SEJA BEM-VINDO!!!

terça-feira, junho 07, 2011

TESTE: POEMA DE AMOR (PARA O DIA DOS NAMORADOS)

Eu fiz o teste "Poema de Amor". 

O meu resultado foi surpreendente... 

TESTE - POEMA DE AMOR

Literatura

Qual poema enviar pro seu amor?

Faça o teste elaborado com a ajuda do Professor Alexandre

Huady Torres Guimarães e descubra o movimento poético 



que mais combina 

com vocês. Ao final, envie um 


poema sob medida



Meu Resultado

Pós-modernismo
Foto: Maurício Melo

O poema ideal para enviar é... Casamento
Quem disse que lavar a louça, fazer supermercado e organizar as contas não são tarefas românticas? Você e seu amor são companheiros e cúmplices e sentem o prazer de estar juntos mesmo nesses momentos prosaicos do cotidiano. O amor de vocês supera as chatices da vida contemporânea e até mesmo se fortalece em momentos de dificuldade.
Adélia Prado (1935 –), uma das principais poetisas brasileiras do Pós-modernismo, retrata o cotidiano amoroso com sensibilidade e ênfase no olhar feminino. Este poema dela parece ser o seu
presente ideal neste Dia dos Namorados.

Casamento

Há mulheres que dizem:
Meu marido, se quiser pescar, pesque,
mas que limpe os peixes.
Eu não. A qualquer hora da noite me levanto,
ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar.
É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha,
de vez em quando os cotovelos se esbarram,
ele fala coisas como "este foi difícil"
"prateou no ar dando rabanadas"
e faz o gesto com a mão.


O silêncio de quando nos vimos a primeira vez
atravessa a cozinha como um rio profundo.
Por fim, os peixes na travessa,
vamos dormir.
Coisas prateadas espocam:
somos noivo e noiva.

Casamento. In: Terra de Santa Cruz, de Adélia Prado, 
Editora Record, Rio de Janeiro
(c) by Adelia Prado


Veja também:
Quer entender mais de poesia? Leia a entrevista 
com o professor Alexandre Huady Torres Guimarães, 
especialista em literatura



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Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br

domingo, junho 05, 2011

BLOG GANHA FORÇA COMO FERRAMENTA DE APRENDIZADO PARA CRIANÇAS

Para especialistas, ter um blog ensina os pequenos a utilizar bem cedo ferramentas fundamentais da internet, além de ajudar na prática da escrita e no desenvolvimento de ideias

Fonte: Terra
Eles pensam que estão se divertindo, mas também estão aprendendo. Os blogueiros-mirins, que escrevem sobre desenhos animados, arte, animais e até moda, ganham muito mais do que conhecimento na sua área de interesse. Para especialistas, a prática ensina os pequenos a utilizar bem cedo ferramentas fundamentais da internet, além de ajudar na prática da escrita e no desenvolvimento de ideias, fundamentais no aprendizado das crianças.
A paulista Joana, 11 anos, pediu para o pai, o publicitário Gustavo Ziller, criar um blog para ela no final do ano passado. A ideia surgiu pela vontade de divulgar seus desenhos e pinturas. "Joana gosta muito de arte, de poesia e de música. Então, ela pediu pra eu criar um blog onde pudesse postar seus trabalhos", conta Ziller.
O blog Arte da Jojo se tornou um meio de incentivo à criatividade, e, principalmente, uma preparação para o seu futuro, avalia o pai. "Todas as crianças dessa geração vão estudar na faculdade em um ambiente quase 100% digital. Na medida certa, essas 'brincadeiras' ajudam qualquer criança que já está naturalmente inserida nesse meio", diz.
Além de estimular a criatividade, a pedagoga Patrícia Fonte, especialista em projetos dinâmicos, explica que a criação e atualização de um blog envolve pesquisa e interesse literário.

"Quando uma criança produz um texto para publicar no blog interage com outros autores, pesquisa sobre o tema e passa a conhecer diversos escritores e ilustradores. Assim, o interesse por obras literárias cresce, retomando e reinterpretando conceitos e práticas, o que amplia sua visão de mundo e isto é fundamental no processo de aprendizagem", afirma.
A escritora do livro Projetos Pedagógicos Dinâmicos: a paixão de educar e o desafio de inovar, afirma que mesmo cedo o blog pode ajudar na escolha profissional. "Ali serão revelados os temas que mais agradam e estimulam a criança para a leitura, pesquisa e produção textual".
É o caso de Isabela Leindecker, 12 anos, que escreve há dois anos no blog Coisa de Bela, o qual atualiza semanalmente com novidades e opiniões sobre o mundo da moda. Para a porto-alegrense, a prática melhorou seu desempenho escolar: "Eu aprendi a escrever muito melhor, e desenvolvo isso a cada dia que posto", conta, destacando que depois que virou blogueira também passou a ler mais. "Tenho que me manter atualizada para opinar", diz.
Para ela, a maior contribuição do site, que recebe milhares de visitantes diariamente, foi a percepção do que pretende fazer no vestibular.

"Eu amo escrever e fazer matérias, quero me tornar jornalista", afirma a aluna da 6º série. "Atualizo de duas a três vezes por semana. Mais do que isso vira obrigação e fica chato. Ainda sou muito nova e tenho que me concentrar na escola", fala.

A pedagoga Patrícia concorda com Isabela e afirma que é esse o principal cuidado que os pais devem ter: não deixar que a prática se torne um vício e sobrecarregue os pequenos. "Tudo em excesso atrapalha. A criança precisa de limite e orientação do adulto para que essa atividade não se torne uma obsessão, um vício, a única que lhe dá prazer", diz.
A psicóloga Deborah Dubner, de Itu (SP) conta que foi por se sentir sobrecarregado que o filho Danny, 11 anos, parou de escrever o blog Turma da Mônica Jovem, no qual fazia atualizações sobre os personagens de Mauricio de Souza e recebia mais de 10 mil acessos diários. Danny decidiu criar o espaço quando tinha somente 9 anos por pura curiosidade. Mas aos poucos, a atividade virou coisa séria.
"Chegou a um ponto que estava fazendo tanto sucesso que ele abriu vagas no blog para colaboradores e 100 pessoas se candidataram. Eu, que trabalho na área de RH, perguntei como ele escolheu, e ele me disse que mandou uma entrevista por e-mail e com os pré-selecionados teve um bate-papo no MSN. Ele selecionou 10 pessoas, entre desenhistas e moderadores", conta.
Porém, no final do ano passado Danny começou a perder o interesse e procurou a mãe para o ajudar na decisão de acabar ou não com o blog. "Ele me procurou e disse que estava se sentindo sobrecarregado e tinha perdido o interesse. Perguntou se eu ia ficar braba e eu expliquei que não. Dei a maior força, pois ele tem que fazer aquilo que é divertido para ele", fala.
No entanto, segundo Deborah, a experiência valeu a pena enquanto durou. "Eu não tenho a menor dúvida de que essa experiência do meu filho com o blog foi extremamente rica em termos de aprendizagem. Ele treinou a escrita, relacionamentos virtuais, feed-back (críticas e elogios de leitores), aprendeu a ler gráficos com as estatísticas de acesso, treinou o gerenciamento de uma equipe, atribuição de tarefas, supervisão e muito mais", conclui a mãe.
A pedagoga Patrícia aposta tanto na atividade como elemento educacional que encoraja a filha de 10 anos a inventar e atualizar blogs que a interessam.

"É importante os pais ficarem de olho, pois o interesse da criança muda muito rápido por ser uma fase de descoberta. A minha filha já criou diversos blogs de acordo com o que ela sente curiosidade, depois que perde ela para de escrever. Agora ela está interessada em animais, então inventou o blog Mundo dos Gatinhos", conta.
Para Patrícia o uso da ferramenta online deveria, inclusive, ser mais utilizada em sala de aula. "Os blogs devem ser usados com o objetivo de dar a palavra aos alunos, desenvolvendo sua criatividade e criticidade. Aulas, planos de trabalho, oficinas e pesquisas podem ser organizados no blog de trabalho da classe, tendo a vantagem de receber comentários e sugestões, trocando experiências com alunos de outros estados e realidades diferentes".
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sexta-feira, junho 03, 2011

ESTUDO MOSTRA QUE 47% DOS COORDENADORES PEDAGÓGICOS DAS ESCOLAS NÃO SABEM O QUE É O IDEB

O dado é de pesquisa da Fundação Victor Civita com a Fundação Carlos Chagas

47% dos coordenadores pedagógicos das escolas não sabem o que é o Ideb
 
Reprodução/FVC
Da Redação do Todos Pela Educação
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) é a principal referência nacional sobre a situação da Educação no Brasil e, mesmo assim, 47% dos coordenadores pedagógicos das escolas não têm clareza sobre seu significado. Esse é um dos apontamentos da pesquisa “O Coordenador Pedagógico e a Formação de Professores: intenções, tensões e contradições”, realizada pela Fundação Victor Civita (FVC) em parceria com a Fundação Carlos Chagas (FCC), e divulgada nesta sexta-feira (3).
Composto pela nota dos estudantes em exames nacionais - Prova Brasil e Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) – e por dados da aprovação no País, o Ideb foi criado em 2007 e passou a ser o índice utilizado para medir a evolução do ensino brasileiro, bem como para estipular as metas de melhoria da Educação. Ele varia em uma escala de 0 a 10, assim como usualmente variam as notas de boletins escolares.
De acordo com o estudo, a maioria dos coordenadores pedagógicos afirma saber o que é a Prova Brasil e o Ideb. "Porém, quando perguntados sobre o Ideb da própria escola, mais de um terço (47%) cita algum número acima de dez. Sabendo que o índice pode servir para o planejamento e ações de todos educadores da escola e que há metas governamentais a cumprir, esse desconhecimento é preocupante", aponta um trecho do relatório.
Função indefinida
A pesquisa também revelou que os coordenadores não têm a sua identidade profissional bem definida, pois têm várias outras atribuições que fogem da função de colaborar com a formação dos professores.
“Focamos em entender a realidade do coordenador pedagógico, pois esse profissional é fundamental na evolução da Educação brasileira. Ele deveria ser responsável pelo desenvolvimento contínuo dos professores nas escolas, de forma a garantir uma aprendizagem de qualidade a seus alunos.”, afirma Angela Dannemann, diretora-executiva da FVC.
A pesquisa ainda detectou que, dos 400 entrevistados em todo o Brasil, 25% admitem ser insuficiente o tempo dedicado ao Projeto Político Pedagógico (PPP), cuja criação coletiva é atividade chave no processo de formação docente. Além disso, dos 87% que apontam a gestão da aprendizagem como uma atividade sob sua responsabilidade, só 17% citam a observação do trabalho do professor em sala de aula como parte da sua rotina de trabalho.
Metade dos entrevistados declara atender diariamente telefonemas de todos os tipos, e solicitações diferentes do diretor, dos professores, dos pais e das secretarias de Educação. “Os próprios coordenadores não conhecem bem os limites da função e, por isso, aceitam muitas demandas, assumindo um excesso de tarefas por não ter a compreensão de que são, antes de tudo, formadores”, comenta Angela.
Metodologia
Foram entrevistados 400 coordenadores pedagógicos, de 13 estados brasileiros, nas diferentes regiões do Brasil, sendo que constituíram a amostra 90% de mulheres, 76% de participantes entre 36 e 55 anos, sendo a idade média da amostra de 44 anos.
As escolas pesquisadas têm, em média, 1.101 alunos e 52 professores, aproximadamente um professor para cada 21 alunos. Os coordenadores dessas escolas têm, em média, 6,9 anos como coordenadores e 3,9 anos na escola atual. Metade dos coordenadores tem de dois a dez anos de experiência, o que mostra estabilidade na função. Em contrapartida, 76% dos coordenadores estão na escola atual por um período relativamente curto, de até cinco anos.
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domingo, maio 29, 2011

ESSA PROPAGANDA É A MELHOR...

Recebi esse arquivo por e-mail de uma amiga muito querida - Sandra Fernandes Biscuola (professora em Jundiaí-SP). Saudade!!!!
Quero, neste momento, compartilhá-lo com todos. É muito bonito e traz uma mensagem muito importante!
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CONVOCAÇÃO DOS CANDIDATOS APROVADOS NO CONCURSO DE PEB II DA SEESP

Publicado em 28/05/2011

DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA II

O Diretor do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Educação, nos termos do Inciso XIII, item 15 das Instruções Especiais SE 01/2009, disciplinadoras do concurso em questão, CONVOCA os candidatos aprovados e classificados até o momento no concurso em epígrafe, para as sessões de escolha de vagas, a serem realizadas em dias, hora e locais, adiante mencionados e baixa instruções aos candidatos.
A escolha de vaga faz parte do processo seletivo e somente os que assim procederem continuarão no certame e já ficam convocados para a 3ª etapa do concurso - Curso de Formação, nos termos do Regulamento específico.

I. INSTRUÇÕES GERAIS
1. A chamada para escolha de vagas obedecerá, rigorosamente, a ordem de Classificação Final, Lista Geral e Lista Especial, por disciplina, em nível de Regional - 1ª Região - COGSP e 2ª Região - CEI, publicada no DOE de 26/062010 - Suplemento.

2. O candidato convocado deverá comparecer munido de DOCUMENTO DE IDENTIDADE - RG e do CADASTRO DE PESSOAS FÍSICAS - CPF ou se fazer representar por procurador, legalmente constituído, portanto xerocópia dos documentos mencionados.

3. Assinada a ficha de escolha de vaga pelo candidato ou seu procurador, não será permitida, em hipótese alguma, desistência ou troca da vaga escolhida, sob qualquer pretexto.

4. O candidato deverá fornecer, obrigatoriamente, e-mail pessoal a ser utilizado para recebimento de informações.

5. Não haverá nova oportunidade de escolha de vaga ao candidato retardatário ou ao que não atender à chamada no dia, hora e local determinados, sendo eliminado definitivamente do concurso.

6. Critérios para escolha de vagas aos candidatos portadores de deficiência, classificados na Lista Especial:
6.1 serão reservados 5% dos cargos vagos existentes para os candidatos classificados na Lista Especial, considerando-se para cada fração igual ou superior a cinco décimos, o inteiro subseqüente;
6.2 quando o número de candidatos classificados na Lista Especial não for suficiente para prover os cargos reservados, os cargos restantes serão revertidos para os candidatos classificados na Lista Geral;
6.3 o candidato portador de deficiência concorrerá na Lista Geral e na Lista Especial de acordo com a classificação nelas obtida, na seguinte conformidade:
6.3.1 o candidato que for atendido na Lista Geral fica excluído da Lista Especial e vice-versa;
6.3.2 o candidato que não comparecer ou desistir da escolha de vaga na Lista Especial, terá seus direitos exauridos na Lista Especial, concorrendo, apenas, na Lista Geral.

7. De acordo com o artigo 5º do Decreto 55.078/09, no momento de escolha de vaga, o candidato poderá optar por qualquer jornada de trabalho docente: 10/ 20/ 25 ou 33 horas/aula, conforme a disponibilidade de vagas e correspondentes cargas horárias e turnos de funcionamento disponíveis na unidade escolar do ingresso, exceto o candidato de Educação Especial que escolherá 1 (uma) classe, em Jornada Básica de Trabalho Docente.

8. A relação de aulas disponíveis para o ingresso será publicada no Diário Oficial do Estado de 31/06/2011 - Suplemento e estará disponível no site da Educação: www.educacao.sp.gov.br.

9. Conforme determina o § 4º do artigo 7º da Lei Complementar Nº 1.094/2009, “serão considerados aprovados no concurso, para fins de nomeação, conforme as vagas escolhidas, os candidatos que concluírem com êxito a terceira etapa, de acordo com o resultado de prova a ser realizada ao término do curso de formação”.

10. O candidato que escolher vaga deverá acessar o sistema GDAE, no site da Educação:www.educacao.sp.gov.br, para efetuar o cadastro da conta corrente pessoal - Banco do Brasil, para validação da Secretaria da Fazenda, para fins do crédito de bolsa de estudo, de acordo com a Lei Complementar Nº 1.094/2009, oportunamente.

11. O Certificado de Aprovação em Concurso será concedido aos candidatos aprovados e que efetuarem, com êxito, o Curso de Formação.

12. Deverá ser publicado oportunamente Edital de Convocação Complementar a este, dando-se continuidade à convocação para escolha de vagas.

II. LOCAIS DE ESCOLHA

1 - LOCAL 1: AUDITÓRIO DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO - CASA CAETANO DE CAMPOS - Praça da República nº 53 - Centro - São Paulo (entrada pela Av São Luiz - Portão 4)
REGIÃO / DISCIPLINAS:
Região 1 - História
Região 1 - Filosofia
Região 1 e 2 - Educação Especial: Deficiência Auditiva
Região 1 e 2 - Educação Especial: Deficiência Física
Região 2 - Educação Especial: Deficiência Mental
Região 1 e 2 - Educação Especial: Deficiência Visual

2 - LOCAL 2: AUDITÓRIO DA EE SÃO PAULO - Rua da Figueira, 500 - Bairro Brás - São Paulo (metrô Pedro II)
REGIÃO / DISCIPLINAS:
Região 1 - Geografia
Região 2 - Filosofia
Região 1 - Língua Portuguesa

3 - LOCAL 3 : AUDITÓRIO DA EE ZULEIKA DE BARROS MARTINS FERREIRA - Rua Padre Chico, 420 - Bairro Pompéia - Capital
REGIÃO / DISCIPLINAS:
Região 1 - Ciências Físicas e Biológicas
Região 1 - Educação Física

4- LOCAL 4 - AUDITÓRIO CENTRO DO PROFESSORADO PAULISTA - CPP - Av. Liberdade, 928 - Bairro Liberdade - Capital - (Metrô São Joaquim)
REGIÃO / DISCIPLINAS:
Região 1 - Biologia
Região 1 e 2 - Química
Região 2 - Matemática

III. ESCOLHA DE VAGAS

1 - LOCAL 1 : AUDITÓRIO DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO - CASA CAETANO DE CAMPOS - Praça da República nº 53 - Centro - São Paulo (entrada pela Avenida São Luiz - Portão 4)

1.1 QUADRO DE CHAMADA
Disciplina - Região - Dia - Horário - N.º dos candidatos convocados

HISTÓRIA
Região 1 - COGSP (Capital e Grande São Paulo)
06/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 519 ao 1050
07/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 1051 ao 1550
08/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 1551 ao 2050

FILOSOFIA
1ª Região - COGSP (Capital e Grande São Paulo)
22/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 369 ao 923

EDUCAÇÃO ESPECIAL
DEFICIÊNCIA AUDITIVA
Região 1 - COGSP (Capital e Grande São Paulo)
15/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 28 ao 96
Região 2 - CEI (Interior)
15/06 - 8:30h - Lista Geral - 49 ao 135

DEFICIÊNCIA FÍSICA
1ª Região - COGSP (Capital e Grande São Paulo)
15/06/2011 -8:30h - Lista Geral - 07 ao 25
2ª Região - CEI (Interior)
15/06 - 8:30h - Lista Geral - 03 ao 05

DEFICIÊNCIA MENTAL
Região 2 - CEI (Interior)
15/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 165 ao 251

DEFICIÊNCIA VISUAL
1ª Região - COGSP (Capital e Grande São Paulo)
15/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 18 ao 38
2ª Região - CEI (Interior)
15/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 25 ao 59
15/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 05, 06, 07 , 8 , 9

2 - LOCAL 2 : AUDITÓRIO DA EE SÃO PAULO - Rua da Figueira, 500 - Bairro Brás - São Paulo (metrô Pedro II)
REGIÃO / DISCIPLINAS:
2.1 QUADRO DE CHAMADA
Disciplina - Região - Dia - Horário - N.º dos candidatos convocados

GEOGRAFIA
Região 1 - COGSP (Capital e Grande São Paulo)
06/06/2011 -8:30h - 726 ao 1477

FILOSOFIA
2ª Região - CEI (Interior)
7/06/2011 - 8:00h - Lista Geral - 292 ao 991

LÍNGUA PORTUGUESA
1ª Região - COGSP (Capital e Grande São Paulo)
08/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 1018 ao 1694
09/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 1695 ao 2371
10/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 2372 ao 3021
13/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 3022 ao 3671

3 - LOCAL 3 : AUDITÓRIO DA EE ZULEIKA DE BARROS MARTINS FERREIRA - Rua Padre Chico, 420 - Bairro Pompéia - Capital
3.1 QUADRO DE CHAMADA
Disciplina - Região - Dia - Horário - N.º dos candidatos convocados

CIÊNCIAS FÍSICAS E BIOLÓGICAS
Região 1 - COGSP (Capital e Grande São Paulo)
06/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 620 ao 1180
07/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 1181 ao 1740

EDUCAÇÃO FÍSICA
Região 1 - COGSP (Capital e Grande São Paulo)
08/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 697 ao 1216
09/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 1217 ao 1736
10/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 1737 ao 2256

4 - LOCAL 4 : AUDITÓRIO DO CPP - Centro do Professorado Paulista - Av. Liberdade, 928 - Liberdade - São Paulo (metrô São Joaquim)
4.1 QUADRO DE CHAMADA
Disciplina - Região - Dia - Horário - N.º dos candidatos convocados

BIOLOGIA
Região 1 - COGSP (Capital e Grande São Paulo)
06/06/ 2011 - 8:30h - Lista Geral - 460 ao 984

QUÍMICA
Região 1 - COGSP (Capital e Grande São Paulo)
07/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 401 ao 809
Região 2 - CEI (Interior)
08/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 365 ao 856
09/06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 857 ao 1257

MATEMÁTICA
Região 2 - CEI (Interior)
10/ 06/2011 - 8:30h - Lista Geral - 1627 ao 2003
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sábado, maio 28, 2011

MARCOS BAGNO: LINGUISTA ATRIBUI À "IGNORÂNCIA" CRÍTICAS SOBRE O LIVRO DIDÁTICO

Linguista atribui à ''ignorância'' críticas sobre livro didático

Raiana Ribeiro
Nos últimos dias, a polêmica em torno do livro didático Por uma vida melhor, destinado à Educação de Jovens e Adultos (EJA), reacendeu o debate sobre o preconceito linguístico ainda presente no país. Em um capítulo sobre as diferenças entre a norma culta e a popular da língua portuguesa, a obra afirma que a expressão “os livro ilustrado mais interessante estão emprestado” pode ser usada em determinadas situações.

O texto adverte, no entanto, que ao adotar esta formulação “corre-se o risco de ser vítima de preconceito linguístico” e finaliza afirmando que o falante “tem de ser capaz de usar a variante adequada da língua para cada ocasião”. Descontextualizado, o trecho foi parar em vários veículos de imprensa e o livro passou a ser criticado por “ensinar” os estudantes a falarem errado.

O livro foi selecionado pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Por meio dele, o Ministério da Educação (MEC) avalia obras apresentadas por editoras, submete-as à avaliação de especialistas e depois oferece as aprovadas para que secretarias e professores façam suas escolhas.

Para analisar o tema, o Portal Aprendiz entrevistou o escritor, professor e linguista, Marcos Bagno. Autor de vários estudos acadêmicos sobre o ensino da língua portuguesa no Brasil, há anos Bagno se dedica a investigar a variação linguística e os preconceitos que decorrem dela. Seu livro,Preconceito linguístico: o que é, como se faz (Ed. Loyola), lançado em 1999, é considerado um dos principais registros sobre o assunto no Brasil.

Portal Aprendiz: A que o senhor atribui tamanha polêmica em torno do capítulo que trata da variação linguística no livro didático Por uma vida melhor?

Marcos Bagno: Atribuo a, nada mais nada menos, do que à ignorância generalizada na nossa “grande imprensa” acerca do que é uma língua e do que significa ensiná-la. Nossos jornalistas ainda acreditam numa concepção arcaica, pré-científica de língua como “gramática normativa” e quando topam com uma concepção avançada, contemporânea, levam um susto.

Portal Aprendiz: Alguns críticos do livro alegam que o material estaria “ensinando” os estudantes a falarem errado, o que representaria um retrocesso para a educação brasileira. Como o senhor encara essas afirmações?

Bagno: Encaro, novamente, como ignorância de quem as pronuncia. Parece que 101% dos que criticaram o livro simplesmente não o leram ou, pior, se leram, não entenderam. Em momento algum o livro quer “ensinar” a falar errado, simplesmente porque não é preciso. Todos os brasileiros (inclusive os que se acham muito letrados) usam regras gramaticais que contrariam as prescrições tradicionais. Não é preciso ensinar ninguém a dizer “os livro” porque já é assim que todos nós falamos (inclusive os que se acham muito cultos, porque temos um grande acervo de  língua falada gravada em que esses falantes exibem precisamente os usos do tipo “os livro”). O livro da professora Heloísa Ramos quer ensinar, isso sim, as formas prestigiadas de falar e de escrever, ou seja, quer ampliar o repertório linguístico dos aprendizes.

Portal Aprendiz: Como o senhor acredita que este tema pode ser abordado em sala de aula?

Bagno: Como já vem sendo abordado há cerca de 20 anos. Demonstrar a lógica das variedades não-padrão já faz parte do conteúdo curricular de língua portuguesa há um bom tempo. Só mesmo os que não sabem nada de ensino podem se espantar. Para quem trabalha com educação e linguagem, já se trata de ponto pacífico.

Portal Aprendiz: Como o preconceito linguístico afeta os estudantes nos dias de hoje, sobretudo jovens e adultos (público-alvo do livro em questão)?

Bagno: O preconceito linguístico afeta a todos nós, mas evidentemente é mais pesado sobre as pessoas que usam variedades linguísticas mais distantes dos falares urbanos de prestígio. Justamente para combater o preconceito linguístico é que temos de dizer a todo mundo que é impossível falar sem seguir regras, mas que um conjunto muito restrito dessas regras foi eleito (por razões meramente políticas e sociais) para se tornar o padrão. E uma vez que esse padrão é cobrado em instâncias importantes da vida social, temos que ensiná-lo explicitamente aos nossos alunos.

Portal Aprendiz: Qual o saldo desse debate? Houve algum avanço a partir dos questionamentos levantados?

Bagno: Infelizmente não. A grande mídia, como é de seu costume, não dá espaço para quem discorda dela. E quando dá espaço é sob a hipocrisia da “imparcialidade”, sempre colocando ao lado da opinião dos verdadeiros especialistas a opinião de quem não entende nada da matéria.
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NÓIS PODI VIVÊ CALADIN?

Cilene Rodrigues  
Ph. D. em linguística e professora da University College London
Correio Braziliense - 28/05/2011
Resposta ao título deste artigo é: podemos, mas seremos castigados. Quando o assunto é educação, nós, brasileiros, adoramos nos comparar com outros países. O que é normal, já que ocupamos o 73º lugar no ranking mundial para o índice de desenvolvimento humano. Então, para não perder o costume, aqui vai outra comparação: o debate em torno do livro Para uma vida melhor e a tentativa de legitimação do inglês afro-americano.

Em 1996, uma escola pública de Oakland, na Califórnia, aprovou uma resolução legitimando os direitos linguísticos dos afro-americanos, que passariam a receber instruções em inglês afro-americano. Os professores não versados nesse socioleto fariam cursos, pagos com recursos públicos, para aprendê-lo.

Criou-se um quiproquó. Em entrevista à CNN, o reverendo Jesse Jackson disparou: “Não se vai para a escola para aprender a falar lixo”. O colunista William Raspberry, do Jornal Washington Post, também mandou brasa contra, classificando o inglês afro-americano de inconsistente e incapaz de distinguir o certo do errado. Apesar da opinião contrária de linguistas, as autoridades governamentais entenderam que seria mesmo um erro aceitar tal resolução. O então secretário de educação, William Bennett, fez dele as palavras de Jesse Jackson. Diante disso, a escola de Oakland desfez-se da resolução original.

Semana passada, o Jornal Nacional, da Rede Globo, criou outro babado linguístico ao comunicar, já denunciando, que o MEC havia adotado o livro Para uma vida melhor, de Heloísa Ramos. A reportagem apresentou ao telespectador um recorte parcial do famigerado livro, onde a autora defende que é permitido falar “os livro”, embora corra-se o risco de ser vítima de preconceito linguístico.

Vieram ruidosas reações. Na internet , lê-se: “O MEC e o livro Por uma vida melhor: a celebração da ignorância (http:// pamarangoni.blogspot.com). Ou ainda: “Meio sinistro essa parada. Você aprende que “os menino pegou o peixe” não é errado numa situação, mas é inadequado em outra. (…). Então, para acabar o texto, vou usar um frase de Uilian Cheikspi: tá legal, eu aceito o argumento, mas não me altere o samba tanto assim.” (http:// tiporevista.com.br). No dia 15, o colunista Clóvis Rossi, da Folha de S.Paulo, também não perdoou: “ (…) o MEC deu aval a um livro que se diz didático no qual se ensina que falar “os livro” pode. Não pode, não, está errado. É ignorância, pura ignorância, má-formação educacional, preguiça do educador em corrigir os erros.”

Assim como aconteceu nos Estados Unidos, linguistas brasileiros argumentam em vão a favor da decisão do MEC e do livro de Heloísa, enquanto a critíca defende cegamente a separação entre certo e errado, alegando que seguir as regras da gramática tradicional é importante para a unidade nacional. Será? Nas ruas do Egito fala-se um dialeto árabe coloquial, mas, na escrita e nos meios de comunicação, usa-se o árabe padrão. Embora essas variantes sejam bastante diferentes entre si, a sua coexistência não impede a união dos egípcios em torno da mesma nação. Tanto não impede, que eles acabaram com uma ditadura perniciosa na base do grito. Já o antigo Estado da Iogoslávia ruiu, embora sérvio e croata sejam línguas mutuamente inteligíveis.

A variação linguística pode ter consequências interessantes. Se não tivesse existido o latim vulgar, o portugês, “última flor do Lácio, inculta e bela”, não teria nascido ou seria bem diferente do que é. Viu? As regras “corretas” de hoje foram um dia tidas como incultas, filhas de pais ignorantes.

Voltemos à comparação entre a decisão do MEC e resolução de escola de Oakland. Os principais interessados no debate preferem o silêncio. Em 1996, a comunidade afro-americana não protestou contra as críticas ao seu dialeto. Os brasileiros falantes da variante descrita por Heloísa também permanecem calados. Por quê? Porque as pessoas têm medo, medo de serem vítimas de bullying social, de preconceito. Preconceito contra a língua? Não, preconceito contra quem a fala, contra o pobre. Já pensou os pobres com a boca no trombone? Deus nos livre, roga a elite. É preciso mantê-los sem voz. Para isso, alega-se, com base no autoritarismo, que eles falam errado.

Merecemos respeito naquilo que nos identifica como indivíduos e como parte de um grupo social: a maneira de nos expressar. Temos também o direito de aprender. Aprender outras línguas, outros dialetos. Aprender que a expressão “tá legal, eu aceito o argumento, mas não altere o samba tanto assim” não é de William Shakespeare, mas de Martinho da Vila. Mas para fazer valer nossos direitos é preciso romper com o estabelecido, subverter as regras, dar o grito, não importa em que variante linguística. A verdade é que nessa selva, onde predominam os interesses da classe dominante, toda mudez será castigada.
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sexta-feira, maio 27, 2011

JUSTIÇA DE SP CONFIRMA PROIBIÇÃO NAS ESCOLAS DE LIVRO QUE ABORDA SEXO


26/05/2011 18h04 - Atualizado em 26/05/2011 18h04


Livro tem conto considerado de elevado conteúdo sexual, segundo decisão. 
Segundo Secretaria de Educação, livros foram recolhidos no final de 2010.


Do G1 SP

Escola se recusa a distribuir livro no interior de SPJustiça determina que distribuição de livro seja
proibida (Foto: Reprodução/TV Tem)
A Câmara Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve liminar concedida em novembro do ano passado que proíbe novas distribuições do livro "Cem melhores contos brasileiros do século" a alunos da rede pública de ensino. A decisão foi em segunda instância e não cabe recurso. Segundo a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, os exemplares foram recolhidos das escolas no final de 2010.
De acordo com a decisão, "a exposição de contos com elevado conteúdo sexual a crianças e adolescentes sem uma análise mais apurada de sua adequação à faixa etária, poderia causar consequências indesejáveis à sua formação". Os livros eram destinados a alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio.
Segundo o desembargador Maia da Cunha, relator do processo, "as cópias dos contos contestados evidenciam seu elevado conteúdo sexual, com descrições de atos obscenos, erotismo e referências a incestos".
De acordo com a sentença proferida na primeira instância, "a leitura dos trechos destacados, partindo-se da visão do homem médio, a princípio, revela que seriam inapropriados para estudantes do ciclo II do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, que têm entre 11 e 17 anos, sem desmerecer, em hipótese alguma, a qualidade técnica e literária das obras".

O conto considerado inapropriado por pais de alunos do ensino público em Jundiaí é o "Obscenidades Para Uma Dona de Casa", de Ignácio de Loyola Brandão, que narra a história de uma mulher que recebe cartas de um desconhecido. As cartas descrevem detalhadamente momentos de atos sexuais.
Após a decisão anunciada no final de 2010, o escritor disse que os pais “não estão vendo a realidade”. “Nesse momento eu acesso a internet e vejo jovens mandando e-mails com imagens nuas para os amigos. Vejo mensagens no Twitter, de jovem para jovem, muito obscenas”, afirmou o escritor na ocasião. “Eu me pergunto onde estão esses pais que não conversam com os filhos, que não perguntam o que eles acham de sexo, de erotismo, de palavrão. Que mentalidade é essa, de 1500?”
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FORMAÇÃO DE PROFESSORES: SOBRAM 76 MIL VAGAS EM CURSOS DO MEC

27/05/2011 - 09h07

Sobram 76 mil vagas em cursos do MEC para formação de professores

Amanda Cieglinski
Da Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC) estuda prorrogar o prazo para que professores da rede pública possam se inscrever em cursos de formação continuada oferecidos pelo governo federal em parceria com instituições públicas de ensino superior. O prazo termina domingo (29), mas até ontem (26) apenas 11% das 86 mil vagas ofertadas tinham sido solicitadas.
Lançado em 2009, o Plano Nacional de Formação de Professores tem como objetivo capacitar docentes que não têm a formação mínima exigida por lei – ou não fizeram o ensino superior ou cursaram graduação em áreas diferentes daquela que lecionam. Para os que já concluíram essa etapa, são ofertadas vagas em cursos de capacitação ou atualização – presenciais, semipresenciais ou a distância – em universidades públicas. Mas a demanda está aquém do que foi planejado pelo ministério.
“No caso da formação continuada, há um componente diferente porque o professor não sabe que curso fazer, a multiplicidade de cursos é muito grande e às vezes isso acaba sendo um entrave porque o professor não localiza o que gostaria de fazer”, acredita Helena de Freitas, assessora da Secretaria de Educação Básica do MEC.
A inscrição do professor deve ser feita pelo diretor da escola com base em um levantamento de qual é a demanda por formação daquela equipe. A lista dos cursos disponíveis, com informações sobre a duração e o conteúdo de cada um deles, está disponível na Plataforma Freire. É lá que o diretor da escola fará a inscrição de seus profissionais que deverão, posteriormente, confirmar o interesse em participar do curso.
No Amazonas e Distrito Federal, menos de 1% das vagas disponibilizadas tinham sido solicitadas pelas escolas até quinta-feira. Pernambuco Rio de Janeiro e Roraima também apresentavam percentuais inferiores a 3%. Sobram oportunidades em todos os estados: a maior procura está em São Paulo, onde 45% das vagas foram solicitadas pelas escolas.
Segundo Helena de Freitas, o ministério estuda se fará algumas mudanças na oferta. É preciso, em diálogo com os municípios, identificar se os cursos estão em sintonia com aquilo que a rede precisa e se os temas são de interesse do professor. As capacitações são variadas: há formação em áreas de conhecimento específicas, como história e geografia, ou em temas mais amplos como direitos humanos e educação ambiental.
“Estamos avaliando o que leva o professor a não procurar a formação continuada, pode ser que muitos estados já trabalhem com ações semelhantes. São muitas variáveis que estão interferindo, não acho que haja desinteresse, mas pode ser que não haja motivação do professor em relação a esses cursos”, afirma.
Outro fator que pode explicar a baixa procura é a carga horária do professor: o MEC incentiva que a Secretaria de Educação flexibilize os horários dos profissionais para que eles possam frequentar os cursos.
“É importante consolidar o sistema de formação, mas dentro de uma carreira. Enquanto o professor não tiver um plano de carreira, ele não vai ver uma perspectiva de desenvolvimento ao fazer um curso como esse. Ele pensa se vai abrir mão ou não do fim de semana para fazer essa capacitação”, aponta Helena.
Diretores e professores interessados nos cursos oferecidos devem acessar a Plataforma Freire para fazer a inscrição, que depois será validada pela Secretaria de Educação à qual estão vinculados.
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quarta-feira, maio 25, 2011

BOLSA DE ESTUDOS PARA ALUNOS DA REDE PÚBLICA


EMBAIXADA AMERICANA OFERECE 35 BOLSAS DE ESTUDO PARA ALUNOS DA REDE PÚBLICA
Os estudantes selecionados irão fazer intercâmbio de três semanas nos EUA
 
A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil abriu as inscrições para a 10ª edição do programa de intercâmbio Jovens Embaixadores. Serão selecionados 35 estudantes brasileiros da rede pública, que tenham excelente desempenho escolar, histórico de trabalho voluntário em suas comunidades e boa fluência em inglês. Eles representarão o Brasil como “embaixadores” durante três semanas nos Estados Unidos.
As inscrições para o programa devem ser efetuadas somente pela internet, no Facebook da Embaixada dos EUA, até 7 de agosto. Para mais informações, acesse o site do programa (www.jovensembaixadores.org).
O programa Jovens Embaixadores foi criado no Brasil em 2002 e hoje, é replicado em 25 países. Desde o lançamento, 249 brasileiros da rede pública já participaram do programa.
Os 35 selecionados deste ano viajarão em janeiro de 2012 para os Estados Unidos, onde passarão uma semana em Washington, capital do País, visitando escolas e projetos sociais e participando de oficinas de liderança. Nas semanas seguintes, os alunos serão hospedados por uma família americana, assistirão às aulas em escolas de Ensino Médio, participarão de atividades de voluntariado e farão apresentações sobre o Brasil.
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