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segunda-feira, julho 18, 2011

OCDE DIZ: "REPROVAR ALUNOS É CONTRAPRODUCENTE"


Pesquisa

Reprovar alunos é contraproducente, diz OCDE

Nações com altas taxas de repetência vão mal na avaliação internacional Pisa

Brasil: 40% de reprovação e um dos piores índices no Pisa
Brasil: 40% de reprovação e um dos piores índices no Pisa 
(Anderson Schneider)
Reprovação nas escolas não é o melhor caminho para aumentar a produtividade do aluno. Essa é a conclusão de um estudo divulgado nesta quarta-feira pela OCDE, organização que reúne as nações mais desenvolvidas do mundo. De acordo com o levantamento, os países que adotam o sistema de reprovação registram baixo desempenho no Pisa, avaliação internacional capitaneada pela OCDE. Além disso, repetir um aluno custa caro, para o governo e para a sociedade.
Segundo o estudo, na China e Japão, primeiro e oitavo colocados no Pisa, respectivamente, o índice de reprovação é próximo do zero. Por outro lado, em nações como Argentina (58º), Colômbia (52º) e Uruguai (47º), o índice de reprovação está acima dos 30%. No Brasil, a taxa é de 40%, e o país ocupa a 53ª posição entre 65 nações que participam do Pisa.
Além de afetar o desempenho dos estudantes, o sistema de repetência demanda grandes custos para o governo, que precisa pagar os estudos das crianças e jovens reprovados por mais um ano, e para a sociedade, uma vez que os estudantes demoram mais para entrar no mercado de trabalho. Em países como Islândia, o custo monetário é pequeno, cerca de 500 dólares anuais. Mas na Bélgica e Espanha, que registram taxas de reprovação maiores, o custo pode ultrapassar os 11.000 dólares anuais por aluno.
Outra prática apontada pela OCDE como pouco produtiva é a transferência, para outras escolas, dos alunos com baixo desempenho, necessidades especiais de aprendizado ou problemas comportamentais. É uma prática comum na Colômbia e Grécia – ambos tiveram um rendimento abaixo do esperado na última edição do Pisa.
"Uma vez transferidos, os estudantes mantêm menos contato com os antigos colegas, o que afeta seu círculo social. Também, perdem a motivação para os próximos exames", diz o texto do relatório.
O estudo da OCDE acrescenta ainda que, nas escolas onde a transferência não é uma opção comum, os diretores tendem a ser mais responsáveis pelo desempenho de seus alunos. Esses educadores buscam saídas efetivas que interfiram no rendimento dos alunos com dificuldades de aprendizado ou de comportamento.
Alternativas – A discussão sobre os efeitos da reprovação na vida dos estudantes é um tópico antigo na área da pedagogia brasileira. Para aqueles que defendem o fim do mecanismo, uma das alternativas é o que ficou conhecido como progressão continuada. A prática trocou a tradicional aprovação/reprovação anual por ciclos de aprendizagem, que avaliam o estudante, mas não o reprovam – concentrando-se em acompanhar o desenvolvimento de cada aluno para sanar suas dificuldades. O modelo foi adotado há 15 anos no estado de São Paulo e desde então se expandiu a outras unidades da federação.
Formulada a partir de políticas e da realidade europeia, a progressão continuada previa uma avaliação dos estudantes ao fim dos ciclos. Em países como a Grã-Bretanha, onde obteve bons resultados, os ciclos têm duração de apenas dois anos – e não quatro, como no Brasil. Naquele período, os alunos dividem a sala de aula com no máximo 30 colegas – algo incomum nas escola públicas do Brasil. Com um grupo reduzido, o professor pode dar atenção a cada aluno.
No Brasil, a adoção do modelo ainda é controversa – e seus frutos, discutíveis. No último índice de educação feito pela Unesco, braço da Organização das Nações Unidas (ONU) para a educação e a cultura, o país ocupou apenas a 88ª posição entre 128 nações. Por sua vez, dados do Sistema Nacional da Avaliação da Educação Básica (Saeb) relativos ao período 1995-2005, quando a aprovação automática ganhou força, mostram que a qualidade do ensino piorou. Em 1995, a média de proficiência em língua portuguesa dos alunos da quarta série do ensino fundamental era de 188,3 pontos. Em 2005, caiu para 172,3 pontos. Na terceira série do ensino médio os números são mais alarmantes: 290 pontos, em 1995, ante 257,6 pontos.
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http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/reprovar-alunos-e-contraproducente-diz-ocde
Fonte: 
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Marcadores: Educação - Matérias / Temática Pedagógica

CALENDÁRIO ESCOLAR 2012: VEJA O QUE MUDA

Segunda- feira, 18 de julho de 2011 12h55


Rede estadual terá mudanças no calendário escolar em 2012

Início das aulas no 1º dia útil de fevereiro e férias escolares de 31 dias em julho estão entre as novas diretrizes que as escolas estaduais terão de adotar a partir do próximo ano. As alterações atendem a reivindicações feitas por representantes dos profissionais da educação nos encontros regionais promovidos pelo secretário Herman Voorwald no primeiro semestre deste ano.
Proposta visa compatibilizar o calendário do Estado com os dos demais sistemas de ensino.



A partir do próximo ano, as aulas na rede estadual de ensino terão início no 1º dia útil de fevereiro e as férias escolares dos alunos, em julho, passarão de 15 para 31 dias. As mudanças estão previstas em resolução, que determina novas diretrizes para elaboração do calendário referente ao ano letivo das cerca de 5.300 escolas da rede.
As alterações atendem a reivindicações feitas por representantes dos profissionais da educação nos encontros regionais promovidos pelo secretário de Estado da Educação, professor Herman Voorwald, no primeiro semestre deste ano. Ao todo, foram 15 reuniões, com a participação de cerca de 20 mil representantes de professores, supervisores e demais profissionais, que tiveram como objetivo debater a reestruturação do atual modelo educacional.
“Antes, o processo de atribuição de classes/aulas nas escolas estaduais acontecia na primeira semana de fevereiro e nem sempre terminava a tempo para o início do ano letivo. Com o novo calendário ele será realizado já na segunda quinzena de janeiro e as escolas terão um tempo maior para organizar a recepção aos seus alunos”, explica Leila Mallio, responsável pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas (CENP), da Secretaria de Estado da Educação.
As novas diretrizes também visam compatibilizar o cronograma do Estado com os dos demais sistemas de ensino, além de facilitar aos pais o planejamento das férias dos alunos, visto que o período passará a ser pré-determinado, o que não acontecia até este ano.
Atualmente, cada escola é responsável por organizar seu calendário, que deve cumprir o mínimo de 200 dias letivos. A partir de 2012, todas as unidades deverão encerrar as aulas regulares do 1º semestre no último dia útil de junho. As aulas do 2º semestre terão início no 1º dia útil de agosto e terminarão após se completarem os 100 dias letivos previstos para o período.
As férias para os docentes ocorrerão nos períodos de 1º a 15 de janeiro e de 1º a 15 de julho. Com o novo cronograma, durante todo o ano, os professores terão mais de 30 dias de recesso, divididos entre janeiro e julho (na sequência das férias) e dezembro (após o encerramento do ano letivo). “Na prática, descontados os dias de atribuição e planejamento em janeiro e julho, os professores terão no mínimo 53 dias de descanso, sendo 27 dias corridos, entre dezembro e janeiro, e outros 26 em julho”, explica o chefe de gabinete da Secretaria de Educação, Fernando Padula. Até este ano, os docentes tinham 30 dias corridos de férias em janeiro e apenas 10 dias de recesso em julho.
Ainda segundo a resolução, o calendário escolar deverá ser elaborado com a participação de docentes, ratificado pelo Conselho de Escola e encaminhado à Diretoria de Ensino para a devida homologação. Os dias letivos e/ou aulas programadas que deixarem de ocorrer por qualquer motivo deverão ser repostos, conforme a legislação pertinente, podendo ocorrer essa reposição inclusive aos sábados.
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Fonte:  http://www.educacao.sp.gov.br/
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Marcadores: Educação - Notícias

O QUE É DISGRAFIA?


DISGRAFIA:

A disgrafia pode ser caracterizada como um tipo de dificuldade de aprendizagem relacionada à linguagem, caracterizada por alterações na pressão da letra e falta de harmonia nos movimentos dissociados, bem como signos gráficos indiferenciados.
Entre as causas da disgrafia, acredita-se que estão os distúrbios da psicomotricidade em geral, e da percepto-motricidade em particular. No entanto, a disgrafia, assim como outros distúrbios de aprendizagem, não é considerada uma doença. Trata-se, de uma dificuldade que pode ser contornada com acompanhamento adequado, direcionado às condições de cada caso. Em muitos casos, a disgrafia também está associada à uma dislexia.

Como a escrita disgráfica pode ser observada através de manifestações como traços pouco precisos e incontrolados ou traços demasiado fortes que vinquem o papel, muitas vezes ela é confundida com a “má caligrafia” ou “letra feia”. Dessa forma, entende-se que a disgrafia seria a continuidade de uma fase pré-caligráfica, quando a letra tem dimensões irregulares, tremores, angulações, inclinações e arranjo espacial desordenado.
A disgrafia, por estes fatores, é também chamada de letra feia. Isso acontece devido a uma incapacidade de recordar a grafia da letra. Ao tentar recordar este grafismo escreve muito lentamente o que acaba unindo inadequadamente as letras, tornando a letra ilegível.
Algumas crianças com disgrafia possuem também uma disortografia amontoando letras para esconder os erros ortográficos. Mas não são todos disgráficos que possuem disortografia
A disgrafia, porém, não está associada a nenhum tipo de comprometimento intelectual.

Características:

- - Lentidão na escrita.
- - Letra ilegível.
- - Escrita desorganizada.
- - Traços irregulares: ou muito fortes que chegam a marcar o papel ou muito leves.
- - Desorganização geral na folha por não possuir orientação espacial.
- - Desorganização do texto, pois não observam a margem parando muito antes ou ultrapassando. Quando este último acontece, tende a amontoar letras na borda da folha.
- - Desorganização das letras: letras retocadas, hastes mal feitas, atrofiadas, omissão de letras, palavras, números, formas distorcidas, movimentos contrários à escrita (um S ao invés do 5 por exemplo).
- - Desorganização das formas: tamanho muito pequeno ou muito grande, escrita alongada ou comprida.
- - O espaço que dá entre as linhas, palavras e letras são irregulares.
- - Liga as letras de forma inadequada e com espaçamento irregular.

O disgráfico não apresenta características isoladas, mas um conjunto de algumas destas citadas acima.

Tipos:

Podemos encontrar dois tipos de disgrafia:
- Disgrafia motora (discaligrafia): a criança consegue falar e ler, mas encontra dificuldades na coordenação motora fina para escrever as letras, palavras e números, ou seja, vê a figura gráfica, mas não consegue fazer os movimentos para escrever
- Disgrafia perceptiva: não consegue fazer relação entre o sistema simbólico e as grafias que representam os sons, as palavras e frases. Possui as características da dislexia sendo que esta está associada à leitura e a disgrafia está associada à escrita.

Alguns estudiosos consideram outros dois tipos de disgrafia:
a motora e a pura. A motora atinge a maioria dos disgráficos e é a dificuldade em escrever palavras e números corretamente. Já a disgrafia pura é um pouco mais difícil de ser diagnosticada. pois atinge a criança depois de algum trauma emocional onde a criança tenta chamar a atenção para algum problema através da letra.



Tratamento e orientações:

O tratamento requer uma estimulação lingüística global e um atendimento individualizado complementar à escola.
Os pais e professores devem evitar repreender a criança.
Reforçar o aluno de forma positiva sempre que conseguir realizar uma conquista.
Na avaliação escolar dar mais ênfase à expressão oral.
Evitar o uso de canetas vermelhas na correção dos cadernos e provas.
Conscientizar o aluno de seu problema e ajudá-lo de forma positiva.

Segundo Adelantado (2004) no tratamento da disgrafia tem de se ter em conta as seguintes considerações:

- Deve utilizar-se preferencialmente a letra cursiva com crianças disgráficas, uma vez que a letra script apresenta uma série de inconvenientes para eles, tais como dificuldade em detectar a separação das palavras, facilidade para as inversões, ritmo de escrita mais lento, necessidade de pensar em cada letra onde está o seu início, etc.).

- Deve-se ter em especial atenção na sustentação do utensílio de escrita. A utilização correcta do utensílio de escrita favorece uma boa letra e não deve ser desvalorizado o valor negativo das posturas erróneas.

- A reeducação, para além de ser terapêutica e eficaz, deve ser interessante e amena para a criança que, não se pode esquecer, sofre com as suas dificuldades na escrita. Para que a criança se sinta motivada e activa tem de se reforçar as suas pequenas evoluções e evitar a frustração e o reforço negativo. Só deste modo a reeducação terá êxito e evitar-se-ão a perda de interesse e os sentimentos de incapacidade que afectam a auto-estima da criança, tornando muito difícil a sua recuperação.



Posição correcta (primeira da esquerda) e incorrectas da mão
(Olsen, 2000 cit. por Adelantado, 2004)




Posições incorrectas: suporte múltiplo, crispada e de varrimento
(Portellano, 1985 cit. por Adelantado, 2004)

Análise de caso:

Caso 1 - Paciente no 3 ano com queixa de cansaço ao escrever:



Letra com traço forte e “feia”, desorganização espacial do espaço ocupado na folha e com escrita lenta.


Letra mais legível com traçado menos forte, melhor organização espacial e sem cansaço ao escrever. Depois do tratamento de 2 meses:


Citação bibliográfica:

MENEZES, Ebenezer Takuno de; SANTOS, Thais Helena dos."Disgrafia" (verbete). Dicionário Interativo da Educação Brasileira - EducaBrasil. São Paulo: Midiamix Editora, 2002, http://www.educabrasil.com.br/eb/dic/dicionario.asp?id=113, visitado em 16/7/2011.
Psicopedagogia Brasil, texto de Simaia Sampaio;
Centro de Fonoaudiologia RJ, Dra Luciana Reis.
Blog O movimento da escrita
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Fonte: http://espacoeducar-liza.blogspot.com/2011/07/o-que-e-disgrafia.html
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Marcadores: Educação - Matérias / Temática Pedagógica

domingo, julho 17, 2011

QUANDO O ASSUNTO É EDUCAÇÃO, NÃO SE DEIXE ENGANAR...

Recebi esse arquivo de um amigo, Prof. Ivon, de Jundiaí-SP. O referido arquivo faz uma abordagem bem interessante sobre o cenário na Educação brasileira e, logo no início, tece comparações entre as nossas crianças e as crianças asiáticas. Vale a pena conferir.

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Fonte: (Desconheço a autoria. Se alguém tiver alguma informação, queira, por gentileza, entrar em contato).
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Marcadores: Educação - Notícias / Opinião

sábado, julho 16, 2011

APRENDER DEVE SER DIVERTIDO?


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Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/coletaneas/calvin-seus-amigos-428892.shtml
Postado por Silvana M. Moreli às 9:09 PM Nenhum comentário:
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Marcadores: CALVIN

PROVA DO MÉRITO - GABARITOS / INFORMAÇÕES

Foram publicados hoje, no Diário Oficial, os gabaritos da PROVA DO MÉRITO da SEESP. Acesse o link abaixo e confira. BOA SORTE!

SEESP - PROVA DO MÉRITO - 2011 - GABARITOS

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Fonte: http://www.imprensaoficial.com.br/PortalIO/Home_1_0.aspx#

Alguns professores comentaram que o critério da concessão de aumento apenas para 20% dos professores aprovados na Prova de Mérito havia sido extinto. O que eu pude apurar em matéria publicada pelo "Estadão" é que essa é uma medida prevista para o próximo ano. Veja abaixo a notícia completa:
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Por Mariana Mandelli, estadao.com.br, Atualizado: 16/6/2011 9:29

Prova de mérito deixa de ser único critério para promoção de professor em SP



O governador Geraldo Alckmin (PSDB) enviou ontem à Assembleia Legislativa o projeto de lei complementar da proposta de política salarial para o magistério. A partir do ano que vem, todos os profissionais que atingirem a nota exigida pela Secretaria Estadual de Educação na prova de mérito serão promovidos. Além disso, a prova não será o único critério para evoluir na carreira - como foi determinado pelo governo anterior, de José Serra (PSDB).
A proposta, adiantada ontem pelo Estado, altera a principal medida na gestão educacional da administração anterior. Hoje, pela prova, apenas 20% dos docentes que atingem a nota estipulada conseguem o aumento por mérito. Professores e especialistas ouvidos pela reportagem consideram positivo o fim do limite de 20%, mas afirmam que os novos critérios, que servirão para compor o pacote de promoção e ainda estão em estudos, devem ser bem estruturados.
O Programa de Valorização pelo Mérito, do qual a prova faz parte, foi feito em 2009 e causou polêmica e conflito com os sindicatos, que o consideram excludente e pediam mais diálogo. Além de promover apenas 20% dos profissionais, o plano de carreira atual divide a remuneração dos educadores em cinco faixas - o professor avança à medida que passa na prova, com aumentos de 25% sobre o salário-base.
Com as mudanças, agora o professor vai evoluir em dois eixos, horizontal e vertical, ambos com oito níveis salariais. No vertical, entram a prova e os demais critérios - a serem definidos -, que vão conceder acréscimos de 10,5% sobre o salário atual (e não o base). No horizontal, que leva em conta a progressão acadêmica (como cursos de pós-graduação), os aumentos serão de 5%. Assim, o salário do professor poderá aumentar em até 183%. Hoje, esse máximo é de 143%.
Com mais níveis, a ideia da pasta é incentivar o professor a estudar mais e progredir. Além disso, o docente vai poder participar da prova de mérito a cada três anos. 'Hoje, ele só consegue realizar o exame de quatro em quatro', disse o secretário de Gestão Pública, Julio Semeghini.
Em maio, Alckmin anunciou o aumento escalonado, em quatro anos, de 42,25% para os docentes. Na prática, em 24 anos, um professor de educação básica II (de 5.ª a 8.ª série), com uma jornada de 40 horas semanais, vai atingir no ápice da carreira, com os novos critérios, um salário máximo de R$ 6.704,07 - isso se ele passar em todas as provas e atender às exigências que serão criadas. Mesmo assim, é maior que o do modelo atual, de R$ 4.047,78.
As regras que vão garantir a evolução nos dois eixos serão definidas nos próximos meses com a criação de uma comissão paritária, com a participação dos sindicatos. No eixo horizontal, a ideia é dar destaque para a formação continuada. No vertical, além da prova, a pasta discute incluir critérios como o desempenho da turma, avaliações do docente em sala e análise que pais e professores fazem da escola.
'Todo processo de avaliação precisa ser aprimorado', diz a secretária de Educação da gestão Serra, Maria Helena Guimarães de Castro. 'Daí a necessidade de incorporar outras dimensões além da prova.' Ela não acredita que o atual governo esteja desmontando as políticas de Serra. 'As questões centrais, como currículo e o Saresp (prova que avalia o desempenho dos alunos da rede), foram mantidas.'
Em nota, a Apeoesp, sindicato dos professores, disse que 'quem deve debater o plano de carreira do magistério são os docentes'. 'Não posso opinar sobre um projeto que não vi, mas esperava que o diálogo que estávamos estabelecendo prosperasse', afirma Maria Izabel Noronha, presidente da entidade.
Docentes se dividem sobre novas regras
Os possíveis critérios para promoção, além da prova de mérito, dividem a opinião dos docentes que fizeram a prova e ficaram fora dos 20%, mesmo atingindo a nota. 'Acho justo a comunidade avaliar o desempenho', afirma a professora de artes e vice-diretora Dione Batista. Já o professor de português Carlos Alberto é contra as propostas em discussão. 'São subjetivas. O professor não pode ser responsabilizado por coisas que ele não controla. Acho um absurdo ter de fazer prova para ser promovido.'
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Fonte: http://estadao.br.msn.com/educacao/prova-de-m%C3%A9rito-deixa-de-ser-%C3%BAnico-crit%C3%A9rio-para-promo%C3%A7%C3%A3o-de-professor-em-sp


Postado por Silvana M. Moreli às 6:31 PM 2 comentários:
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Marcadores: PROVA DE MÉRITO

sexta-feira, julho 15, 2011

CHARGE: EDUCAÇÃO... ONTEM E HOJE...

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Marcadores: Textos Diversos

CHARGE: DIAS LETIVOS


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Fonte: http://www.ivancabral.com/2011/07/charge-do-dia-dias-letivos.html
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quinta-feira, julho 14, 2011

"O VALOR DE UM SIMPLES GESTO" OU "O NÓ DO AFETO"

Recebi esse texto (via orkut) de uma aluna, a Gabriele Davanço. Fiquei muito feliz e agradecida por ela ter partilhado comigo um texto tão rico; que traz, mesmo que de forma simples, um ensinamento tão valioso. 
Mais uma vez, obrigada Gabi!
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Professora, olha que lindo!


O VALOR DE UM SIMPLES GESTO ou O NÓ DO AFETO

Em uma reunião de pais numa escola da periferia, a diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos; pedia-lhes também que se fizessem presentes o máximo de tempo possível... Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar a entender as crianças. Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana, porque quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo... Quando voltava do serviço já era muito tarde e o garoto não estava mais acordado. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo tdas as noites quando chegava em casa. E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente tdas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles. A diretora emocionou-se com aquela singela história e ficou surpresa qdo constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola. 
O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras das pessoas se fazerem presentes, de se comunicarem com os outros. Aquele pai encontrou a sua, que era simples, mas eficiente. E o mais importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo. Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos o principal, que é a comunicação através do sentimento, simples gestos como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais do que presentes ou desculpas vazias. É válido que nos preocupemos com as pessoas, mas é importante que elas saibam, que elas sintam isso.
Para que haja a comunicação é preciso que as pessoas "ouçam" a Linguagem do nosso coração, pois, em matéria de afeto, os sentimentos sempre falam mais alto do que as palavras. É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o medo do escuro. As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas SABEM registrar um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas um nó...
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(Desconheço a autoria. Se alguém souber, por gentileza, entre em contato).
Postado por Silvana M. Moreli às 10:15 PM Nenhum comentário:
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quarta-feira, julho 13, 2011

ALCKMIN SANCIONA LEI QUE REAJUSTA SALÁRIOS DE PROFESSORES DE SP


13/07/2011 13h29 - Atualizado em 13/07/2011 13h29
Aumento será de 13,8% em 2011.

Acréscimo chegará a 42,2% em quatro anos.

Do G1, em São Paulo
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sancionou lei que autoriza aumento de 42,2% no salário-base de professores, funcionários do quadro do magistério (diretores, supervisores) e do quadro de apoio para os próximos quatro anos. A sanção foi publicada no Diário Oficial do estado na terça-feira (12). O reajuste beneficia 374 mil profissionais ativos e inativos, segundo o governo do estado.
saiba mais
  • SP anuncia aumento de 42% para professores nos próximos 4 anos
  • Oito estados ficam abaixo do piso para professor sugerido pelo MEC
O reajuste, que valerá a partir da data retroativa de 1º de junho, é de 13,8% em 2011. O salário de um professor em início de carreira, que trabalha 40 horas semanais, passará de R$ 1.665 para R$ 1.894. A nova política salarial para a categoria prevê, em 2012, o aumento de 10,2%. Em 2013, o reajuste previsto é de 6% e, em 2014, de 7%.

Como o reajuste incide sobre o salário-base, funcionários inativos também serão beneficiados. A nova política salarial para funcionários do setor foi definida após uma série de encontros do secretário da Educação, Herman Voorwald, com professores e dirigentes de escolas de todo o estado.
________________
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/07/alckmin-sanciona-lei-que-reajusta-salarios-de-professores-de-sp.html
Fonte: 
Postado por Silvana M. Moreli às 7:03 PM Nenhum comentário:
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terça-feira, julho 12, 2011

CASA ARRUMADA À MODA DRUMMONDIANA

Recebi esse texto (via e-mail) de uma pessoa muito querida, Magda Regina Pereira Bizio (PCOP na D.E. de Sertãozinho).  Que Deus a ilumine sempre!!!!
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CASA ARRUMADA
Casa arrumada à moda drummondiana

Carlos Drummond de Andrade
Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação
e uma boa entrada de luz.

Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.

Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas…
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida…

Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.

Casa com vida tem fogão gasto pelo uso,
pelo abuso das refeições fartas,
que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.

E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.

Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto…
Casa com vida é aquela em que a gente entra
e se sente bem-vinda.

A que está sempre pronta pros amigos, filhos…
Netos, pros vizinhos…
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.

Casa com vida é aquela que a gente arruma
pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias…

Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela…
E reconhecer nela o seu lugar.

Postado por Silvana M. Moreli às 1:30 PM Nenhum comentário:
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segunda-feira, julho 11, 2011

DESABAFO DE UM PROFESSOR

SOU UM PROFESSOR QUE PENSA...

...pensa em sair correndo toda vez que é convocado para uma reunião, que certamente o responsabilizará mais uma vez, pelo insucesso do aluno.

SOU UM PROFESSOR QUE LUTA...

...luta dentro da sala de aula, com os alunos, para que eles não matem uns aos outros.
Que luta contra seus próprios princípios de educação, ética e moral.

SOU UM PROFESSOR QUE COMPREENDE...

...compreende que não vale a pena lutar contra as regras do sistema, ele é sempre o lado mais forte.

SOU UM PROFESSOR QUE CRITICA...

...critica a si mesmo por estar fazendo o papel de vários outros profissionais como: psicólogo, médico, assistente social, mas não consegue fazer o próprio papel que é o de ensinar.


SOU UM PROFESSOR...

...que tem esperança, e espera que a qualquer momento chegue um "estranho" que nunca entrou em uma sala de aula, impondo o modo de ensinar e avaliar.

SOU UM PROFESSOR QUE SONHA... 

SONHA COM UM ALUNO INTERESSADO, SONHA COM PAIS RESPONSÁVEIS, SONHA COM UM SALÁRIO MELHOR, UM MUNDO MELHOR
.

ENFIM, SOU UM PROFESSOR QUE REPRESENTA...

...representa a classe mais desprestigiada e discriminada, e que é incentivada a trabalhar só pelo amor à profissão. Representa um palhaço para os alunos. Representa o fantoche nas mãos do sistema concordando com as falsas metodologias de ensino. E esse professor, que não sou eu mesmo, mas é uma outra pessoa, representa tão bem, que só não trabalha como ator, porque já é PROFESSOR e não dá para conciliar as duas coisas.
_________________
Desconheço a autoria. Quem tiver informações, por gentileza, entre em contato)
Postado por Silvana M. Moreli às 9:08 PM Nenhum comentário:
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domingo, julho 10, 2011

MEU NOME É MULHER!

Recebi esse texto, via e-mail, de uma amiga, Márcia Augusto da Costa A.de Oliveira... Muito bom! É, sem dúvida, uma homenagem a todas as mulheres!
_________________________


Meu nome é MULHER! 


Eu era a Eva 
Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde fui Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois decidi:
Não dá mais!
Quero minha dignidade
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou caminhoneira, taxista,
Piloto de avião, policial feminina,
Operária em construção...
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA
E meu nome é MULHER..!!!! 




(Desconheço a autoria. Quem tiver informações, 
por favor, entre em contato)
Postado por Silvana M. Moreli às 4:17 PM Nenhum comentário:
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Marcadores: Textos Diversos

PSICÓLOGO VARREU AS RUAS DA USP PARA CONCLUIR SUA TESE DE MESTRADO

'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'

'Fingi ser gari por  um mês e vivi 
como um ser invisível'

Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado
sob esse critério, vira mera sombra social.
Plínio Delphino, Diário de São Paulo.
 
O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
um mês como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. 
Ali,constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'. 
Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
de sua vida:'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, podesignificar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica opesquisador.O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. 
'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, algunsse aproximavam para ensinar o serviço. 
Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro.
Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. 
Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. 
Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
 E depois de um mês trabalhando como gari? Isso mudou?Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.E quando você volta para casa, para seu mundo real?Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você estáinserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. 
Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. 
Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. 
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. 
Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.
 
Ser IGNORADO é uma das piores
 sensações que existem na vida!
Respeito: passe adiante!

________________
Fonte: Diário de São Paulo (Plínio Delphino)
Postado por Silvana M. Moreli às 3:53 PM Nenhum comentário:
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Marcadores: Educação - Matérias / Temática Pedagógica

TDAH: 16 PERGUNTAS PARA ENTENDER O TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE

Acesse o link abaixo:

16 perguntas para entender o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade - Saúde - Notícia - VEJA.com


__________________
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/16-perguntas-para-entender-o-transtorno-de-deficit-de-atencao-e-hiperatividade
Postado por Silvana M. Moreli às 3:26 PM 2 comentários:
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Marcadores: TDAH - TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO COM HIPERATIVIDADE

sábado, julho 09, 2011

PROFESSORES: VEJAM COMO SERÁ O CALENDÁRIO ESCOLAR DA REDE ESTADUAL DE SP PARA 2012

Publicado em 08/07/2011
Legislação Estadual

Resolução SE Nº 44/2011

Dispõe sobre a elaboração do calendário escolar anual das escolas da rede estadual de ensino

O SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO, à vista do que lhe representaram a Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas e o Departamento de Recursos Humanos e considerando:

- as reivindicações de representantes dos profissionais da educação por ocasião de visitas realizadas pelo Secretário aos pólos regionais;
- a obrigatoriedade de se assegurar em todas as unidades escolares o cumprimento dos mínimos de dias letivos e horas de aula exigidos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional;
- a necessidade de instrumento que preveja e contemple as atividades necessárias à eficácia e à eficiência da gestão escolar;
- o disposto no Decreto Nº 56.052/2010, que dispõe sobre o funcionamento das escolas públicas estaduais nos períodos de recesso escolar;
- a conveniência de se adotar um calendário mais compatível com os dos demais sistemas de ensino; e
- a oportunidade de se oferecer aos funcionários, alunos e pais de alunos condição de melhor planejamento de suas atividades,

Resolve:

Artigo 1º - a partir do ano letivo de 2012, as escolas estaduais paulistas se organizarão para atender ao que se segue:
I – início das aulas regulares no primeiro dia útil de fevereiro;
II – encerramento das aulas regulares do 2º bimestre no último dia útil de junho;
III – início das aulas regulares do 2º semestre no primeiro dia útil do mês de agosto, e término, quando se completarem os 100 (cem) dias letivos previstos para o semestre.
Parágrafo único – a organização das atividades escolares será feita de forma a não prever a participação de alunos nos meses de janeiro e de julho.

Artigo 2º - As escolas estaduais deverão organizar seu calendário de forma a garantir, na implementação da proposta pedagógica, o mínimo de 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar e a carga horária anual de estudos estabelecida para o período diurno e/ou noturno, respeitada a devida correspondência quando adotada a organização semestral.

Artigo 3º - Consideram-se como de efetivo trabalho escolar os dias em que, com a presença obrigatória dos alunos e sob orientação dos professores, sejam desenvolvidas atividades regulares de aula e outras programações didático-pedagógicas, que visem à efetiva aprendizagem.
§ 1º - É vedada a realização de eventos ou de atividades não programadas no calendário escolar, em prejuízo de aulas previstas.
§ 2º - Os dias letivos e/ou aulas programadas que deixarem de ocorrer por qualquer motivo deverão ser repostos, conforme a legislação pertinente, podendo ocorrer essa reposição inclusive aos sábados.

Artigo 4º - o calendário escolar deverá ser elaborado com a participação de docentes, ratificado pelo Conselho de Escola e encaminhado à Diretoria de Ensino para a devida homologação.
Parágrafo único - Qualquer alteração no calendário escolar homologado, independentemente do motivo que a determinou, deverá ser submetida à apreciação do Supervisor de Ensino da escola e à nova homologação pelo Dirigente Regional de Ensino.

Artigo 5º - na elaboração do calendário, a escola deverá observar:
I – férias docentes nos períodos de 1º a 15 de janeiro e de 1º a 15 de julho;
II - atividades de planejamento / replanejamento, avaliação, revisão e consolidação da proposta pedagógica, nos 2 (dois) ou 3(três) últimos dias úteis dos meses de janeiro e de julho;
III – período para o processo inicial de atribuição de aulas, de até 7 (sete) dias úteis, antecedendo ao período fixado nos termos do inciso anterior;
IV – 1 (um) dia de atividades para reflexão e discussão dos resultados do SARESP;
V - reuniões do Conselho de Escola e da Associação de Pais e Mestres;
VI - reuniões bimestrais de Conselho de Classe/Série e de pais de alunos; e
VII - recesso escolar:
a) no período que antecede as atividades de planejamento, em janeiro, logo em seguida ao período de férias docentes;
b) de 10 (dez) dias úteis no mês de julho, logo em seguida ao período de férias docentes, e
c) em dezembro, logo em seguida ao encerramento do ano letivo.
§ 1º - Os dias destinados às atividades relacionadas nos inciso II, IV e VI deste artigo são considerados como de efetivo trabalho escolar.
§ 2º - As datas das atividades previstas nos incisos II, III e IV deste artigo serão definidas em Portarias a serem expedidas pelos órgãos centrais da Pasta.
Artigo 6º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário.
_________________
http://www.profdomingos.com.br/estadual_resolucao_se_44_2011.html
Fonte: 
Postado por Silvana M. Moreli às 9:42 PM Nenhum comentário:
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Marcadores: Educação - Legislação

segunda-feira, julho 04, 2011

LAYS, AMOR RECÍPROCO...

Recebi esse depoimento que ora compartilho com todos (via Orkut) da minha filha Lays!!! Ganhei o dia, o mês, o ano e muitos outros anos que ainda virão... Esse afeto, esse carinho, esse gesto... enfim, atitudes como essa, não tem preço, não há dinheiro no mundo que pague! É por isso que agradeço a Deus, todos os dias, por ter me concedido a dádiva de ser mãe de uma preciosidade dessas. Filha... eu amo você!!!!
_________________________
Lays Moreli- 09:29

Minha mãe é linda, inteligente, simpática, carismática, amiga, faz sucesso em qualquer lugar, TODOS gostam dela, e quando digo todos, não estou exagerando não, porque não conheço ninguém que não ache ela uma pessoa incrível e cheia de virtudes. Claro que há os invejosos, mas estes são os que a admiram mais e por admirar tanto e saber que nunca serão iguais a ela cultivam esse sentimento tão mesquinho... Eu a acho incrível e sei que também nunca serei tão boa quanto ela.... meu temperamento é um pouquinho diferente (né mãe?)... Se pisam no meu calo eu já retruco na hora, ela não, nunca desce do salto... sabe se sair das mais diferentes situações de forma elegante... Minha mãe é demais... e eu a amo muito, muito, muito.... Mãe, que Deus te abençoe sempre... Obrigada por ser meu exemplo e essa pessoal fundamental.... Continue assim essa mulher forte, batalhadora e chiquérrima rsrsrsrs. Bjos!!!!
Postado por Silvana M. Moreli às 9:57 PM Nenhum comentário:
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Marcadores: Família

sábado, julho 02, 2011

LIVROS PARA O VESTIBULAR 2012

Acesse o link abaixo e obtenha informações preciosas sobre as principais obras exigidas nos vestibulares!


Livros para o Vestibular 2012


Boa Sorte!
Postado por Silvana M. Moreli às 3:55 PM Nenhum comentário:
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