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domingo, maio 22, 2011
AMANDA GURGEL: RESUMINDO A SITUAÇÃO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL
Na semana passada já havia postado esse vídeo na minha página do Facebook e também no Twitter. Quero também deixar registrado aqui no Blog. É preciso divulgar! A professora é do Rio Grande do Norte, mas o problema denunciado por ela, é nacional.
sábado, maio 21, 2011
JN NO AR: O RETRATO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL - REGIÃO NORTE
No dia 20/05/2011 (último programa da série Blitz da Educação), o JN no Ar visitou duas escolas: a primeira com nota 1,4 e a outra com 6,2. Uma delas está em greve, mas os alunos não sabiam. Muitos professores estavam em uma assembleia sobre aumento salarial.
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Fonte:http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1514767-7823-ALUNOS+DO+NORTE+TEM+QUE+ENFRENTAR+LONGOS+DESLOCAMENTOS+PARA+ESTUDAR,00.html
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Fonte:http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1514767-7823-ALUNOS+DO+NORTE+TEM+QUE+ENFRENTAR+LONGOS+DESLOCAMENTOS+PARA+ESTUDAR,00.html
JN NO AR: O RETRATO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL - REGIÃO SUDESTE
17/05/2011: O Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão, vem apresentando uma programação especial sobre a Educação no Brasil. Veja o vídeo referente à Região Sudeste:
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Fonte: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1511870-7823-SUDESTE+DO+BRASIL+TEM+O+MAIOR+NUMERO+DE+ESTUDANTES+NO+ENSINO+FUNDAMENTAL,00.html
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Fonte: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1511870-7823-SUDESTE+DO+BRASIL+TEM+O+MAIOR+NUMERO+DE+ESTUDANTES+NO+ENSINO+FUNDAMENTAL,00.html
sexta-feira, maio 20, 2011
POLÊMICA SOBRE A APROVAÇÃO DE OBRAS COM "ERROS" DE LÍNGUA PORTUGUESA
| Polêmica em relação a erros gramaticais em livro didático de Língua Portuguesa revela incompreensão da imprensa e população sobre a atuação do estudioso da linguagem |
A divulgação da lista de obras aprovadas pelo Programa Nacional de Livros Didáticos (PNLD) para o ensino da língua portuguesa na Educação de Jovens e Adultos (EJA) provocou verdadeira celeuma na imprensa e comunidade acadêmica sobre a aprovação de obras com “erros” de língua portuguesa. Frases como “Nós pega o peixe”, “os menino pega o peixe”, “Mas eu posso falar os livro” e outras que transgridem a norma culta, publicadas no livro Por uma Vida Melhor, aprovado pelo PNLD e distribuído em escolas da rede pública pelo MEC, causaram a indignação de jornalistas, professores de língua portuguesa e membros da Academia Brasileira de Letras. O grande incômodo, relacionado ao fato do livro relativizar o uso da norma culta, substituindo a concepção de “certo e errado” por “adequado e inadequado”, retrata a incompreensão da imprensa e população em relação ao escopo de atuação de pesquisadores que se ocupam em compreender e analisar os usos situados da linguagem. A polêmica em torno deste relativismo, assim como a interpretação deturpada de pesquisas na área da linguagem, não é nova. Em novembro de 2001, na reportagem de capa da Revista Veja, intitulada “Falar e escrever bem, eis a questão”, Pasquale Cipro Neto dirigiu-se ofensivamente a pesquisadores da área de linguagem que defendem a integração de outras variedades no ensino de língua portuguesa como uma corrente relativista e esquerdistas de meia pataca, idealizadores de “tudo o que é popular – inclusive a ignorância, como se ela fosse atributo, e não problema, do "povo" (Fonte, Veja Online, consultada em 20.05.2011). Mais de uma década após a publicação dos PCN e da instituição do PNLD de Língua Portuguesa, ambos frutos das pesquisas destes estudiosos relativistas, a imprensa e população continua a interpretar de forma deturpada a proposta de ensino defendida nas diretrizes curriculares e transpostas didaticamente nas coleções aprovadas no PNLD. Tal deturpação ressalta um problema sério de leitura, muito provavelmente decorrente da prática cristalizada historicamente de se ensinar a gramática pela gramática, de forma abstrata e não situada. Pois, ao situar e inscrever as frases incorretas responsáveis por tanto desconforto no contexto concreto em que foram enunciadas, fica clara a intenção da autora de mostrar que precisamos adequar a linguagem ao contexto e optar pela variante mais adequada à situação de comunicação, preceito básico para participação nas diversas práticas letradas em que nos engajamos no mundo social. Assim, ao contrário de contribuir para uma agenda partidária de manutenção da ignorância, acusação levianamente imputada ao livro e ao PNLD (e, portanto, aos estudiosos da linguagem), os “erros” em questão, se interpretados contextualizadamente e explorados de forma interessante em sala de aula, contribuem para o desenvolvimento da consciência linguística, mostrando que apesar de todas as variantes serem aceitáveis, o domínio da norma culta é fundamental para efetiva participação nas diversas atividades sociais de mais prestígio. Se, portanto, situarmos a linguagem, não há razão para polêmica ou desconforto e a crítica daqueles preocupados em garantir o ensino da norma culta torna-se absolutamente nula, sem sentido. O niilismo desta crítica está claramente estampado no enunciado de Pasquale, citado naquela reportagem de uma década:"Ninguém defende que o sujeito comece a usar o português castiço para discutir futebol com os amigos no bar", irrita-se Pasquale. "Falar bem significa ser poliglota dentro da própria língua. Saber utilizar o registro apropriado em qualquer situação. É preciso dar a todos a chance de conhecer a norma culta, pois é ela que vai contar nas situações decisivas, como uma entrevista para um novo trabalho". (Fonte, Veja Online, consultada em 20.05.2011) A relativização veementemente criticada parece, por fim, ter sido tomada como verdade no interior do mesmo enunciado. Dez anos depois vemos em livros didáticos a possibilidade de formar poliglotas na língua materna. Isso é, sem dúvida, um progresso. Resta ainda melhorar as leituras da população sobre os estudos situados da linguagem. Neste sentido, a Associação de Linguística Aplicada do Brasil, expressa seu repudio a atitude autoritária e uníssona de vários veículos da imprensa em relação à concepção deturpada de “erro” e convida seus membros a se posicionarem nestes veículos de forma mais efetiva e veemente sobre questões relacionadas a ensino de línguas e políticas linguísticas, construindo leituras mais situadas, persuasivas e plurilíngues. Indicamos abaixo o link para a notícia citada de 2001, assim como outros artigos e vídeos com o posicionamento de estudiosos da linguagem acerca da polêmica com os livros didáticos de LM. Reportagem capa de Veja, novembro de 2001. Nota da Ação Educativahttp://www.acaoeducativa.org.br/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=2604&Itemid=2 Vídeo na ZHDigital (Entrevista com Prof. Pedro Garcez, UFRGS e Profa. Lúcia Piccoli, Unisinos http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Geral&newsID=a3315386.xml Artigo do Prof. Marcos Bagno, UNB Artigo do Prof. Sírio Possenti, Unicamp Paula Tatianne Carréra Szundy Presidente da ALAB, biênio UFRJ 2009-2011 _________________ |
domingo, maio 08, 2011
sábado, maio 07, 2011
SP QUER COLOCAR A CARREIRA DOCENTE ENTRE AS DEZ MAIS ATRAENTES
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domingo, maio 01, 2011
DANI & ANDERSON COLTRO: FOREVER...
Recebi esse depoimento no Orkut, mas, a felicidade é tanta que eu quero muito compartilhá-lo com todos os meus amigos...
Saber que fizemos e ainda fazemos parte da vida de uma pessoa e que nossas ações e nossas palavras, de certa forma contribuem para o bem... Ah! Isso não tem preço!!! Como não tem preço uma amizade sincera, um carinho, uma palavra de afeto, de incentivo...
P.S.: "Amiga, comadre, prima, Dani... Que a nossa amizade possa durar para sempre, resistir a todos os obstáculos... que nós duas possamos estar sempre juntas... Eu adoro você, amiga!!!!
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Se eu tinha alguma dúvida que destino existi e que Deus nos manda anjos em forma de amigos, isso foi por terra... porque existe e nós somos prova disso.
Uma pessoa que sai de Bebedouro cai em Jundiaí, e muda a vida de uma pessoa, só pode ser coisa de Deus. E você, amiga foi usada por Deus, pra mudar minha vida. Como tudo é no tempo de Deus, e isso estou aprendendo, o primeiro ano foi só pra reforçar aquilo que seria pra sempre, nossa amizade. No ano seguinte, 2008, foi o ano de nossas vidas, minha, sua, do seu primo e da sua família, que hoje posso chamar de MINHA também.
Quantos passeios ao shopping pra tomar um cafezinho hien? Olhar lojas, ver livros pegar um cineminha hummmmm dá até saudade....
E na nossa trajetoria até o interior haja VICTOR & LEO, Sapo caiu na lagoa rsrsrs e o Danúbio então...aff...
Foi um tempo difícil, mas bom que hoje dá saudade....
Então é isso você entrou na minha vida pra mudar tudo.... fez o que tinha que ser feito.... e eu só tenho a agradecer a Deus por ter colocado você em meu caminho, e a você por ter mudado tudo, por me mostrar o lado bom das coisas, mesmo quando tudo parecia num ter lado bom nenhum, por ter colocado em minha vida alguém pra chamar de meu.... Meu Ands.... Obrigada....
Que nessa nova etapa da sua vida, você continue sendo essa pessoa maravilhosa que você é..... amiga, leal e verdadeira que sempre empresta o ombro pra gente....
Te amoooooooooo
Obrigada por tudo
sábado, abril 30, 2011
UM RETRATO DA SALA DE AULA
Educação
Um retrato da sala de aula
Lailson Santos |
Uma visão prática Carnoy: "Os professores devem ser treinados para ensinar – e não para difundir teorias genéricas" |
Poucos especialistas observaram tão de perto o dia a dia em escolas brasileiras quanto o americano Martin Carnoy, 71 anos, doutor em economia pela Universidade de Chicago e professor na Universidade Stanford, nos Estados Unidos, onde atualmente também comanda um centro voltado para pesquisas sobre educação. Em 2008, Carnoy veio ao Brasil, país que ele já perdeu as contas de quantas vezes visitou, para coordenar um estudo cujo propósito era entender, sob o ponto de vista do que se passa nas salas de aula, algumas das razões para o mau ensino brasileiro. Ele assistiu a aulas em dez escolas públicas no país, sistematicamente – e chegou até a filmá-las –, além de falar com professores, diretores e governantes. Em entrevista à editora Monica Weinberg, Martin Carnoy traçou um apurado cenário da educação no Brasil.
COMO NO SÉCULO XIX
Está claro que as escolas brasileiras – públicas e particulares – não oferecem grandes desafios intelectuais aos estudantes. No lugar disso, não é raro que eles passem até uma hora copiando uma lição da lousa, à moda antiga, como se estivessem num colégio do século XIX. Ao fazer medições sobre como o tempo de aula é administrado nos colégios que visitei, chamaram-me a atenção ainda a predominância do improviso por parte dos professores, os minutos preciosos que se esvaem com a indisciplina e a absurda quantidade de trabalhos em grupo. Eles consomem algo como 30% das aulas e simplesmente não funcionam. A razão é fácil de entender: só mesmo um professor muito bem qualificado é capaz de conferir eficiência ao trabalho em equipe ou a qualquer outra atividade que envolva o intelecto. E o Brasil não conta com esse time de professores de alto padrão. Ao contrário. O nível geral é muito baixo.
MENOS TEORIA E MAIS PRÁTICAFalta ao Brasil entender o básico. Os professores devem ser bem treinados para ensinar – e não para difundir teorias pedagógicas genéricas. As faculdades precisam estar atentas a isso. Um bom professor de matemática ou de línguas é aquele que domina o conteúdo de sua matéria e consegue passá-lo adiante de maneira atraente aos alunos. Simples assim. O que vejo no cenário brasileiro, no entanto, é a difusão de um valor diferente: o de que todo professor deve ser um bom teórico. O pior é que eles se tornam defensores de teorias sem saber sequer se funcionam na vida real. Também simplificam demais linhas de pensamento de natureza complexa. Nas escolas, elas costumam se transformar apenas numa caricatura do que realmente são.
QUE CONSTRUTIVISMO É ESSE?O construtivismo que é hoje aplicado em escolas brasileiras está tão distante do conceito original, aquele de Jean Piaget (psicólogo suíço, 1896-1980),que não dá nem mesmo para dizer que se está diante dessa teoria. Falta um olhar mais científico e apurado sobre o que diz respeito à sala de aula. É bem verdade que esse não é um problema exclusivamente brasileiro. Especialistas no mundo todo têm o hábito de martelar seus ideários sem se preocupar em saber que benefícios eles trarão ao ensino. Há um excesso de ideologia na educação. No Brasil, a situação se agrava porque, acima de tudo, falta o básico: bons professores.
Oscar Cabral |
Tempo mal gasto Ensino brasileiro: ausência de desafios intelectuais e excesso de improviso |
À CAÇA DE MESTRES BRILHANTESA chave para um bom ensino é conseguir atrair para a carreira de professor os melhores estudantes. Basta copiar o que já deu certo em países como Taiwan, que reuniu em seu quadro de docentes algumas das melhores cabeças do país. Ali, um professor ganha tanto quanto um engenheiro – o que, por si só, já atrai os alunos mais talentosos para a docência. Mas não é só isso. Está provado que, para despertar o interesse dos mais brilhantes pela sala de aula, é preciso, sobretudo, dar-lhes uma perspectiva de carreira e de reconhecimento pelo talento que os distingue. No Brasil, o pior problema não está propriamente na remuneração dos professores, até razoável diante das médias salariais do país – mas justamente na ausência de um bom horizonte profissional.
VIGILÂNCIA SOBRE OS PROFESSORESOs professores brasileiros precisam, de uma vez por todas, ser inspecionados e prestar contas de seu trabalho, como já ocorre em tantos países. A verdade é que, salvo raras exceções, no Brasil ninguém sabe o que eles estão ensinando em sala de aula. É o que me faz comparar as escolas públicas brasileiras às empresas pré-modernas. Elas não contam com mecanismos eficazes para cobrar e incentivar a produtividade. Contratam profissionais que ninguém mais no mercado quer, treinam-nos mal e, além disso, não exercem nenhum tipo de controle sobre eles. Hoje, os professores brasileiros estão, basicamente, livres para escolher o que vão ensinar do currículo. Não há padrão nenhum – tampouco há excelência acadêmica.
NA LINHA DA MEDIOCRIDADEÉ boa notícia que os brasileiros comecem a colocar a educação entre suas prioridades, mesmo que isso ocorra com tanto atraso em relação aos países mais desenvolvidos. Percebo no Brasil, no entanto, uma visão ainda bastante distorcida da realidade – típica de países onde as notas dos estudantes são, em geral, muito baixas. A experiência indica que, num cenário como esse, até mesmo os ótimos alunos tendem a se nivelar por baixo. Com um resultado superior à média, eles já se dão por satisfeitos, assim como seus pais e escolas. Na verdade, estão todos mirando a linha da mediocridade. E é lá que estão mesmo. Os exames internacionais da OCDE (organização que reúne os países mais ricos) mostram isso com clareza. Os alunos brasileiros que aparecem entre os 10% melhores são, afinal, menos preparados do que alguns dos piores estudantes da Finlândia. Os finlandeses, por sua vez, definem suas metas com base num altíssimo padrão de excelência acadêmica. É esse ciclo virtuoso que o Brasil deve perseguir – em todos os níveis.
CHEGA DE UNIVERSIDADE GRATUITASe quiser mesmo se firmar como uma potência no cenário mundial, o Brasil precisa investir mais na universidade. É verdade que os custos para manter um estudante brasileiro numa faculdade pública já figuram entre os mais altos do planeta. Por isso, é necessário encarar uma questão espinhosa: a cobrança de mensalidades de quem pode pagar por elas, como funciona em tantos países de bom ensino superior. Sempre me pergunto por que a esquerda brasileira quer subsidiar os mais ricos na universidade. É um contrassenso. Olhe o que aconteceria caso os estudantes de renda mais alta pagassem algo como 1 000 dólares por ano às instituições públicas em que estudam. Logo de saída, o orçamento delas aumentaria na casa dos 15%. Com esse dinheiro, daria para atrair professores do mais alto nível. Quem sabe até um prêmio Nobel. O Brasil precisa, afinal, começar a se nivelar por cima.
PROFESSORES PASSAM 17% DA CARGA HORÁRIA EM ATIVIDADE FORA DA SALA DE AULA, STF DETERMINOU 33%
SP terá de dobrar tempo de preparo de aula para atender lei
Em São Paulo, professores passam 17% da carga horária em atividade fora da sala de aula, STF determinou 33%
Os professores da rede estadual paulista poderão ter o dobro do atual tempo remunerado para formação e preparo de aulas. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu concordar com toda a lei dopiso salarial para docentes que era questionada por alguns Estados, inclusive com o trecho que previa a destinação de um terço (33,33) da carga horária para atividades extraclasse. Atualmente, os educadores de São Paulo têm apenas 17% de horas remuneradas fora da sala de aula.
Foto: Marina Morena CostaAmpliar
Em reuniões com a rede, o secretário Herman se diz favorável ao aumento de atividade extraclasse
O porcentual deve sofrer alteração em breve. De acordo com a Secretaria Estadual de Educação, antes mesmo da votação ocorrida nesta quarta-feira no STF, o secretário Herman Voorwald já havia manifestado intenção de ampliar o período voltado a atividades de formação e preparo de aulas.
A nova divisão da carga horária deve ser anunciada no Plano de Carreira nos próximos dias. O documento está sendo elaborado junto com as alterações no ensino fundamental e médio que foram debatidas com a rede nos últimos meses.
Atualmente, um professor contratado para trabalhar 40 horas semanais na rede estadual paulista deve ministrar 33 horas de aula e tem apenas sete para Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC), que deve ser feito na escola junto com a equipe gestora e pedagógica e o Horário de Trabalho Livre (HTPL), que pode ser individual e fora da instituição de ensino. Se for atendida a lei do piso salarial, que recebeu aval do STF, este mesmo professor daria apenas 27 horas de aulas e teria 13 outras para se preparar.
O aumento do horário fora da sala de aula, implicaria, necessariamente, na contratação de mais professores para garantir as aulas.
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