Morin: A melhor definição seria não ter definição. De se bastar. A palavra “filósofo" talvez me conviesse bem, mas hoje a filosofia, no geral, se fechou em si mesma e a minha é uma filosofia que observa o mundo, os acontecimentos, etc. Sou muito marginal, quer dizer, sou marginal em todas essas áreas. Então, sou aquele que querem que eu seja.

Seria mais correto falar em um pensador do estilo renascentista, alguém que mistura um pouco essas histórias todas?
Edgar Morin: Não exatamente que mistura, mas que tenta fazer a ligação, que tenta ter uma cultura feita de conhecimentos que hoje estão dispersos. Mas, é verdade que o Renascentismo foi admirável pelos homens que tinham um conhecimento, não digo enciclopédico, mas aberto a várias áreas. Se quiserem, acho que as perguntas fundamentais de cada um a si mesmo, “quem somos nós, para onde vamos e de onde viemos?", são questões fundamentais, precisamos respondê-las e não afastá-las.
A tragédia do nosso sistema de conhecimento atual é que ele compartimenta tanto os conhecimentos que a gente não consegue se fazer essas perguntas. Se perguntarmos “O que é o ser humano?", não teremos respostas, porque as diferentes respostas estão dispersas. E, no fundo, é isso que chamo de pensamento complexo, um pensamento que reúne conhecimentos separados.

E esse pensamento complexo do qual o senhor fala estaria em oposição a um pensamento simples. Como se dá esse duelo hoje, num setor que o senhor conhece bem, o ensino?
Edgar Morin: O que chamo de desafio da complexidade é que estamos em um mundo onde encontramos problemas tão difíceis e separados, e uni-los. Como fazer isso? Eu fiz um trabalho ao longo de muitos anos para, de certa forma, elaborar um método que possibilite a união desses saberes, porque não podemos simplesmente sobrepor, é preciso articulá-los.
Acredito que, para uma melhor compreensão da realidade, para entender quem somos, que você é um ser complexo, que eu sou um ser complexo, não podemos estar reduzidos a um único aspecto da personalidade, para saber que a sociedade é complexa, para entender a globalização. Acredito que é sim necessário um pensamento assim, senão temos um pensamento mutilado, o que é muito grave, porque um pensamento mutilado leva a decisões erradas ou ilusórias.

E como traduzir isso para os alunos, para as novas gerações, por meio do ensino? Como é possível encarar essa tarefa tão difícil para os educadores, para aqueles que estudam a educação e querem passar adiante esse pensamento mais complexo, com uma visão um pouco mais ampla do mundo do que aquela homogeneizada, simplista, com certezas bastante frágeis?
Edgar Morin: Eu proponho, no ensino, a introdução de temas fundamentais que ainda não existem. Quer dizer, proponho introduzir o tema do conhecimento, pois damos conhecimento sem nunca saber o que é o conhecimento. Mas, como todo conhecimento é uma tradução seguida de uma reconstrução, sempre existe o risco do erro, o risco de alucinações, sempre.
Eu proponho o método de incluir esses temas, de incluir o tema da compreensão humana. É preciso ensinar a compreensão humana, porque é um mal do qual todos sofrem em graus diferentes. Começa na família, onde filhos não são compreendidos pelos pais e os pais não entendem seus filhos. Pode continuar na escola, com os professores e os colegas. Continua na vida do trabalho, no amor e acho que temos que ensinar também a enfrentar as incertezas. Porque em todo destino humano há uma incerteza desde o nascimento. A única certeza é a morte e não sabemos quando. Mas, é claro que estamos em meio, não apenas das incertezas que chamaria de normais, de saúde, casamento, trabalho, mas também uma incerteza histórica impressionante.
Antes, a gente achava que existia um progresso certo e agora o futuro é uma angústia. Por isso, suportar, enfrentar a incerteza é não naufragar na angústia, saber que é preciso, de certa forma, participar com o outro, de algo em comum, porque a única reposta aos que têm a angústia de morrer é o amor e a vida em comum.

Isso nos traz a um dos muitos caminhos que temos para nos conhecer e conhecer o outro, que é a participação política. E o senhor, desde muito cedo, teve uma participação política muito importante. Na Resistência e, depois, com suas relações no Partido Comunista. Mas, muito cedo também, o senhor aprendeu a fazer essa autocrítica e não hesitou em criticar duramente o Partido Comunista e a ascensão da URSS Stalinista, depois da China maoísta. Mais recentemente, a globalização. Politicamente, hoje, qual a luta que o senhor considera que vale a pena lutar? Sabemos que o mundo vive uma crise profunda de representação nas democracias, nos partidos, nos sindicatos. Como fazer essa luta política?
Edgar Morin: Antes de mais nada, é preciso entender bem que estamos ameaçados, cada vez mais, por duas barbáries. A primeira barbárie a gente conhece, vem desde os primórdios da história, que é a crueldade, a dominação, a subserviência, a tortura, tudo isso. A segunda barbárie, ao contrário, é uma barbárie fria e gelada, a do cálculo econômico. Porque quando existe um pensamento fundado exclusivamente em contas, não se vê mais os seres humanos. O que se vê são estatísticas, produtos burros. No fundo, o cálculo, que é útil, mas como instrumento, se torna um meio de conhecimento, mas de falso conhecimento, que mascara a realidade humana.
No fundo, assim que entra o cálculo, os humanos são tratados como objetos. E hoje, com o domínio justamente do poder e do dinheiro, com o domínio do mundo burocrático, tudo isso, é o reino da barbárie gelada. Se preferir, é preciso repensar a política e nós estamos na pré-história desse momento. É preciso saber se as forças negativas, a corrente negativa vai ser mais forte do que as forças positivas que tentam se levantar hoje no mundo e são ainda muito dispersas.

Como fazer com que todas essas ferramentas, que existem e foram desenvolvidas nas últimas décadas, possam ser utilizadas de uma forma, digamos, mais positiva?
Edgar Morin: Antes de mais nada, é verdade que informação não é conhecimento. Conhecimento é a organização das informações. Então, estamos imersos em informações e como elas se sucedem dia a dia, de certa forma, não temos como ter consciência disso. De outra parte, os conhecimentos, como eu disse, estão dispersos. É preciso uni-los, mas falta esse pensamento complexo. Dito isso, quando pensamos sobre a internet, a internet virou uma força incrível, eu diria que em todas as direções, tanto para o lado negativo quando para o positivo.
O que há de extraordinário na internet e em todos esses meios que você citou é que, hoje, um Estado pode controlar um indivíduo em todos os seus gestos e atos, mesmo quando ele está na rua lendo um jornal. Podemos ser controlados. Mas, ao mesmo tempo, através da internet, um ou dois indivíduos razoavelmente talentosos em matemática podem decifrar os segredos do Pentágono, segredos diplomáticos dos mais importantes do Estado mais forte do mundo.

O senhor acha que neste mundo, com tantas coisas que regridem, um país como o Brasil que o senhor conhece tanto tem algo a ensinar aos outros notadamente quando se vê essa sociedade mestiça, essa mistura que existe de verdade. Mesmo que tenhamos os nossos problemas com o racismo, nossos problemas de exclusão e tudo isso. Mas, o senhor acha que essa sociedade brasileira, com todos esses problemas, tem algo a ensinar?
Edgar Morin: Apesar dos limites, digamos, do caráter de segregação social, é uma sociedade indiscutivelmente mestiça, que conseguiu integrar contribuições vindas da África. Nunca em outro país a contribuição africana foi tão intensamente integrada nos costumes, nem que seja na gastronomia, nas danças, nos cantos. É um país muito interessante também onde, no Sul, que tem muitos imigrantes alemães e italianos e o Nordeste, que é muito diferente com sua população, os caboclos... Apesar dessa grande diversidade, é um país que nunca quis se separar. Vejam a Itália, a Itália do Norte quer se separar da do Sul, veja a Inglaterra, a Escócia quer deixar o Reino Unido.
No Brasil, mesmo com toda essa extraordinária heterogeneidade, existe uma cultura comum que mantém a unidade. Ou seja, pra mim, o Brasil é um grande estimulante. Um estimulante intelectual, mas também humano, pois tem um calor humano, um sentimento de familiaridade, que também perdemos na França e encontramos, muito vivo, no Brasil.

Eu já o vi e li dizendo que o monoteísmo era o flagelo da humanidade. Queria saber se o senhor mantém essa posição hoje, frente ao que vemos no Oriente Médio e nas lutas nacionalistas que misturam a religião à importância nacional.
Edgar Morin: A fórmula é parcialmente verdadeira. Por quê? Porque há outro aspecto muito presente no Cristianismo, sobretudo no Cristianismo de caráter evangélico, e também no Islã, onde também há como princípio um Deus magnânimo e misericordioso. Existe um universalismo, porque o Cristianismo e o Islã se dirigem a todos os homens, a todos os seres humanos, não importa a raça. Quando vemos a história do Cristianismo, há uma renovação dessa fonte de fraternidade e de evangelismo. Mas, quando olhamos a mesma história do Cristianismo, também vemos guerras religiosas, a Inquisição, as perseguições, as fogueiras, as cruzadas e tudo isso. E quando olhamos para a história do Islã também.
Dito isso, o que é o monoteísmo? É o que vê a unidade no mundo. O que é o politeísmo? É o que vê a diversidade no mundo, que vê, como os antigos gregos, mas também no Candomblé, vocês têm Iemanjá, deusa das águas, têm os outros, dá pra dizer que são complementares. Uns veem a diversidade e outros a unidade. Mas, o politeísmo sempre foi mais tolerante do que o monoteísmo, sempre foi menos dogmático. E, se hoje, o Hinduísmo fica agressivo contra o Islã é que ele próprio vive uma luta entre duas religiões, mas, em princípio, as religiões politeístas são mais... Mas, como estou fora dessas religiões, apenas constato. Acredito que a virtude dos politeístas seja a de respeitar também a natureza. Quando se tem a Pacha Mama, da tradição andina, temos o amor da mãe terra. O Cristianismo separou, como aliás o Islã, os dois tendo a mesma fonte, a Bíblia. Dizem que Deus criou o homem à sua imagem, diferente da dos animais. Paulo disse que os humanos podem ressuscitar, mas os animais não.
Criamos a dissociação com a natureza, acentuada pela civilização ocidental, dizendo que, através da ciência e da tecnologia podemos dominar e controlar a natureza. Mas, é preciso reencontrar o sentido da natureza de uma forma não mais politeísta, mas humana, quer dizer, sentir essa vida, esse sentimento que expressava Spinoza, que a criatividade e a divindade estão na natureza.

Qual seria, então, na sua opinião, o maior desafio do ensino escolar hoje no mundo? Fazer esse equilíbrio sociedade tecnológica e humana, o equilíbrio entre o dinheiro e o saber, entre o humanismo e a individualidade?
Edgar Morin: Antes de mais nada, é não se deixar contaminar pela lógica da empresa. Uma universidade não é uma empresa, é como um hospital, não é uma empresa. A lógica não é a do lucro, não é a dos benefícios, não é a do equilíbrio orçamentário, é outra lógica. Depois, não obedecer ao dogma da avaliação. Avaliamos e avaliamos, quando, na realidade, a avaliação também é um jeito de calcular que ignora a complexidade das realidades humanas.
O objetivo do ensino deve ser ensinar a viver. Viver não é só se adaptar ao mundo moderno. Viver quer dizer como, efetivamente, não somente tratar as grandes questões de que falamos, mas como viver na nossa civilização, como viver na sociedade de consumo. Produzimos coisas descartáveis em vez de objetos reparáveis, que possam ser consertados. Então há toda uma lógica e é preciso dar, no ensino, os meios àqueles que vão se tornar adultos, de poder escolher alimentos, consumo, não usar o que não é bom e favorecer o que tem qualidade e o que é artesanal.
Acho que é preciso ensinar não só a utilizar a internet, mas a conhecer o mundo da internet. É preciso ensinar a saber como é selecionada a informação na mídia, pois a informação sempre passa por uma seleção – como e por quê? É preciso ensinar, há todo um ensinamento, para nossa civilização, que não está pronto. Tem isso e ainda o ensino dos problemas fundamentais e globais. Essa é a reforma fundamental que precisa ser feita.

Para terminar, professor, o que é que alimenta suas esperanças num mundo melhor?
Edgar Morin: A esperança é a ideia que o futuro já que é incerto e já que é desconhecido, pode justamente ser melhor e, no fundo, meu sentimento profundo é que eu sou um pedacinho temporário, numa gigantesca aventura, que é a da humanidade, que começou, talvez, há sete milhões de anos, quando um primata virou bípede. Que continuou e seguiu pela pré-história, a história, o fim dos impérios, os acontecimentos, as guerras mundiais. Uma aventura absolutamente incrível. E como o passado é incrível, eu sei que o futuro também será incrível.
Mas, sinto que faço parte dessa totalidade, querendo ou não. Isso também me leva para frente. Não renuncio. Sem querer, sou animado por esse sentimento de estar na aventura e quero também dar, mesmo que seja pequena, minha contribuição a isso. É isso que também me encoraja. Não tenho só esperança, tampouco desespero. Mesmo que saiba que a vida é, ao mesmo tempo, magnífica e trágica.

Uma das minhas máximas favoritas é: “o que não se regenera, degenera." Nada está estabelecido para sempre. Se você tem a democracia, não é para sempre, pode degenerar. Se acabou com a tortura, não é para sempre, pode voltar. Quer dizer, é preciso estar com as forças da regeneração e sentir a necessidade dessas forças de regeneração me tonifica, me faz bem e espero fazer o bem também.


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quinta-feira, março 19, 2015

FUNDAÇÃO LEMANN: PESQUISA - CONSELHO DE CLASSE

Compartilhando o resultado da pesquisa da Fundação Lemann - Educação.
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"Ouvimos professores de todo o Brasil, trazendo para o centro do debate educacional a opinião de quem vive a educação diariamente. Realizada pela Fundação Lemann com Ibope Inteligência, a pesquisa Conselho de Classe é apenas o primeiro canal direto de muitos que estamos estabelecendo com os educadores. A amostra quantitativa foi realizada com 1 mil professores de escolas públicas de ensino fundamental de todo o Brasil, e contou com o apoio do Instituto Paulo Montenegro.
Com esta iniciativa, acreditamos avançar no diálogo com quem está no dia a dia de nossas escolas, o que é fundamental para enfrentar o desafio urgente de melhorar a educação no Brasil.
Acesse aqui o detalhamento com dados demográficos e principais descobertas da pesquisa e assista aqui a matéria exibida no Fantástico.
Se você é pesquisador e quer mais detalhes sobre a metodologia e as questões da pesquisa, clique aqui." (Fonte: Fundação Lemann)


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Fonte: http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/03/falta-de-acompanhamento-psicologico-e-maior-problema-na-escola-dizem-professores.html



AULA ESSENCIAL: PROFESSOR DR. FERNANDO JOSÉ DE ALMEIDA - PUC/SP

Vídeo: Palestra


Slides: Arquivo em .ppt (Power Point)

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